Using Large Language Models for Idea Generation in Innovation
Este estudo demonstra que, embora as ideias de produtos geradas por IA exibam menor novidade e diversidade em comparação com as geradas por humanos, elas superam significativamente as ideias humanas na intenção média de compra e são sete vezes mais propensas a figurar entre os 10% de conceitos de alta qualidade.
Artigo original dedicado ao domínio público sob CC0 1.0 (http://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo
Imagine que você está parado em um vasto campo nebuloso chamado "A Paisagem das Ideias". Seu objetivo é encontrar o tesouro mais valioso escondido em algum lugar deste campo. Neste mundo de negócios e inovação, esse tesouro é uma ideia de produto brilhante que as pessoas vão amar comprar. Por muito tempo, a única maneira de encontrar esses tesouros era enviar equipes de exploradores humanos. Esses humanos vagavam por aí, desenterrando ideias uma a uma. A regra do jogo sempre foi que você não precisa que todas as ideias sejam perfeitas; você só precisa encontrar algumas joias absolutas. Se você desenterrar 100 ideias e 99 forem pedras, mas uma for um diamante, você venceu. Mas e se você pudesse contratar um robô mágico e superveloz que pudesse desenterrar 1.000 ideias no tempo que um humano leva para desenterrar dez? Essa é a pergunta que os cientistas estão fazendo sobre a Inteligência Artificial (IA). Especificamente, eles estão testando os "Modelos de Linguagem de Grande Escala" (LLMs) — programas de computador superinteligentes treinados em quase tudo o que já foi escrito na internet. Esses programas são ótimos em escrever histórias e responder perguntas, mas será que podem ser tão criativos quanto os humanos quando o assunto é inventar coisas novas? Este artigo visa verificar se esses sonhadores digitais podem, de fato, superar a capacidade de inventar de pessoas reais.
Os pesquisadores de universidades de elite decidiram colocar isso à prova com um desafio específico: inventar um novo produto físico para estudantes universitários que custe 50 dólares ou menos. Eles reuniram três grupos diferentes de "geradores de ideias". O primeiro grupo era uma equipe de estudantes universitários que haviam feito uma aula de design de produto antes das ferramentas de IA como o ChatGPT estarem amplamente disponíveis. O segundo grupo era um programa de computador (GPT-4 da OpenAI) ao qual foi dada uma instrução simples, como uma tela em branco (isso é chamado de prompting "zero-shot"). O terceiro grupo era o mesmo programa de computador, mas desta vez ele recebeu alguns exemplos de boas ideias primeiro para ajudá-lo a entrar no clima (isso é chamado de prompting "few-shot").
Para ver quem se saiu melhor, os pesquisadores não perguntaram apenas aos especialistas; eles perguntaram a pessoas comuns. Eles mostraram centenas dessas ideias de produtos para um grande grupo de jovens universitários e perguntaram: "Qual a probabilidade de você comprar isso?". Eles transformaram essas respostas em uma "pontuação de compra" para medir a qualidade. Eles também usaram ferramentas de computador para verificar o quão semelhantes as ideias eram entre si e pediram às pessoas que avaliassem o quão "novo" ou "original" as ideias pareciam ser.
Aqui está o que eles descobriram, e é um pouco surpreendente. Primeiro, a IA foi, na verdade, melhor na tarefa principal: criar ideias que as pessoas quisessem comprar. Em média, as ideias geradas pelo computador foram classificadas com pontuações mais altas do que as ideias feitas pelos estudantes. O computador que recebeu alguns exemplos para começar (few-shot) teve o melhor desempenho de todos. É como se o robô tivesse um "ouvido" melhor para o que os clientes desejam.
No entanto, havia uma ressalva. Embora a IA fosse melhor em criar ideias boas, ela não era tão boa em criar ideias diferentes. As ideias do computador tendiam a parecer e soar muito semelhantes entre si. Se você imaginar os estudantes humanos explorando todo o campo nebuloso, a IA parecia permanecer em um ou dois pontos específicos, desenterrando muitas variações dos mesmos poucos tesouros. As ideias do computador também foram classificadas como ligeiramente menos "originais" ou únicas pelas pessoas que as leram. É como se o robô fosse muito bom em polir conceitos existentes, mas tivesse dificuldade em pensar fora da caixa da maneira que os humanos às vezes fazem.
Mas aqui está a parte mais emocionante. Na inovação, a ideia média não importa tanto quanto a melhor ideia. Os pesquisadores analisaram os 10% superiores de todas as ideias coletadas — as absolutamente melhores. Eles descobriram que a IA tinha sete vezes mais probabilidade de produzir uma ideia que entrasse nesse top 10% em comparação aos humanos. Para cada ideia excelente que os estudantes criaram, o computador criou sete.
Os autores sugerem que esta é, na verdade, uma estimativa conservadora. Eles nem sequer contaram o quão mais rápida a IA era. Um humano pode levar 15 minutos para criar cinco ideias, enquanto o computador poderia gerar 200 ideias no mesmo tempo. Portanto, o computador não é apenas melhor em qualidade; é um monstro de produtividade.
O artigo conclui que, embora a IA possa não ser tão selvagem ou diversa quanto uma sessão de brainstorming humana, ela é uma potência para encontrar ideias de alta qualidade e comercializáveis. Sugere que, no futuro, as empresas podem não precisar gastar tanto tempo tentando criar ideias do zero. Em vez disso, elas poderiam deixar a IA gerar centenas de opções de alta qualidade rapidamente, e então ter humanos focados em escolher as melhores e torná-las ainda melhores. O robô não está substituindo o sonhador humano, mas está dando a ele uma pá superpoderosa para desenterrar diamantes muito mais rápido.
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