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Energy-Efficient LLM Serving via Disaggregated Attention--FFN and Flexible Frequency Scaling

Este artigo apresenta o AFlex, um framework que reduz o consumo de energia no serviço de LLMs em até 49% por meio da execução desagregada de Attention-FFN, otimização conjunta de recursos e frequência, e um pipeline intercalado que se adapta às sensibilidades de frequência ao nível de operador enquanto atende a SLOs rigorosos de latência.

Autores originais: Cunchen Hu, Liangliang Xu, Tian Liu, Min Lyu, Yongkun Li, Sa Wang, Shuo Quan, Yanan Yang, Wenda Tang, Yiduo Wang, Fu Yu, Jie Wu

Publicado 2026-08-04
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Autores originais: Cunchen Hu, Liangliang Xu, Tian Liu, Min Lyu, Yongkun Li, Sa Wang, Shuo Quan, Yanan Yang, Wenda Tang, Yiduo Wang, Fu Yu, Jie Wu

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que você está operando um cérebro robótico massivo e superinteligente em um centro de dados gigante. Este cérebro, conhecido como Grande Modelo de Linguagem (LLM), é o motor por trás de chatbots, assistentes de programação e escritores criativos. Mas há um detalhe: esses cérebros são incrivelmente famintos. Eles consomem enormes quantidades de eletricidade, muitas vezes operando seus processadores em velocidade máxima, como o motor de um carro de corrida acelerando no limite de RPM mesmo quando o carro está preso no trânsito. Isso é um problema porque custa uma fortuna em energia e gera muito calor.

Para fazer esses robôs funcionarem mais rápido, cientistas descobriram como dividir o trabalho. Pense no processo de pensamento do robô como tendo duas etapas principais: primeiro, ele lê e entende sua pergunta (a fase de "prefill") e, segundo, ele escreve a resposta palavra por palavra (a fase de "decode"). Recentemente, engenheiros perceberam que é melhor colocar essas duas etapas em salas diferentes com equipes de trabalhadores diferentes, em vez de ter uma única equipe fazendo ambas. Isso é chamado de "desagregação". Isso ajuda o robô a responder mais rápido, mas não necessariamente faz com que ele use menos eletricidade. De fato, se você apenas diminuir a velocidade dos trabalhadores para economizar energia, o robô pode ficar lento demais e perder seus prazos. O grande questionamento é: como podemos diminuir a velocidade para economizar energia sem fazer o robô gaguejar ou falhar?

Este artigo apresenta um novo sistema inteligente chamado AFlex que resolve esse quebra-cabeça ao tratar o cérebro do robô como uma equipe de especialistas com diferentes necessidades de energia. Os pesquisadores descobriram que as duas partes principais do cérebro do robô — a parte que presta atenção às suas palavras (Atenção) e a parte que processa a lógica (Rede de Alimentação Direta, ou FFN) — não são iguais. Elas são como dois atletas diferentes: um é um velocista que precisa de um impulso de alta velocidade para correr rápido, enquanto o outro é um maratonista que se cansa se você forçar demais, mas consegue manter um ritmo constante e mais lento de forma eficiente.

Anteriormente, os sistemas tratavam todo o cérebro como uma unidade, forçando o velocista e o maratonista a correrem exatamente na mesma velocidade. Se você acelerasse para ajudar o velocista, o maratonista desperdiçaria energia. Se você desacelerasse para poupar o maratonista, o velocista ficaria lento demais. Os autores deste artigo descobriram que essas duas partes na verdade preferem velocidades diferentes dependendo do que o robô está fazendo, do comprimento da pergunta e de quantas pessoas estão fazendo perguntas ao mesmo tempo.

Para corrigir isso, o AFlex atua como um gerente inteligente que pode dar ao velocista e ao maratonista suas próprias pistas e suas próprias configurações de velocidade pessoais. Ele usa um "Escalonador Global" para planejar o quadro geral, decidindo quantos trabalhadores atribuir a cada tarefa, e um "Controlador Local" para ajustar suas velocidades em tempo real, segundo a segundo. O sistema também utiliza uma técnica especial de pipeline onde os trabalhadores trocam notas entre si enquanto ainda estão trabalhando, para que ninguém fique parado esperando. Essa abordagem "intercalada" mantém a linha de montagem movendo-se suavemente, sem lacunas.

Os pesquisadores testaram o AFlex em chips de computador poderosos (GPUs NVIDIA A800) usando dados do mundo real de tarefas de programação e conversação. Eles descobriram que, ao permitir que as partes de Atenção e FFN rodassem em suas próprias velocidades exclusivas de economia de energia, o sistema conseguia reduzir a energia usada por palavra gerada em até 49% em comparação com os melhores métodos existentes que dividiam o trabalho, e em 48% em comparação com sistemas que apenas tentavam desacelerar o chip inteiro. Crucialmente, o robô respondeu tão rápido quanto antes, cumprindo todas as suas promessas de velocidade. O artigo sugere que essa abordagem de dar a diferentes partes do cérebro da IA diferentes velocidades é um passo importante para tornar a inteligência artificial muito mais eficiente em termos de energia sem sacrificar o desempenho.

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