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Beyond the Best Guess: Improving LLM Solution Coverage with Evolution Strategies

Este artigo demonstra que as Estratégias de Evolução (ES) superam o Aprendizado por Reforço (RL) no pós-treinamento de Grandes Modelos de Linguagem para domínios de descoberta ao manter uma cobertura de soluções mais ampla e pontuações pass@k mais altas, evitando assim o colapso da distribuição de saída que limita a eficácia do RL na geração de soluções candidatas diversas.

Autores originais: Conor F. Hayes, Elliot Meyerson, Kajetan Schweighofer, Roberto Dailey, Babak Hodjat, Risto Miikkulainen, Xin Qiu

Publicado 2026-08-14
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Autores originais: Conor F. Hayes, Elliot Meyerson, Kajetan Schweighofer, Roberto Dailey, Babak Hodjat, Risto Miikkulainen, Xin Qiu

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que você está tentando encontrar um tesouro escondido em uma ilha vasta e nebulosa. No mundo da Inteligência Artificial, os Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) são como exploradores incrivelmente inteligentes que conseguem ler mapas e adivinhar onde o tesouro pode estar. Por muito tempo, a melhor maneira de treinar esses exploradores era mostrar-lhes um problema, deixá-los adivinhar e recompensá-los apenas se sua única melhor tentativa fosse perfeita. Esse método, conhecido como Aprendizado por Reforço (RL), é como um treinador rigoroso que grita "Errado!" a cada erro e "Perfeito!" para a única resposta certa. O problema é que esse treinador fica tão obcecado em encontrar essa única resposta perfeita que o explorador para de procurar em qualquer outro lugar. Eles param de explorar as bordas nebulosas da ilha onde outros tesouros podem estar escondidos, focando apenas no único lugar que acham estar correto.

Mas e se o tesouro não for apenas uma coisa? E se houver muitas maneiras diferentes de resolver um problema matemático ou descobrir um novo fato científico? Nesses domínios de "descoberta", não basta ter um palpite perfeito; você precisa de uma rede ampla para capturar qualquer solução correta. É aqui que entra uma nova ideia chamada "escalonamento em tempo de teste" (test-time scaling). Em vez de apenas pedir ao modelo uma resposta, pedimos que ele gere dezenas ou até centenas de tentativas diferentes e vemos se alguma delas está correta. O artigo que você está prestes a ler investiga se o nosso treinador rigoroso (RL) ou um método diferente de treinamento é melhor em ajudar o explorador a lançar uma rede ampla. Os pesquisadores descobriram que, enquanto o treinador rigoroso torna o explorador muito confiante em um único ponto, um método diferente chamado Estratégias Evolutivas (ES) mantém o explorador curioso e errante, garantindo que, se uma solução existir em qualquer lugar na névoa, o explorador terá muito mais probabilidade de encontrá-la.


O Artigo: Além do Melhor Palpite

Este artigo aborda um problema complexo no treinamento de IA: como garantir que um modelo de IA não apenas se torne muito bom em adivinhar a única resposta certa, mas que também consiga manter suas opções abertas para encontrar qualquer resposta certa? Os autores, pesquisadores do Cognizant AI Lab e da Universidade do Texas em Austin, compararam dois métodos de treinamento: o Aprendizado por Reforço (RL) padrão e uma abordagem mais nova chamada Estratégias Evolutivas (ES).

Pense no Aprendizado por Reforço como um aluno estudando intensamente para uma prova memorizando exatamente o gabarito. Se o aluno acerta uma questão, ele ganha um agrado; se erra, não ganha nada. Com o tempo, o aluno se torna um mestre nessa questão específica, mas deixa de compreender os conceitos subjacentes. No mundo da IA, isso causa algo chamado "colapso de distribuição". O modelo torna-se tão focado em seu "melhor palpite" que para de gerar respostas diversas. É como um músico que só toca uma nota porque é a única que recebe aplausos, esquecendo-se de como tocar uma música inteira.

