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Performance and Productivity of Ocimum species under an Aonla-based Agroforestry System in the Submontane low hill zone of the North-Western Himalaya

Este estudo realizado no Himalaia Noroeste de 2024 a 2025 demonstra que um sistema agroflorestal baseado em Aonla combinado com a aplicação de vermicomposto aumenta significativamente o crescimento, o rendimento e a fertilidade do solo de espécies de *Ocimum*, com o *Ocimum basilicum* (Bhabri tulsi) apresentando a maior produtividade biológica e o *Ocimum sanctum* (Ram tulsi) proporcionando os melhores retornos económicos.

Autores originais: Saakshi Kumari, Vipan Guleria, Renu Kapoor, Sahil Chauhan, Prashant Rana, Makvana RahulKumar

Publicado 2026-08-28
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Autores originais: Saakshi Kumari, Vipan Guleria, Renu Kapoor, Sahil Chauhan, Prashant Rana, Makvana RahulKumar

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Nas encostas do Himalaia, onde a terra é íngreme e o solo é precioso, os agricultores enfrentam um desafio constante: como cultivar comida e remédios suficientes sem esgotar a terra. Durante séculos, a solução tem sido frequentemente misturar diferentes tipos de plantas, uma prática conhecida como agrofloresta. Em vez de plantar uma única cultura em um campo vasto e vazio, os agricultores cultivam árvores ao lado de plantas menores. As árvores fornecem sombra e estrutura, enquanto as plantas menores preenchem as lacunas, criando um ecossistema movimentado e estratificado que utiliza a luz solar e os nutrientes de forma mais eficiente. Entre as árvores mais valiosas nesta região está o aonla, ou groselha indiana, um fruto conhecido pelo seu alto teor de vitamina C e profundas raízes na medicina tradicional. Ao lado dele cresce a tulsi, uma erva sagrada com um aroma distinto e propriedades medicinais poderosas. Embora ambas as plantas sejam valiosas individualmente, os cientistas há muito se perguntam se elas poderiam prosperar juntas, e se a adição de estimulantes naturais do solo, como o composto, poderia torná-las ainda mais produtivas. A questão não é apenas sobre cultivar mais plantas, mas sobre encontrar uma forma de cultivar que mantenha o solo saudável e a renda do agricultor segura para o futuro.

Uma equipa de investigadores partiu para responder a estas questões na zona de colina baixa submontana de Himachal Pradesh, Índia. Eles estabeleceram um estudo num pomar existente de árvores de aonla de onze anos, criando um laboratório vivo onde poderiam testar como diferentes tipos de tulsi se comportariam sob a copa das árvores. Escolheram três variedades distintas da erva: Ram tulsi, conhecida pela sua significância espiritual; Shyam tulsi, uma variedade de folhas verdes; e Bhabri tulsi, um tipo mais arbustivo. Para ver como o solo poderia ser melhorado, dividiram o pomar em parcelas e aplicaram diferentes tratamentos. Algumas parcelas receberam fertilizantes químicos padrão, outras receberam estrume de curral, um terceiro grupo recebeu vermicomposto, que é um composto rico em nutrientes feito por minhocas, e um grupo final não recebeu qualquer fertilizante para servir como base de comparação. Ao longo de um ano, de 2024 a 2025, os investigadores mediram cuidadosamente o crescimento das plantas, quantas folhas produziam e quanto óleo essencial podia ser extraído da sua folhagem. Eles também escavaram amostras de solo para ver como os diferentes tratamentos alteraram a química da terra e calcularam os retornos financeiros para cada método.

Os resultados pintaram um quadro claro do que funciona melhor neste ambiente específico. As plantas que receberam vermicomposto cresceram significativamente mais e produziram muito mais folhas do que aquelas nas parcelas de controlo ou naquelas tratadas apenas com fertilizantes químicos. Entre as três variedades, a Bhabri tulsi provou ser a mais vigorosa em termos de crescimento físico, atingindo alturas de quase noventa centímetros e produzindo mais de setecentas folhas por planta quando alimentada com o composto de minhocas. Esta variedade também desenvolveu os sistemas radiculares mais pesados e a maior biomassa foliar. No entanto, a história mudou ligeiramente quando os investigadores observaram o óleo essencial, o líquido valioso usado em medicamentos e perfumes. Embora a Bhabri tulsi tenha crescido mais, a variedade Ram tulsi produziu a maior quantidade de óleo, rendendo mais de nove quilogramas por hectare quando cultivada com vermicomposto. A variedade Shyam tulsi, embora não fosse a mais alta ou a mais oleosa, mostrou os níveis mais elevados de clorofila, o pigmento verde que ajuda as plantas a produzir alimento a partir da luz solar, sugerindo que era muito eficiente na fotossíntese.

Para além das próprias plantas, o estudo revelou como estes métodos de cultivo afetaram o solo abaixo delas. O solo sob as árvores permaneceu estável, sem alterações significativas na sua acidez ou níveis de salinidade, o que é um bom sinal de que o sistema está equilibrado. No entanto, o solo tornou-se mais rico. As parcelas tratadas com matéria orgânica, particularmente o vermicomposto e o estrume de curral, mostraram um aumento acentuado na quantidade de carbono orgânico e na disponibilidade de nutrientes essenciais como nitrogénio, fósforo e potássio. Isto significa que o solo estava a tornar-se mais fértil e melhor capaz de sustentar a vida vegetal sem a necessidade de produtos químicos agressivos. Os investigadores descobriram que a combinação de árvores de aonla, tulsi e vermicomposto criou um efeito sinérgico onde o sistema completo era maior do que a soma das suas partes. As árvores proporcionavam um microclima que protegia as ervas, enquanto as ervas e os fertilizantes orgânicos ajudavam a nutrir o solo para as árvores.

A análise económica do estudo confirmou que esta abordagem não é apenas ecologicamente sólida, mas também financeiramente inteligente. Embora o custo de cultivar as ervas com vermicomposto fosse mais elevado devido ao custo do composto, os retornos foram substanciais. O tratamento combinando árvores de aonla, Ram tulsi e vermicomposto gerou o rendimento total mais elevado, trazendo mais de duzentos e sessenta mil rupias por hectare. Ainda mais impressionante foi a relação benefício-custo do tratamento utilizando estrume de curral com Ram tulsi, que mostrou que para cada rúpia gasta, o agricultor poderia esperar receber de volta quase quatro rupias. Isto sugere que, embora o investimento inicial em insumos orgânicos de alta qualidade possa ser elevado, o retorno a longo prazo em termos de rendimento e saúde do solo é significativo. O estudo conclui que a integração destas ervas medicinais com árvores de fruto, especialmente quando apoiada por fontes de nutrientes orgânicos, oferece um caminho viável para os agricultores da região. Proporciona uma forma de maximizar o uso de terras limitadas, melhorar a saúde do solo e gerar múltiplas fontes de rendimento, transformando um simples pomar num ecossistema resiliente e produtivo.

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