Eye on the Self: Self-Disgust, Self-Esteem, and Facial Dissatisfaction Do Not Predict the Self-Face Advantage
Este estudo demonstra que, embora exista uma robusta vantagem da autoimagem em tarefas de busca visual, sua magnitude não é prevista por construtos de autovaloração negativa, como o desgosto de si mesmo, a autoestima ou a insatisfação facial, sugerindo que a familiaridade perceptual, em vez de avaliações positivas implícitas de si mesmo, impulsiona essa priorização atencional.