0xPass: A Secure Protocol for Universal Cross-Chain Accounts
Este artigo apresenta o 0xPass, uma arquitetura de protocolo modular que possibilita contas cross-chain universais e seguras ao separar a orquestração de requisições, a resolução de transações e a assinatura em camadas interoperáveis com assinaturas de limiar, enquanto delineia um caminho de implantação em estágios para eliminar progressivamente a confiança centralizada e preservar o controle do usuário.
Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo
No mundo digital das criptomoedas, os ativos de um usuário estão frequentemente espalhados por diversas redes diferentes, cada uma com suas próprias regras e chaves. Para mover dinheiro de uma rede para outra, uma pessoa geralmente precisa navegar por uma série complexa de etapas, fazendo login em diferentes sistemas e assinando transações separadas para cada movimento. Essa fragmentação torna o uso do dinheiro digital difícil e arriscado, pois um erro em uma etapa pode levar à perda de fundos. O desafio central para os pesquisadores nesta área é criar um sistema que permita que uma única pessoa controle todos os seus ativos em diferentes redes como se estivessem em um só lugar, sem sacrificar a segurança que mantém esses ativos seguros. A segurança, neste contexto, baseia-se na ideia de que nenhum computador individual deve deter a chave completa do dinheiro de um usuário; em vez disso, o poder de assinar transações é dividido entre muitos computadores, de modo que um hacker precisaria invadir vários deles ao mesmo tempo para causar danos.
Uma equipe de pesquisadores propôs um novo sistema chamado 0xPass, projetado para resolver esse problema ao criar uma conta universal que funciona em múltiplos ecossistemas de criptomoedas. O sistema é construído como um edifício de três andares, onde cada andar cuida de uma parte específica do trabalho. O andar superior, chamado Orquestrador, atua como o recepcionista. Ele verifica quem é o usuário, valida sua identidade e ouve suas solicitações. Quando um usuário deseja mover dinheiro ou trocar ativos, ele diz ao Orquestrador o que deseja fazer. O andar do meio, o Solucionador (Solver), atua como o planejador. Ele pega a solicitação do usuário e elabora a cadeia exata de passos necessários para que ela aconteça, muitas vezes envolvendo movimentos através de diferentes blockchains e pontes (bridges). O andar inferior, a camada de Transação, é o trabalhador. Ele realmente assina os documentos digitais que movem o dinheiro, mas o faz usando um método especial onde o poder de assinatura é compartilhado entre muitos computadores, garantindo que nenhuma máquina individual detenha a chave secreta completa.
Os pesquisadores projetaram este sistema para ser modular, o que significa que novos recursos podem ser adicionados a qualquer andar sem a necessidade de derrubar todo o edifício. No início, todo o sistema será operado por uma única organização para garantir que funcione perfeitamente. Mais tarde, o plano é abrir o sistema para que grupos externos possam operar suas próprias partes do sistema. Essa transição ocorre em duas etapas. Primeiro, grupos externos confiáveis poderão ingressar após serem cuidadosamente verificados e assinarem acordos legais. Na etapa final, qualquer grupo pode ingressar automaticamente ao bloquear uma certa quantidade de dinheiro digital como garantia. Se eles agirem de forma desonesta ou se seu software falhar, esse dinheiro bloqueado será usado para indenizar os usuários que tiveram prejuízo. Essa estrutura permite que a rede cresça e se torne mais segura ao longo do tempo, conforme mais grupos independentes ajudam a gerir o sistema.
Uma parte crítica do design é como ele lida com a identidade do usuário e as chaves necessárias para assinar transações. Quando um usuário entra pela primeira vez, ele cria uma conta universal e registra sua identidade, frequentemente usando métodos de login seguros já existentes. Eles também geram uma chave de assinatura especial que permanece em seu próprio dispositivo. Para mover dinheiro, o usuário deve provar quem é para o andar superior do sistema. Uma vez verificado, o sistema pede ao usuário que assine uma solicitação específica. Para tornar esse processo mais rápido e menos incômodo para o usuário, o sistema permite um método de delegação. O usuário pode conceder uma permissão temporária e limitada ao andar de planejamento para assinar uma sequência específica de transações em seu nome. Essa permissão é rigorosa: ela apenas permite que o sistema assine a cadeia exata de movimentos necessária para aquela solicitação específica, e expira imediatamente após o trabalho ser concluído. Isso garante que, mesmo que os computadores de planejamento sejam comprometidos, eles não possam roubar o dinheiro do usuário, pois possuem apenas o poder de assinar o que o usuário autorizou explicitamente para aquele momento específico.
Para proteger contra a perda dessas chaves vitais, o sistema inclui uma rede de segurança. Se um usuário perder seu dispositivo ou sua senha, ele pode recuperar sua conta. Os pesquisadores sugerem dividir a chave secreta em pedaços e armazená-los em diferentes locais seguros, incluindo na própria rede em uma subcamada especial dedicada à gestão de chaves. Para recuperar os pedaços, o usuário deve provar sua identidade e fornecer uma senha. Isso significa que, mesmo que um hacker roube um pedaço da chave, ele não poderá usá-lo sem a senha, e mesmo que consiga a senha, não poderá usá-la sem os pedaços. À medida que a rede evolui, esses pedaços de chave podem ser armazenados entre muitos grupos independentes diferentes, de modo que, se um grupo ficar offline, o usuário ainda possa recuperar sua chave de outro grupo.
Os pesquisadores reconhecem que este sistema está atualmente em fase de planejamento e desenvolvimento inicial. A primeira fase envolve a construção da versão básica do sistema sob controle centralizado para testar como as diferentes camadas se comunicam. As fases subsequentes de abertura da rede para grupos externos são planejadas, mas ainda não foram totalmente concretizadas. Os autores propõem que, ao utilizar essa abordagem em camadas, combinada com verificações de identidade rigorosas e poder de assinatura compartilhado, é possível criar uma maneira contínua para que as pessoas gerenciem seus ativos digitais em todo o mundo das criptomoedas sem precisar confiar seu dinheiro a uma única autoridade central. O objetivo é tornar a complexa maquinaria das transferências entre redes invisível para o usuário, deixando-lhe uma conta única e segura que funciona em qualquer lugar.
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