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COMPOSITE-Stem

O artigo apresenta o COMPOSITE-STEM, um novo benchmark de 70 tarefas escritas por especialistas em ciências e matemática, projetado para avaliar a capacidade de agentes de IA em workflows científicos reais e revelar que os modelos atuais ainda têm desempenho limitado nessas áreas.

Autores originais: Kyle Waters, Lucas Nuzzi, Tadhg Looram, Alessandro Tomasiello, Ariel Ghislain Kemogne Kamdoum, Bikun Li, Damien Sileo, Egor Kretov, Francesco Fournier-Facio, Georgios Soloupis, Haile Kassahun, Hew Wol
Publicado 2026-04-14
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Autores originais: Kyle Waters, Lucas Nuzzi, Tadhg Looram, Alessandro Tomasiello, Ariel Ghislain Kemogne Kamdoum, Bikun Li, Damien Sileo, Egor Kretov, Francesco Fournier-Facio, Georgios Soloupis, Haile Kassahun, Hew Wolff, Jiaqi Cai, Lianghui Li, Marc Roth, Mohinder Naiya, Naixu Guo, Qicheng Tang, Richard Wheeler, Samuele Sala, Serguei Popov, Steven Dillman, Yuqi Li

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que a Inteligência Artificial (IA) é como um estudante superinteligente que acabou de se formar na universidade. Ele sabe muita teoria, consegue escrever poemas lindos e resolver equações complexas no papel. Mas, e se a gente pedir para ele ir para um laboratório real, pegar um microscópio, instalar um software específico e descobrir uma nova cura para uma doença? Será que ele consegue?

É exatamente para responder a essa pergunta que o time da PortexAI criou o COMPOSITE-STEM.

Aqui está a explicação do que é esse projeto, usando analogias do dia a dia:

1. O Que é o COMPOSITE-STEM? (O "Exame Prático")

Até hoje, a maioria dos testes para IAs era como um prova de múltipla escolha de um livro didático antigo. O aluno lia a pergunta, escolhia a letra A, B ou C e pronto. O problema é que, com o tempo, as IAs "decorem" as respostas dessas provas antigas. Elas não estão pensando de verdade, apenas lembrando do que viram antes.

O COMPOSITE-STEM é diferente. É como um exame prático de direção ou uma prova de culinária ao vivo.

  • Em vez de apenas responder "o que é uma célula?", a IA tem que entrar em um computador virtual (um "laboratório digital"), instalar as ferramentas certas, analisar uma imagem de microscópio e escrever um relatório.
  • São 70 desafios reais nas áreas de Física, Química, Biologia e Matemática.
  • Quem criou as perguntas foram especialistas de verdade: doutores, pesquisadores de universidades famosas e cientistas que trabalham no fronteira da ciência. Eles não queriam perguntas fáceis; queriam problemas que um cientista humano levaria horas para resolver.

2. Como eles avaliaram as IAs? (O "Júri de Especialistas")

Como você julga se a resposta de uma IA é boa em algo complexo? Se ela errar um número, mas acertar o raciocínio, ela passa ou reprova?

Os criadores usaram um sistema inteligente chamado "Júri de IAs":

  • Imagine que você tem um trabalho de faculdade. Em vez de um único professor corrigir, você tem 5 professores especialistas (que são outras IAs muito avançadas) lendo seu trabalho.
  • Eles não olham apenas se a resposta final está certa. Eles usam uma lista de critérios (como uma rubrica de culinária: "o bolo cresceu?", "o sabor está equilibrado?", "a apresentação está boa?").
  • Se a IA conseguir acertar a maioria dos critérios, ela passa, mesmo que não tenha dado a resposta exata no papel. Isso permite avaliar o processo de pensamento, não apenas o resultado final.

3. O Resultado: Quem Passou?

O time testou 4 das IAs mais poderosas do mundo (como o Claude, o Gemini e o GPT). O resultado foi um pouco decepcionante, mas muito revelador:

  • A melhor IA (Claude Opus) conseguiu resolver apenas 21% dos desafios.
  • As outras IAs ficaram ainda mais baixas, algumas com menos de 5% de acerto.

O que isso significa?
É como se você colocasse os melhores alunos da turma em um teste de mecânica de carros e apenas 2 deles conseguissem trocar o pneu sem ajuda. Isso mostra que, embora as IAs sejam ótimas em conversar e escrever textos, elas ainda têm muita dificuldade em trabalhar sozinhas em ambientes complexos, instalar ferramentas, lidar com erros e executar tarefas científicas reais.

4. Por que isso é importante?

Hoje, as empresas e cientistas querem usar IAs para acelerar descobertas (como criar novos remédios ou materiais). Mas, se a IA não consegue nem passar nesse "exame prático" básico, não podemos confiar nela para fazer o trabalho sujo do laboratório.

O COMPOSITE-STEM é um mapa do tesouro para os desenvolvedores. Ele mostra exatamente onde as IAs estão falhando:

  • Elas desistem rápido?
  • Elas não sabem instalar os programas certos?
  • Elas confundem os dados?

Resumo Final

Pense no COMPOSITE-STEM como um campo de treinamento de elite para robôs cientistas.

  • O Objetivo: Ver se as IAs conseguem sair do mundo da teoria e entrar no mundo da prática científica.
  • A Realidade: Elas ainda são "novatas". Conseguem apenas cerca de 1 em cada 5 missões.
  • O Futuro: Como todos os dados e desafios foram liberados para o público, cientistas de todo o mundo agora podem usar esse "treino" para melhorar as IAs, até que um dia elas sejam capazes de ajudar a descobrir a cura para doenças ou resolver crises energéticas sozinhas.

É um passo importante para garantir que, quando confiarmos nossa saúde e nosso futuro a uma IA, ela realmente saiba o que está fazendo.

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