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Buried in two places: Lineages from elite Maya tombs also found in distant caves

A análise genômica de 430 indivíduos de um reino maia do Período Clássico Inicial em Belize revela que linhagens de elite dispersaram intencionalmente os restos de 24 mesmos ancestrais entre túmulos de elite e cavernas rituais distantes, demonstrando uma estratégia geograficamente expansiva de veneração de ancestrais que ressalta o significado espiritual das cavernas nos sistemas de crença maia.

Autores originais: Brielle, E. S., Dorgay, E., Kennett, D. J., Mes, J., Moes, E., Neff, N. C., Novotny, A. C., Rangel, E., Ray, E. E., Robinson, M., Thompson, A. E., Warner, M., Akbari, A., Callan, K., Caughran, E., Fou
Publicado 2026-06-10
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Autores originais: Brielle, E. S., Dorgay, E., Kennett, D. J., Mes, J., Moes, E., Neff, N. C., Novotny, A. C., Rangel, E., Ray, E. E., Robinson, M., Thompson, A. E., Warner, M., Akbari, A., Callan, K., Caughran, E., Fournier, R., Frost, T., Iliev, L., Kearns, A., Kellogg, J., Lawson, A. M., Lazaridis, I., Mah, M., Manjila, N., Nawaz, M., Olalde, I., Oppenheimer, J., Patterson, I., Qiu, L., Sirak, K., Soos, G., Workman, J. N., Mallick, S., Rohland, N., Reich, D., Prufer, K. M.

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). ⚕️ Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo

Imagine a antiga civilização Maia como uma cidade movimentada de edifícios altos, construída no coração de uma selva densa e verde. Entre os anos 250 e 900 d.C., essas cidades cresceram enormes e complexas, governadas por famílias poderosas que alegavam que seu direito de liderar vinha de sua conexão direta com ancestrais míticos.

Neste mundo, a morte não era um adeus; era uma forma de manter os familiares por perto. Os Maias acreditavam que honrar seus mortos era crucial, o que às vezes levava a uma prática muito estranha: eles pegavam os ossos de seus ancestrais, quebravam-nos em partes e os espalhavam em diferentes lugares para criar "depósitos sagrados". Por muito tempo, arqueólogos encontraram esses ossos espalhados em cavernas e túmulos, mas não conseguiam dizer de quem pertenciam ou como eram relacionados. Era como encontrar peças de um quebra-cabeça de diferentes caixas, sem uma imagem na caixa para servir de guia.

Para resolver esse mistério, os cientistas atuaram como detetives genéticos. Eles coletaram amostras de DNA de 487 restos mortais antigos encontrados em um reino montanhoso acidentado em Belize. Após filtrar os dados ruins, eles mapearam com sucesso as árvores genealógicas de 145 pessoas diferentes.

Aqui está a grande descoberta: Eles encontraram 24 indivíduos específicos cujas partes do corpo foram divididas em dois lugares muito distintos. Uma parte de seus restos mortais foi enterrada em um túmulo luxuoso e de elite, enquanto outra parte de seu esqueleto foi colocada em um "depósito de dentes" ritual (uma caixa especial de dentes) dentro de uma caverna no outro lado da cordilheira.

Pense nisso desta forma: Imagine uma família famosa hoje. Quando um avô falece, a família não o enterra apenas em um lugar. Em vez disso, eles podem manter a lápide no jardim da mansão da família, mas levar o restante dos restos mortais para um pico de montanha distante e sagrado para homenjá-lo lá.

Este estudo prova que a elite Maia não apenas mantinha seus ancestrais em um único lugar. Eles pretendiam "enterrar" seus parentes em dois locais diferentes para estender a presença espiritual de sua família através da paisagem. Isso mostra que as cavernas não eram apenas buracos escuros no chão; elas eram salas sagradas vitais no sistema de crenças Maia, usadas pelos poderosos para manter seus ancestrais por perto, mesmo que esses ancestãos tivessem que viajar um longo caminho para chegar lá.

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