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Theory of Subjective Entropy: Cognition as compression of information

Este artigo propõe a Teoria da Entropia Subjetiva, que formaliza a aleatoriedade como uma relação entre os dados e o modelo interno de um agente, demonstrando, por meio de experimentos, que a medida de compressibilidade do algoritmo Context-Tree Weighting prevê a precisão da predição de sequências humanas melhor do que os modelos tradicionais baseados em frequência.

Autores originais: Mikael Lindmark Moesgaard, Jakob Kargo Mortensen

Publicado 2026-08-06
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Autores originais: Mikael Lindmark Moesgaard, Jakob Kargo Mortensen

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). ⚕️ Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo

Imagine que o seu cérebro é um detetive superinteligente tentando resolver um mistério, mas o mistério é apenas um fluxo de eventos aleatórios, como uma moeda sendo lançada repetidamente. Por décadas, cientistas observaram esses eventos usando uma ferramenta chamada "entropia de Shannon", que basicamente pergunta: "Esta moeda é justa?" Se a moeda for justa, a resposta é "sim, é totalmente aleatória", e o detetive desiste, assumindo que não há padrão para encontrar. Mas e se o problema não for a moeda? E se o problema for o caderno do detetive? Este artigo mergulha em um canto fascinante da ciência chamado Teoria da Informação Algorítmica e Inferência Ativa. Pense na Teoria da Informação Algorítmica como o estudo de quanta "compressão" você pode fazer em um arquivo — como compactar uma pasta para torná-la menor. Se você conseguir compactá-la bem, há um padrão. Se ela continuar enorme, é verdadeiramente aleatória. A Inferência Ativa é a ideia de que nossos cérebros estão constantemente tentando diminuir sua própria "surpresa" ao prever o que acontece a seguir. Nós nos importamos com isso porque muda a forma como vemos o mundo: talvez o universo não seja caótico, mas nossos modelos internos simplesmente não sejam bons o suficiente para enxergar a ordem oculta.

Os autores, Mikael Lindmark Moesgaard e Jakob Kargo Mortensen, propõem uma nova ideia chamada Teoria da Entropia Subjetiva. A grande afirmação deles é que a "aleatoriedade" não é apenas uma propriedade da moeda ou da fonte; é uma relação entre a sequência de eventos e o modelo interno da pessoa que observa. Para testar isso, eles realizaram dois experimentos online com 159 participantes. Os participantes jogavam um jogo onde tinham que adivinhar a cor de um quadrado (azul ou laranja) que aparecia em suas telas. Os quadrados seguiam uma sequência binária (como 1s e 0s) que foi gerada para ser globalmente aleatória — ou seja, se você olhasse para o todo, pareceria um lançamento de moeda justa, sem padrões. No entanto, os pesquisadores usaram uma ferramenta matemática especial chamada algoritmo de Pesagem de Árvore de Contexto (CTW) para fatiar essas sequências em pequenos pedaços. Alguns pedaços eram "sub-entrópicos", o que significa que possuíam padrões ocultos e compressíveis que o modelo CTW conseguia detectar. Outros pedaços eram "super-entrópicos", o que significa que eram verdadeiramente bagunçados e incompressíveis.

Aqui está a reviravolta: embora a sequência inteira fosse aleatória, os participantes não adivinhavam aleatoriamente. O estudo descobriu que, quando a sequência entrava em uma região "sub-entrópica" (um pedaço com um padrão oculto), os participantes eram significativamente melhores em prever a próxima cor. Na verdade, quanto mais "compressível" era um pedaço (quanto mais o modelo CTW conseguia encolhê-lo), maior era a precisão dos participantes. O artigo sugere que os seres humanos estão agindo como esses modelos CTW, tentando constantemente encontrar o arquivo "zip" mais curto para os dados que veem. Quando encontram um padrão, tornam-se melhores em adivinhar.

Crucialmente, os autores descartaram algumas explicações mais simples. Eles mostraram que os participantes não estavam apenas contando quantos azuis ou laranjas haviam aparecido até agora (uma contagem de frequência simples); eles estavam realmente detectando estruturas mais profundas e complexas. Eles também compararam seus resultados com uma linha de base de "moeda justa" e descobriram que, embora a precisão geral orbitasse os 50% (chance), a precisão local em regiões com padrões era claramente superior. O artigo sugere que isso acontece porque nossos cérebros são movidos por um princípio chamado minimização de energia livre — basicamente, nossos cérebros odeiam ser surpreendidos, então buscam ativamente padrões para comprimir a informação e tornar o mundo mais previsível.

O estudo mediu isso com alta precisão. Ao longo de 89.520 tentativas, identificaram mais de 22.000 regiões "sub-entrópicas" e 22.000 regiões "super-entrópicas". Eles descobriram que, para cada bit extra de "compressão" (uma medida de quanto o padrão poderia ser encolhido) em uma região sub-entrópica, as chances de um acerto aumentavam. Em regiões super-entrópicas, onde nenhum padrão existia, a precisão dos participantes permanecia próxima ao acaso e, curiosamente, eles pareciam parar de procurar padrões à medida que as regiões bagunçadas ficavam mais longas, sugerindo que eram inteligentes o suficiente para saber quando desistir.

Então, o que isso significa? Sugere que, mesmo em um mundo que parece totalmente aleatório, nossos cérebros estão constantemente escaneando o "código postal" da realidade. Não vemos apenas ruído; vemos potencial estrutura. Se uma sequência tem um padrão oculto, mesmo que minúsculo, nossos modelos internos podem se agarrar a ele e melhorar nossas previsões. O artigo conclui que a "aleatoriedade" é subjetiva: uma sequência pode ser aleatória para um observador simples, mas cheia de ordem para um observador mais inteligente. Este framework não apenas explica como vocês adivinham cores em uma tela; oferece uma nova maneira de pensar sobre como todos os sistemas cognitivos processam informação, sugerindo que o próprio ato de pensar é o ato de comprimir o universo em algo que possamos compreender.

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