AI as Coordination-Compressing Capital: Task Reallocation, Organizational Redesign, and the Regime Fork
Este artigo propõe um modelo de "capital de coordenação" que demonstra como a IA, ao reduzir custos de coordenação e permitir o redesenho endógeno das organizações, gera uma bifurcação de regimes onde os ganhos econômicos podem ser amplamente distribuídos ou concentrados em superestrelas, dependendo de quem controla a elasticidade organizacional, resultando universalmente em maior desigualdade salarial entre gerentes e trabalhadores, mas em redução da desigualdade econômica geral devido à expansão do emprego.