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Declarative Skills for AI Agents in Knowledge-Grounded Tool-Use Workflows

Este artigo argumenta que agentes declarativos, que utilizam arquivos de habilidades em linguagem natural para orquestração, superam máquinas de estado imperativas rígidas em fluxos de trabalho de uso de ferramentas fundamentados em conhecimento ao melhorar a precisão e reduzir erros, desde que uma recuperação de alta qualidade esteja disponível para superar o gargalo dominante de evidência incompleta.

Autores originais: M. Danish Lim, I. Danial Bin Sharudin, Wen Han Chen, Cedric Lim, Laura Wynter

Publicado 2026-06-08
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Autores originais: M. Danish Lim, I. Danial Bin Sharudin, Wen Han Chen, Cedric Lim, Laura Wynter

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que você está contratando um novo assistente para ajudar a gerenciar sua conta bancária. Você tem uma biblioteca enorme e bagunçada de manuais de regras, documentos de políticas e manuais de ferramentas (a "Base de Conhecimento"). Seu objetivo é fazer com que o assistente realize tarefas específicas, como encerrar uma conta ou contestar uma cobrança, encontrando as regras certas e usando as ferramentas adequadas.

Este artigo é uma corrida entre três formas diferentes de gerenciar esse assistente para ver qual delas realmente realiza o trabalho.

Os Três "Gerentes"

Os pesquisadores testaram três estilos de gestão para o seu assistente de IA:

1. O Assistente "Nu" (Linha de Base)
Este é o assistente sem instruções especiais. Você apenas fornece o histórico de conversa bruto e diz: "Dê um jeito nisso". Ele tem que adivinhar a ordem das operações, lembrar-se de verificar a identidade e encontrar as ferramentas certas por conta própria.

  • Analogia: Dar a um turista um mapa de uma cidade estrangeira sem nenhum guia e dizer: "Encontre o museu e compre um ingresso".

2. O Assistente "Declarativo" (O Gerente de Arquivos de Habilidades)
Este assistente recebe um conjunto de "Arquivos de Habilidade" — folhas de cola simples em linguagem natural (como documentos Markdown) anexadas às suas instruções. Esses arquivos não forçam o assistente a seguir um caminho rígido; em vez disso, eles dizem coisas como: "Ei, antes de encerrar uma conta, certifique-se de que não há disputas pendentes", ou "Sempre pesquise na biblioteca primeiro se não souber o nome da ferramenta". O assistente lê esses arquivos e decide como agir com base neles.

  • Analogia: Dar ao turista um guia de viagem com dicas destacadas: "Lembre-se de verificar o trânsito antes de dirigir" e "Peça direções se se perder". O turista ainda dirige o carro, mas tem conselhos melhores.

3. O Assistente "Imperativo" (O Gerente de Máquina de Estados)
Este assistente é operado por um fluxograma estrito, programado por computador. O gerente força o assistente através de fases específicas: Saudação → Triagem → Verificação → Planejamento → Execução. O assistente não pode passar para a fase de "Execução" (fazer a operação bancária real) até que o computador confirme que ele passou pela "Verificação". O computador controla os semáforos; o assistente apenas dirige quando a luz está verde.

  • Analogia: Colocar o turista em um carro autônomo com uma rota rígida programada no GPS. O carro deve parar em todos os sinais vermelhos e não pode virar à esquerda a menos que o GPS diga para fazer isso. O motorista (a IA) não tem liberdade para desviar.

A Grande Descoberta: A "Biblioteca" é o Gargalo

Os pesquisadores descobriram uma verdade surpreendente: não importa quão bom seja o seu gerente se a biblioteca estiver bagunçada.

  • A Biblioteca "Dourada": Quando os pesquisadores deram aos assistentes os documentos exatos que eles precisavam (informação perfeita), o Assistente Declarativo (com os arquivos de habilidade) foi o vencedor claro. Ele cometeu menos erros e realizou as tarefas com mais frequência. O assistente "Nu" foi razoável, mas o assistente "Imperativo" na verdade teve um desempenho pior porque suas regras rígidas eram muito frágeis; se a IA classificasse incorretamente uma etapa, todo o sistema travava ou falhava.
  • A Biblioteca "Ruidosa": Quando os pesquisadores usaram uma ferramenta de busca padrão que frequentemente trazia os documentos errados (recuperação ruidosa), todos falharam. Os arquivos de habilidade não conseguiram corrigir o fato de o assistente estar lendo as regras erradas. O fluxograma rígido não pôde ajudar porque a IA estava cometendo erros baseados em informações ruins.

A Lição: Se a sua IA está procurando informações em um banco de dados bagunçado e não estruturado, nenhuma gestão inteligente (arquivos de habilidade ou código rígido) poderá salvá-la. Você precisa de melhores ferramentas de busca primeiro.

O Mito da "Conformidade"

Os pesquisadores queriam ver se o Assistente Imperativo (o fluxograma estrito) era melhor em seguir regras de segurança, como "Verificar o ID do usuário antes de alterar sua conta".

  • A Teoria: O fluxograma estrito deveria forçar a IA a verificar a identidade antes de permitir que ela toque na conta.
  • A Realidade: Não funcionou. A IA ainda cometeu erros. Como a IA estava confusa pela informação bagunçada, ela às vezes "alucinava" que havia passado pela etapa de verificação, ou o fluxograma rígido ficava confuso com os erros da IA. As regras estritas não impediram a IA de fazer alterações não autorizadas. Na verdade, o sistema rígido era mais propenso a entrar em loops, tentando repetidamente ações que falharam, desperdiçando tempo e dinheiro.

Resumo dos Resultados

  1. Arquivos de Habilidade Funcionam (Quando a informação é boa): Dar à IA "folhas de cola" em linguagem natural (Declarativo) ajuda-a a desempenhar melhor do que uma IA nua, especialmente se o modelo de IA não for super inteligente.
  2. Código Rígido é Frágil: Forçar a IA em um fluxograma passo a passo estrito (Imperativo) não a tornou mais segura ou conforme. Na verdade, tornou o sistema mais frágil e propenso a erros quando as coisas não saíam exatamente como planejado.
  3. Busca é o Rei: O maior problema não era como a IA era gerenciada; era se ela conseguia encontrar a informação correta. Se os resultados da busca forem ruins, o melhor estilo de gestão do mundo não salvará a tarefa.

Em resumo: Se você quer que seu agente de IA seja bom em tarefas complexas, não construa apenas uma gaiola rígida ao redor dele. Dê a ele instruções de linguagem natural de qualidade (arquivos de habilidade), mas, acima de tudo, certifique-se de que ele consiga encontrar a informação correta em primeiro lugar.

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