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In Vivo Digestibility, In Vitro Gas Fermentation and Enteric Methane Values of Sunn Hemp’s  (Crotalaria juncea L.) as Affected by Cutting Stages

Este estudo demonstra que o Crotalária (Crotalaria juncea L.) oferece qualidade nutricional superior, digestibilidade e menores emissões de metano entérico quando colhido em estágios iniciais de corte, ao passo que o atraso na colheita leva à redução do conteúdo de proteína e energia, juntamente com o aumento da produção de metano.

Autores originais: Muazzez Cömert Acar, FATMA ATLI, GULCAN DEMIROGLU TOPCU, ŞÜKRÜ SEZGİ OZKAN

Publicado 2026-08-18
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Autores originais: Muazzez Cömert Acar, FATMA ATLI, GULCAN DEMIROGLU TOPCU, ŞÜKRÜ SEZGİ OZKAN

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Animais ruminantes, como ovelhas e gado, possuem um sistema digestivo único que depende de uma comunidade agitada de micróbios que vivem dentro de seus estômagos para decompor matéria vegetal resistente. Esses micróbios fermentam o alimento, liberando energia para o animal e produzindo gases como subproduto. Um desses gases, o metano, é um contribuinte potente para as mudanças climáticas, e sua produção está intimamente ligada ao tipo de planta que o animal consome. Plantas jovens e folhosas são geralmente mais fáceis de serem digeridas pelos micróbios e produzem menos metano, enquanto plantas mais velhas e resistentes, com caules mais fibrosos, exigem mais esforço para serem decompostas, o que frequentemente leva a maiores emissões de metano. À medida que a demanda global por uma produção pecuária sustentável cresce, encontrar culturas de forragem que ofereçam alta nutrição enquanto minimizam o impacto ambiental tornou-se um objetivo crítico para agricultores e cientistas.

Em um estudo recente conduzido no clima mediterrâneo de Izmir, Turquia, pesquisadores investigaram uma leguminosa tropical conhecida como Capim-de-Sol (Sunn Hemp) para determinar o melhor momento para colhê-la para alimentação animal. A planta é conhecida por seu crescimento rápido e capacidade de enriquecer o solo, mas seu valor como alimento muda dramaticamente conforme amadurece. Os cientistas cultivaram a cultura e a colheram em quatro estágios distintos de desenvolvimento: quando a planta apresentou os primeiros botões, quando metade das flores estavam abertas, quando todas as flores estavam totalmente desabrochadas e quando a planta começou a produzir sementes. Eles então alimentaram amostras de cada uma dessas quatro colheitas a um pequeno grupo de ovelhas para medir quão bem os animais consegam digerir o alimento e quanto gás a planta produziu durante a fermentação.

Os resultados revelaram uma mudança clara e significativa no perfil nutricional da planta conforme ela envelhecia. Na colheita mais precoce, a planta era rica em proteína, contendo cerca de 16 por cento de proteína bruta, que é um nutriente vital para o crescimento animal. No entanto, à medida que a planta avançava para o estágio de produção de sementes, esse teor de proteína caiu para aproximadamente 13 por cento. Ao mesmo tempo, a planta tornou-se muito mais resistente. A quantidade de material fibroso, que atua como um esqueleto estrutural para a planta, aumentou de cerca de 64 por cento na primeira corte para mais de 84 por cento no corte final. Essa mudança estrutural tornou a planta significativamente mais difícil de ser digerida pelas ovelhas. Os animais foram capazes de absorver cerca de 71 por cento da matéria seca da primeira colheita, mais jovem, mas essa digestibilidade caiu para cerca de 50 a 55 por cento para as plantas mais velhas e maduras. Consequentemente, a energia que os animais podiam extrair do alimento também declinou acentuadamente, caindo de um alto de 10,67 megajoules por quilograma no primeiro corte para apenas 7,07 megajoules no último.

Além da digestão, o estudo observou o que acontecia dentro do estômago do animal durante o processo de fermentação. Quando os pesquisadores simularam o ambiente do rúmen em um laboratório, descobriram que as plantas mais jovens eram decompostas muito mais rapidamente pelos micróbios nas primeiras horas em comparação com as plantas mais velhas e fibrosas. Mais importante ainda, o tipo de gases produzidos mudou com a idade da planta. A fermentação das plantas mais velhas e maduras levou a uma maior produção de um ácido específico chamado ácido acético, que é conhecido por desencadear a criação de metano. Como resultado, as emissões calculadas de metano subiram de cerca de 10 moles por mole de ácidos graxos voláteis no primeiro corte para quase 14 moles no quarto corte. Isso indica que alimentar as ovelhas com o Capim-de-Sol mais velho não apenas fornece menos energia ao animal, mas também resulta em uma maior liberação de gases de efeito estufa.

O estudo conclui que o Capim-de-Sol é uma excelente fonte de alimento de alta qualidade, mas apenas se colhido precocemente. O primeiro e o segundo cortes oferecem níveis superiores de proteína e energia, mantendo as emissões de metano baixas, tornando-os ideais para uma pecuária produtiva. Em contraste, esperar até que a planta esteja totalmente madura ou produzindo sementes transforma-a em um alimento de menor qualidade, mais difícil de digerir e mais desgastante para o meio ambiente. Embora a planta madura ainda tenha valor como enchimento de volumoso para animais menos exigentes, os dados sugerem fortemente que, para maximizar o desempenho animal e minimizar o impacto ambiental, os agricultores devem priorizar a colheita desta cultura durante seus estágios vegetativos iniciais.

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