As Estratégias Evolutivas (ES), por outro lado, funcionam mais como um ecossistema natural. Em vez de treinar um único modelo, a ES cria toda uma "população" de versões ligeiramente diferentes do modelo. Ela altera os "cérebros" (pesos) dessas versões aleatoriamente, como a natureza altera os genes por mutação, e observa quais versões têm o melhor desempenho. Crucialmente, ela não escolhe apenas o vencedor único e descarta o resto; ela aprende com todo o grupo. Isso mantém o "cérebro" da IA flexível e diverso, permitindo que ela explore muitos caminhos diferentes para uma solução.

Os pesquisadores testaram esses métodos em problemas matemáticos, variando de aritmética simples a desafios complexos de nível de Olimpíada, usando modelos de diferentes tamanhos (de 1,5 bilhão a 32 bilhões de parâmetros). Eles mediram o sucesso usando uma métrica chamada pass@k. Imagine pedir à IA para gerar 100 respostas diferentes para um problema. Pass@1 pergunta: "A primeira resposta está correta?". Pass@k pergunta: "Pelo menos uma das 100 respostas está correta?".

Aqui está o que eles descobriram:

1. A Armadilha do "Melhor Palpite"
Quando os pesquisadores observaram o pass@1 (o melhor palpite único), os modelos treinados por RL eram frequentemente muito bons. Eles eram aguçados e confiantes. No entanto, conforme os pesquisadores aumentavam o número de palpites (k) para 2, 8, 16 ou até 128, os modelos de RL atingiam um limite. O desempenho deles parava de melhorar. Na verdade, para alguns problemas difíceis, os modelos de RL tornaram-se piores do que o modelo original, não treinado, quando recebiam muitas chances de tentar. O modelo de RL tornou-se tão estreito em seu pensamento que parou de encontrar respostas corretas que fossem ligeiramente diferentes de sua "favorita".

2. O Poder da Diversidade
Em contraste, os modelos treinados por ES mostraram um padrão diferente. Embora também fossem bons em acertar o primeiro palpite, seu verdadeiro superpoder aparecia conforme o número de palpites aumentava. Conforme os pesquisadores solicitavam mais e mais amostras (até 128), os modelos de ES continuavam encontrando novas soluções corretas. O artigo mostra que a ES alcançou consistentemente pontuações de pass@k mais altas do que o RL em todos os tamanhos de modelos e benchmarks matemáticos testados.

3. Por que Isso Acontece
Os autores investigaram o porquê disso acontecer. Eles descobriram que o treinamento por RL tende a "podar" o conhecimento da IA. Ele deleta os caminhos que levam a respostas corretas, porém menos comuns, tornando alguns problemas impossíveis de resolver mesmo que a IA tente 100 vezes. O método ES, no entanto, preserva a "amplitude" do conhecimento da IA. Ele não aprende apenas a resposta certa; ele aprende a manter muitas portas abertas. Quando os pesquisadores observaram a "entropia" da IA (uma medida de quão diversas são suas respostas), viram que, quando os modelos de RL falhavam, eles eram confiantemente errados (baixa diversidade). Quando os modelos de ES falhavam, eles ainda eram diversos e incertos, o que significa que ainda estavam explorando e tinham uma chance melhor de encontrar a resposta se tivessem mais tempo ou computação.

4. O Impacto no Mundo Real
O artigo sugere que, para problemas onde precisamos descobrir coisas novas — como resolver uma prova matemática difícil, escrever código ou encontrar um novo fato científico — ter um modelo que possa gerar uma grande variedade de soluções corretas é mais valioso do que ter um modelo que seja apenas muito bom em um palpite específico. Ao usar ES, podemos obter melhores resultados nesses domínios de descoberta porque o modelo é menos propenso a ficar preso em uma "armadilha local" e mais propenso a encontrar a solução global.

Em resumo, o artigo argumenta que, se você quer que uma IA seja um grande explorador no desconhecido, não deve apenas treiná-la para ser o melhor adivinhador do dia. Você deve treiná-la para manter suas opções abertas, vagar um pouco e estar pronta para encontrar o tesouro, não importa onde ele esteja escondido. As Estratégias Evolutivas, afinal, são o melhor tipo de treinador para esse tipo de aventura.

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