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⚛️ quantum physics

Entanglement distribution and quantum storage of more than 8000 modes over a metropolitan network

Este artigo demonstra um nó de repetidor quântico utilizando uma memória de íons de terras raras multimodo para distribuir com sucesso o emaranhamento através de uma rede de fibra metropolitana enquanto armazena mais de 8.000 modos temporais, marcando um passo significativo em direção à comunicação quântica prática e de alta capacidade.

Autores originais: Angelo Gelmini Rodriguez, Louis Nicolas, Théo Sanchez Mejia, Pavel Sekatski, Nicolas Brunner, Towsif Taher, Rob Thew, Philippe Goldner, Mikael Afzelius

Publicado 2026-08-14
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Autores originais: Angelo Gelmini Rodriguez, Louis Nicolas, Théo Sanchez Mejia, Pavel Sekatski, Nicolas Brunner, Towsif Taher, Rob Thew, Philippe Goldner, Mikael Afzelius

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine a internet como uma rodovia gigante e movimentada onde a informação viaja à velocidade da luz. Agora, imagine tentar construir uma superestrada para um tipo completamente novo de tráfego: a informação "quântica". Isso não se trata apenas de enviar e-mails mais rápido; trata-se de criar uma rede que seja fundamentalmente impossível de hackear e capaz de resolver problemas que levariam os supercomputadores atuais milhões de anos. Para fazer isso acontecer, cientistas estão tentando construir "repetidores quânticos". Pense neles como paradas de descanso em uma longa viagem de carro. Como os sinais quânticos são incrivelmente frágeis, eles não podem viajar por distâncias muito longas sem desaparecerem ou se perderem. Um repetidor captura o sinal, armazena-o com segurança e depois o envia para a próxima parada. Mas aqui está a parte complicada: o sinal viaja tão rápido que, no momento em que o repetidor descobre como armazená-lo, o sinal já passou voando. Para corrigir isso, o repetidor precisa ser capaz de capturar muitos sinais de uma só vez, como uma rede que pode pegar um cardume inteiro de peixes em vez de apenas um. Isso é chamado de "multiplexação", e é o ingrediente secreto necessário para criar uma internet quântica real e funcional.

Neste novo e emocionante estudo, uma equipe de pesquisadores da Suíça e da Finlândia construiu um protótipo de uma dessas paradas de descanso de alta tecnologia e testou-o no mundo real. Eles criaram uma "memória quântica" especial feita de um cristal dopado com íons de terras raras (especificamente Itérbio-171). Você pode pensar neste cristal como uma esponja mágica que pode absorver partículas de luz (fótons) e segurá-las por uma fração minúscula de segundo antes de expulsá-las de volta. A equipe não armazenou apenas um fóton; eles conseguiram armazenar milhares deles ao mesmo tempo, efetivamente transformando uma estrada de pista única em uma enorme superestrada de múltiplas faixas.

Os pesquisadores configuraram seu experimento de duas maneiras. Primeiro, em seu laboratório, enviaram um fóton através de uma longa bobina de cabo de fibra óptica (25,3 quilômetros) e armazenaram seu fóton parceiro em sua memória de cristal. Eles provaram que os dois fótons permaneceram "emaranhados" — uma conexão quântica fantasmagórica onde eles compartilham um destino, independentemente da distância — mesmo após o armazenamento. Mas a verdadeira magia aconteceu quando levaram essa configuração para fora do laboratório e para a cidade de Genebra. Eles conectaram sua memória quântica a um detector em um edifício universitário diferente usando um trecho de 5,66 quilômetros da rede de fibra óptica real da cidade.

Os resultados foram impressionantes. No laboratório, eles armazenaram e recuperaram com sucesso o emaranhamento através de 16.340 diferentes "janelas de tempo" (ou modos) de uma só vez. Quando se mudaram para a rede da cidade, ainda conseguiram armazenar impressionantes 8.235 modos por 63 microssegundos. Para colocar isso em perspectiva, experimentos anteriores haviam conseguido armazenar apenas algumas dezenas ou talvez algumas centenas de modos. Ao usar uma ferramenta matemática chamada "decomposição de Schmidt", a equipe mostrou que sua memória é incrivelmente eficiente em lidar com essa enorme quantidade de dados simultaneamente. Eles também confirmaram que o emaranhamento sobreviveu à jornada através dos cabos da cidade, provando que esta tecnologia pode funcionar fora de um ambiente controlado de laboratório.

Embora isso ainda não seja uma internet quântica totalmente funcional, é um salto gigantesco à frente. O artigo sugere que, ao usar este tipo específico de cristal e técnica de memória, podemos superar o maior gargalo da rede quântica: o limite de velocidade causado pelo tempo que a luz leva para viajar. Os pesquisadores observam que, embora seu sistema atual seja uma grande melhoria, ainda há espaço para crescer. Eles apontam que o "tempo de retenção" da memória poderia potencialmente ser estendido de microssegundos para milissegundos, e a eficiência poderia ser aumentada ainda mais. Por enquanto, porém, eles demonstraram que é possível construir um nó de repetidor quântico que pode capturar, segurar e liberar milhares de sinais quânticos de uma só vez, pavimentando o caminho para um futuro onde a comunicação quântica não é apenas um sonho, mas uma realidade correndo logo abaixo de nossos pés nos cabos de fibra óptica da cidade.

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