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Image Score: Learning and Evaluating Human Preferences for Mercari Search

Este artigo apresenta uma abordagem econômica e orientada por LLM, utilizando o prompting de Cadeia de Pensamento para gerar rótulos de qualidade de imagem que correlacionam com o comportamento humano na plataforma de comércio eletrônico do Mercari, levando, em última análise, a um crescimento significativo nas vendas por meio da melhoria da relevância da busca e da explicabilidade.

Autores originais: Chingis Oinar, Miao Cao, Shanshan Fu

Publicado 2026-05-04
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Autores originais: Chingis Oinar, Miao Cao, Shanshan Fu

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine o Mercari como um enorme e movimentado mercado de pulgas digital, onde milhões de pessoas compram e vendem tudo, desde roupas vintage até eletrônicos usados. Neste mercado, a coisa mais importante para um vendedor é sua "vitrine"—a foto que ele tira do seu item. Se a foto estiver embaçada, escura ou bagunçada, os compradores passam direto por ela, mesmo que o preço seja perfeito. Se a foto for brilhante, clara e parecer profissional, os compradores param e clicam.

A equipe do Mercari queria resolver um problema específico: Como podemos dizer automaticamente quais fotos são "boas" e quais são "ruins" sem contratar um exército de juízes humanos?

Aqui está a história de como eles fizeram isso, explicada de forma simples:

1. O Problema: O Comprador "Silencioso"

Em uma loja normal, você pode perguntar a um amigo: "Você gosta desta camisa?". Em um mercado online, os compradores não dizem nada. Eles apenas clicam ou não clicam. Isso é chamado de "feedback implícito".

  • O Desafio: Se um comprador clica em um item, é porque o item é exatamente o que ele queria (relevância), ou é simplesmente porque a foto parecia incrível?
  • O Objetivo: A equipe queria separar o fator "boa foto" do fator "produto certo". Eles queriam saber: Se dois itens têm o mesmo preço e o mesmo tipo, o que tem a melhor foto recebe mais cliques?

2. A Solução: O "Crítico de Arte de IA"

Geralmente, para ensinar a um computador como é uma "boa foto", você precisa de milhares de humanos olharem para imagens e darem notas a elas. Isso é lento e caro.
Em vez disso, a equipe do Mercari usou um Modelo de Linguagem Grande (LLM)—uma IA superinteligente que pode "ver" imagens. Pense nessa IA como um crítico de arte virtual.

  • O Processo: Eles pegaram grupos de itens semelhantes (como cinco anúncios diferentes do mesmo tipo de jeans) e perguntaram à IA: "Olhe para estas fotos. Compare-as entre si. Qual delas parece a melhor? Por quê?"
  • O Segredo (Cadeia de Pensamento): Eles não pediram apenas uma pontuação. Pediram à IA para "pensar em voz alta" (Cadeia de Pensamento). A IA tinha que explicar por que uma foto era boa: "A iluminação é brilhante", "As cores combinam", "O fundo está limpo". Isso ajudou a IA a dar pontuações muito mais precisas que correspondiam ao que humanos reais pensariam.

3. Treinando o "Classificador Inteligente"

O crítico de IA é ótimo, mas é lento e caro demais para usar em cada item do mercado toda vez que alguém faz uma busca. É como contratar um famoso crítico de arte para avaliar cada foto em uma biblioteca; levaria uma eternidade.

Então, eles usaram as notas do crítico de IA para treinar um modelo de computador leve e rápido (um "Classificador Inteligente").

  • A Analogia: Imagine que o crítico de IA é um chef mestre provando um prato e escrevendo uma resenha detalhada. O "Classificador Inteligente" é um chef júnior que observa o chef mestre provando muitos pratos, aprende os padrões e, em seguida, consegue adivinhar rapidamente a qualidade de novos pratos sem precisar da ajuda do chef mestre toda vez.
  • O Resultado: Este novo modelo aprendeu a prever quais fotos receberiam cliques com base nas "notas" que o crítico de IA lhes deu.

4. O Grande Teste: Colocando em Funcionamento

Eles testaram este sistema no mundo real no site do Mercari. Eles dividiram os usuários em dois grupos:

  • Grupo A (O Controle): Viu os resultados de busca como de costume.
  • Grupo B (O Teste): Viu resultados de busca onde itens com "fotos de alta qualidade" foram elevados para o topo, mesmo que fossem apenas ligeiramente menos relevantes para o termo de busca.

O Resultado:

  • Na Web: O grupo de teste comprou quase 7% a mais do que o grupo de controle. O "Classificador Inteligente" colocou com sucesso as fotos mais bonitas na frente dos compradores, e os compradores responderam clicando e comprando mais.
  • No Celular: Curiosamente, isso não funcionou tão bem em telefones celulares. Os autores sugerem que isso pode ser porque as telas dos celulares são menores, então os usuários podem se importar menos com pequenos detalhes visuais em comparação com pessoas navegando em monitores de computador grandes.

5. A Pegadinha: As Fotos "Falsas"

O artigo também nota um efeito colateral engraçado. Como a IA adora imagens bonitas, alguns vendedores começaram a postar imagens geradas por IA (arte feita por computador) em vez de fotos reais de seus itens. Essas imagens falsas receberam notas perfeitas e subiram para o topo da lista, mesmo não sendo produtos reais.

  • A Lição: O sistema precisa de um "detector de verdade" para garantir que as imagens bonitas sejam realmente itens reais, e não apenas arte digital.

Resumo

A equipe do Mercari construiu um sistema que usa uma IA inteligente para avaliar fotos de produtos, ensina um modelo mais rápido a imitar essa avaliação e usa essas avaliações para mostrar primeiro os itens com melhor aparência. O resultado? No site, as pessoas compraram mais porque os itens pareciam melhores. É um pouco como reorganizar uma mercearia para que os vegetais mais frescos e coloridos estejam sempre ao nível dos olhos—naturalmente, as pessoas compram mais deles.

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