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Measuring Agents in Production

Autores originais: Melissa Z. Pan, Negar Arabzadeh, Riccardo Cogo, Yuxuan Zhu, Alexander Xiong, Lakshya A Agrawal, Huanzhi Mao, Emma Shen, Sid Pallerla, Liana Patel, Shu Liu, Tianneng Shi, Xiaoyuan Liu, Jared Quincy Dav
Publicado 2026-06-08
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Autores originais: Melissa Z. Pan, Negar Arabzadeh, Riccardo Cogo, Yuxuan Zhu, Alexander Xiong, Lakshya A Agrawal, Huanzhi Mao, Emma Shen, Sid Pallerla, Liana Patel, Shu Liu, Tianneng Shi, Xiaoyuan Liu, Jared Quincy Davis, Emmanuele Lacavalla, Alessandro Basile, Shuyi Yang, Paul Castro, Daniel Kang, Koushik Sen, Dawn Song, Joseph E. Gonzalez, Ion Stoica, Matei Zaharia, Marquita Ellis

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que você acabou de construir uma frota de assistentes robóticos incrivelmente inteligentes (Agentes de IA) que podem realizar tarefas complexas como escrever código, gerenciar finanças ou diagnosticar problemas médicos. O mundo da tecnologia está em polvorosa, imaginando esses robôs comandando o mundo de forma autônoma.

Mas aqui está a reviravolta: os robôs que estão realmente operando no mundo real agora não são os robôs superautônomos, "faz-tudo" dos filmes de ficção científica. Eles são mais como estagiários cautelosos e altamente supervisionados.

Este artigo, intitulado "Measuring Agents in Production" (MAP), é o primeiro grande boletim de notas sobre o que esses assistentes de IA estão realmente fazendo nas empresas reais. Os pesquisadores não apenas adivinharam; eles entrevistaram 20 equipes que constroem esses sistemas e pesquisaram 86 implementações do mundo real.

Aqui está o que eles descobriram, explicado de forma simples:

1. Por que as empresas estão construindo esses robôs?

O Objetivo: Economizar tempo e realizar mais trabalho.
A Analogia: Imagine uma fábrica. O chefe não está tentando construir um robô que possa inventar um novo motor de carro do zero. Ele quer um robô que possa montar as peças 10 vezes mais rápido que um humano.

  • 80% das equipes disseram que construíram esses agentes para aumentar a produtividade.
  • Eles não estão tentando substituir humanos inteiramente ainda; eles estão, principalmente, ajudando funcionários humanos (como médicos, engenheiros ou representantes de atendimento ao cliente) a realizarem seus trabalhos mais rapidamente.
  • Surpresa: Eles não estão construindo-os para "mitigar riscos" ou "reduzir a necessidade de expertise" tanto quanto você poderia imaginar. O principal motor é apenas fazer as coisas acontecerem mais rápido.

2. Como eles são realmente construídos? (A "Fórmula Secreta")

Se você olhar para os laboratórios de pesquisa, eles tentam construir os robôs mais complexos e autônomos possíveis. Mas, no mundo real, as empresas estão fazendo exatamente o oposto. Elas estão escolhendo simplicidade e controle.

  • A Regra do "Pronto para Uso": 70% desses agentes não possuem cérebros customizados próprios. Eles apenas utilizam modelos de IA poderosos e pré-fabricados (como aqueles que você deve ter ouvido falar) e recebem instruções muito específicas. Eles não estão retreinando o cérebro; estão apenas escrevendo manuais melhores para ele.
  • A Regra do "Turno Curto": Na pesquisa, os agentes podem tentar resolver um problema realizando 100 etapas por conta própria. Na produção, 68% dos agentes são interrompidos após 10 etapas e devem esperar que um humano verifique seu trabalho.
    • Analogia: Pense nisso como um GPS. Um robô de pesquisa pode tentar dirigir todo o caminho até o destino sem um motorista. Um robô de produção dirige por 10 minutos, para e pergunta: "Este é o caminho certo?" antes de continuar.
  • A Regra do "Humano no Ciclo": 74% das vezes, um humano é o juiz final. O robô sugere uma resposta, mas um humano precisa dizer "Sim, está correto" antes que ela seja enviada.

3. Como eles sabem se o robô está fazendo um bom trabalho?

Este é um dos maiores pesadelos.

  • Sem Testes Padronizados: Ainda não existe um "teste de vestibular" para agentes de IA. 75% das equipes não utilizam benchmarks formais porque são difíceis de criar ou não existem para o seu trabalho específico.
  • O Método do "Juiz Humano": Em vez de um computador avaliar o robô, são os humanos que atuam como avaliadores. Especialistas analisam o trabalho do robô e dizem: "Bom trabalho" ou "Tente novamente".
  • O Método do "Teste A/B": Às vezes, eles apenas executam o robô ao lado de um humano ou de um sistema de software antigo para ver qual deles conclui a tarefa mais rapidamente.

4. Qual é o maior problema?

Confiabilidade.

  • O Problema: O maior medo não é que o robô seja "burro"; é que ele possa cometer um erro e fazer algo estranho ou perigoso.
  • A Solução: As empresas não estão tentando resolver isso tornando o robô "mais inteligente" (o que é difícil). Elas estão resolvendo isso instalando proteções (guardrails).
    • Elas limitam quantas etapas o robô pode realizar.
    • Elas forçam o robô a pedir permissão antes de fazer qualquer coisa arriscada.
    • Elas executam o robô em um "sandbox" (um ambiente seguro e simulado) antes de deixá-lo tocar em dados reais.

5. Quão rápidos eles precisam ser?

  • A Analogia: Você não precisa de um carro de Fórmula 1 para cortar a grama.
  • A Realidade: A maioria desses agentes é surpreendentemente lenta. 66% deles podem levar minutos (ou até horas) para concluir uma tarefa.
  • Por quê? Porque eles geralmente estão realizando trabalhos de backoffice (como processar sinistros de seguros ou organizar arquivos). Desde que terminem o trabalho mais rápido do que um humano faria (mesmo que leve 5 minutos), eles são considerados um sucesso. Eles não precisam ser instantâneos como um assistente de voz.

A Grande Conclusão

O artigo conclui que o sucesso da IA no mundo real não se trata de construir a IA mais autônoma e complexa. Trata-se de construir ferramentas simples e controláveis que funcionem bem com humanos.

As empresas estão deliberadamente escolhendendo ser "tediosas" e seguras. Elas trocam o "fator uau" de um robô que pode fazer qualquer coisa sozinha pela confiabilidade de um robô que faz uma pequena parte do trabalho perfeitamente e pede ajuda a um humano quando fica travado.

Em resumo: Os agentes de IA de hoje são menos como o "Jarvis" (a IA totalmente autônoma do Homem de Ferro) e mais como um assistente muito prestativo e ligeiramente nervoso, que dupla-checa tudo com seu chefe antes de enviar um e-mail. E é exatamente isso que os torna bem-sucedidos no mundo real.

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