No evidence of reactive avoidance of baboons (Papio ursinus and Papio anubis) to the presence of predators
Um estudo baseado em mais de 3.000 detecções de babuínos e quase 7.000 de seus predadores em quatro locais da África não encontrou evidências de que babuínos (Papio ursinus e Papio anubis) evitem reativamente áreas após a passagem de predadores nas 72 horas seguintes, sugerindo que eles dependem de outras estratégias, como evasão proativa ou retaliação agressiva, para mitigar o risco de predação.