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Automated classification method of COVID-19 cases from chest CT volumes using 2D and 3D hybrid CNN for anisotropic volumes

Este artigo propõe um novo método CNN híbrido 2D/3D que extrai características de volumes de TC de tórax anisotrópicos de forma eficaz ao analisar três planos mutuamente perpendiculares, alcançando uma acurácia de classificação de 83,3% para o diagnóstico de COVID-19 que supera modelos não híbridos.

Autores originais: Masahiro Oda, Tong Zheng, Yuichiro Hayashi, Yoshito Otake, Masahiro Hashimoto, Toshiaki Akashi, Shigeki Aoki, Kensaku Mori

Publicado 2026-08-03
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Autores originais: Masahiro Oda, Tong Zheng, Yuichiro Hayashi, Yoshito Otake, Masahiro Hashimoto, Toshiaki Akashi, Shigeki Aoki, Kensaku Mori

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que você é um detetive tentando resolver um mistério dentro de um bloco gigante de gelatina tridimensional. Esta não é uma gelatina qualquer; é um bloco de dados representando um tórax humano, fatiado em centenas de camadas finas como um pão de forma. No mundo da ciência médica, isso é chamado de tomografia computadorizada (TC). Normalmente, os detetives (médicos) examinam essas fatias uma a uma para encontrar pistas de uma infecção, como um intruso escondido. Mas quando um novo e sorrateiro vírus começou a se espalhar pelo mundo, havia blocos de gelatina demais para verificar manualmente, e os detetives estavam ficando cansados. Eles precisavam de um ajudante robô. É aqui que entra o "Diagnóstico Auxiliado por Computador". Pense nisso como um cérebro robô superinteligente que pode olhar para o bloco de gelatina e dizer: "Eu acho que este tem o vírus" ou "Este parece estar limpo". A parte complicada é que a gelatina não tem um formato perfeito; as fatias às vezes são grossas e às vezes finas, tornando difícil para os cérebos robôs padrão enxergarem todo o quadro com clareza. Este artigo é sobre a construção de um novo tipo de cérebro robô que é especialmente projetado para lidar com esses blocos de dados de formatos estranhos.

Os pesquisadores deste artigo, liderados por Masahiro Oda e sua equipe, queriam criar uma maneira melhor para os computadores diferenciarem automaticamente as tomografias computadorizadas de tórax que provavelmente têm COVID-19 daquelas que não têm. Eles notaram que a maioria dos cérebos robôs padrão (chamados de CNNs 3D) tem dificuldade quando as "fatias de pão" da TC têm espessuras desiguais. É como tentar comer um sanduíche onde o pão é grosso de um lado e fino como papel do outro; uma mordida normal pode perder o recheio inteiramente. Para corrigir isso, eles inventaram um céreço robô "híbrido". Em vez de apenas olhar para o bloco 3D de uma só vez, este novo cérebro tem um truque especial: ele olha para o bloco de três ângulos diferentes ao mesmo tempo — como olhar para um cubo pela frente, pela lateral e pelo topo. Ele usa olhos 2D planos para escanear cada um desses ângulos separadamente, capturando detalhes que um olho 3D poderia perder devido à espessura desigual das fatias.

Depois de reunir todas as pistas dessas três visões diferentes, o cérebro robô as combina em uma compreensão única e poderosa de toda a forma 3D. Ele então utiliza alguns truques matemáticos inteligentes, como "convoluções dilatadas" (que funcionam como uma lente grande-angular para ver tanto os detalhes minúsculos quanto o quadro geral) e "conexões de pooling densas" (que garantem que nenhuma informação importante se perca no processo), para tomar sua decisão final. A equipe testou este novo cérebro híbrido em um conjunto de dados de 1.288 volumes de TC de tórax. Eles descobriram que o novo método deles acertou a resposta cerca de 83,3% das vezes. Quando compararam com um cérebro robô que não usava esse truque especial de três ângulos, a versão híbrida foi claramente superior, obtendo cerca de 79,5% de precisão. O artigo sugere que, ao usar esses olhos 2D para lidar com as fatias desiguais, o robô pode aprender de forma mais eficaz, mesmo quando não há uma enorme quantidade de dados de treinamento disponível. Embora os autores observem que este é um passo à frente, eles também mencionam que trabalhos futuros são necessários para tornar o sistema ainda melhor e transformá-lo em uma ferramenta completa que os médicos possam usar todos os dias para ajudar a combater o vírus.

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