The Male Default Prevails in Biomedical Research: Sex Inclusion in Nature (2025)

Apesar da exigência da revista Nature de relatar a inclusão de sexo em pesquisas biomédicas, uma análise de 2025 revela que a maioria dos estudos ainda adota um viés masculino, falha em manter a inclusão equilibrada entre os sexos e raramente analisa o sexo como uma variável de descoberta, indicando que as atuais políticas de transparência são insuficientes para garantir rigor científico e generalização dos resultados.

Swift-Gallant, A., Galea, L., Cahill, L. S.

Publicado 2026-03-09
📖 4 min de leitura☕ Leitura rápida
⚕️

Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo

Each language version is independently generated for its own context, not a direct translation.

Imagine que a ciência médica é como uma receita de bolo que os cientistas tentam criar para curar doenças. O objetivo é que esse bolo funcione perfeitamente para todas as pessoas, não importa quem sejam.

Por décadas, houve um problema grave nessa cozinha: os cientistas quase sempre usavam apenas ingredientes masculinos (homens ou ratos machos) para testar a receita. Eles assumiam que, se o bolo ficasse bom para o "padrão masculino", ele seria bom para todo mundo.

Este novo estudo, publicado na revista Nature (uma das mais importantes do mundo), decidiu dar uma olhada nos livros de receitas de 2025 para ver se essa velha ideia mudou. O resultado? A velha ideia ainda está muito forte.

Aqui está o que eles descobriram, usando algumas comparações simples:

1. A "Lista de Verificação" não é o suficiente

A revista Nature criou uma "lista de verificação" (um formulário que os autores devem preencher) perguntando: "Vocês usaram homens e mulheres?".

  • O que aconteceu: A maioria dos cientistas marcou "Sim" na lista.
  • A realidade: Foi como se alguém dissesse "Sim, tenho ingredientes para todos", mas na hora de fazer o bolo, misturou tudo num pote só ou usou apenas farinha de trigo (homens) e disse que era "genérico".
  • O problema: Apenas 7% dos estudos realmente separaram os ingredientes para ver se o bolo ficava diferente para homens e mulheres. A maioria apenas misturou tudo e ignorou as diferenças.

2. O "Homem Padrão" ainda é o Rei

O estudo mostrou que, quando os cientistas decidem fazer um teste apenas com um sexo:

  • Se é um problema que só afeta mulheres (como câncer de ovário), eles usam apenas mulheres. Isso faz sentido.
  • Mas, se é um problema que afeta todos (como doenças do coração, cérebro ou fígado), eles continuam usando apenas homens na maioria das vezes.
  • A analogia: É como se você fosse testar um novo remédio para dor de cabeça apenas em homens, e depois dissesse: "Bom, como não esperamos que a cabeça das mulheres funcione de forma diferente, vamos assumir que o remédio serve para elas também". Isso é perigoso!

3. A "Mágica" da Hormonalidade

Muitos cientistas justificaram não usar mulheres dizendo que o ciclo hormonal delas era "muito complicado" ou que poderia "estragar os resultados" (como se fosse um tempero que não sabiam medir).

  • A verdade: Eles estavam apenas escolhendo o caminho mais fácil. Usar apenas homens é mais simples, mas isso significa que a ciência está ignorando metade da população. É como tentar aprender a dirigir olhando apenas pela janela do lado do motorista e ignorando o passageiro.

4. O Perigo de Esconder as Diferenças

O artigo conta uma história real sobre um remédio para Alzheimer chamado Lecanemab.

  • No início, disseram que o remédio ajudava todos a melhorar a memória em 27%.
  • Mas, quando olharam separadamente, descobriram que nos homens a melhora foi de 43%, enquanto nas mulheres foi de apenas 12%.
  • A lição: Se eles não tivessem separado os dados, as mulheres teriam tomado um remédio que funcionava muito menos para elas, achando que era eficaz. Esconder a diferença entre os sexos pode levar a tratamentos que não funcionam para metade da humanidade.

Conclusão: O que precisamos mudar?

O estudo diz que apenas pedir para os cientistas "preencherem uma lista" não funciona. É como pedir para alguém dizer que está comendo saudável, mas não verificar o que está no prato.

Para a ciência ser realmente boa e segura para todos, as revistas científicas precisam exigir que os pesquisadores:

  1. Não misturem tudo: Precisam testar e analisar homens e mulheres separadamente.
  2. Parem de assumir: Não podem mais assumir que o que funciona para o homem funciona para a mulher.
  3. Sejam transparentes: Precisam dizer claramente quantos homens e quantas mulheres usaram em cada teste.

Resumo final: A ciência está tentando ser mais justa, mas ainda está presa no "modo padrão masculino". Para curar o mundo todo, precisamos parar de cozinhar apenas para metade dos convidados e começar a preparar pratos que funcionem para todos.

Receba artigos como este na sua caixa de entrada

Digests diários ou semanais personalizados de acordo com seus interesses. Gists ou resumos técnicos, no seu idioma.

Experimentar Digest →