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Diversity, Distribution, and Ethnobotanical Uses of Ornamental Plants in a Bangladeshi University Campus

Este estudo documenta a alta diversidade taxonômica, a distribuição espacial e o significado etnobotânico de 68 espécies de plantas ornamentais através do campus da Daffodil International University em Bangladesh, destacando a necessidade de conservação estratégica e de um paisagismo informado etnobotanicamente para preservar tanto a biodiversidade quanto o conhecimento tradicional.

Autores originais: Rifat Hasan Rabbi, Farjana Talukder

Publicado 2026-09-09
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Autores originais: Rifat Hasan Rabbi, Farjana Talukder

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). ⚕️ Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo

Resumo Técnico: Diversidade, Distribuição e Usos Etnobotânicos de Plantas Ornamentais em um Campus Universitário no Bangladesh

Problema de Pesquisa
Embora as plantas ornamentais sejam reconhecidas como componentes vitais da infraestrutura verde urbana, contribuindo para a biodiversidade e a resiliência ecológica, o conhecimento etnobotânico incorporado na flora ornamental de campi universitários no Bangladesh permanece amplamente subdocumentado. Investigações científicas anteriores na região concentraram-se predominantemente em jardins botânicos ou hortas domésticas rurais, deixando os espaços verdes institucionais sub-representados na literatura. Este estudo aborda a lacuna na documentação sistemática relativa à diversidade taxonômica, distribuição espacial e usos tradicionais de plantas ornamentais dentro do campus da Daffodil International University (DIU), uma significativa paisagem institucional de 360 acres em um contexto de rápida urbanização.

Metodologia
A pesquisa foi conduzida no campus da DIU em Ashulia, Savar, Dhaka, caracterizado por um clima subtropical úmido e solos de loam aluvial. O estudo empregou uma abordagem de métodos mistos, combinando levantamentos botânicos sistemáticos com a coleta de dados etnobotânicos:

  • Levantamentos de Campo: Amostragem sistemática por quadrantes foi realizada de março de 2024 a fevereiro de 2025. Um total de 240 quadrantes (5 m × 5 m) foi estabelecido ao longo de transectos a intervalos de 50 m, estratificados em sete zonas ecológicas (jardins centrais, bordas periféricas, plantações de beira de estrada, margens de água, sub-bosques sombreados, gramados abertos e arredores de edifícios). Todos os taxa de plantas ornamentais vasculares foram registrados quanto à identidade da espécie, frequência e abundância relativa.
  • Verificação Taxonômica: Espécimes foram coletados, prensados e identificados utilizando chaves taxonômicas padrão e floras regionais. A nomenclatura foi verificada conforme o World Checklist of Selected Plant Families e The Plant List. Espécimes de voucher (DIU-001 a DIU-068) foram depositados no Herbário da DIU.
  • Coleta de Dados Etnobotânicos: Entrevistas semiestruturadas foram realizadas com 103 informantes, incluindo funcionários de manutenção do campus, residentes locais, docentes com interesses botânicos e estudantes de ciências da vida. Os dados focaram em espécies reconhecidas e seus usos medicinais, culturais, econômicos ou nutricionais.
  • Análise de Dados: A diversidade taxonômica foi analisada por família e gênero. A diversidade de espécies foi quantificada usando o índice de Shannon–Wiener (HH') e o índice de Simpson (1D1-D). O Índice de Valor de Importância (IVI) foi calculado para árvores e arbustos dominantes. A significância etnobotânica foi avaliada usando o Valor de Uso (UV) e o Fator de Consenso de Informantes (ICF). Todas as análises estatísticas foram realizadas no R versão 4.3.2.

Principais Contribuições e Resultados
O estudo documentou 68 espécies de plantas ornamentais pertencentes a 38 famílias e 63 gêneros.

  • Composição Taxonômica: A família Arecaceae foi a mais rica em espécies (10 espécies, 14,71%), seguida por Poaceae (5 espécies) e Asparagaceae (4 espécies). O espectro de formas de vida foi dominado por ervas (25,0%) e arbustos (23,53%), com árvores compreendendo 17,65% e palmeiras 14,71%.
  • Índices de Diversidade: A flora do campus exibiu alta diversidade de espécies, com um índice de Shannon–Wiener (HH') de 3,42 e um índice de Simpson (1D1-D) de 0,94. Esses valores indicam alta equidade e riqueza de espécies, comparáveis a jardins botânicos geridos no Bangladesh e excedendo relatórios anteriores de outros campi universitários na região.
  • Espécies Dominantes: O Índice de Valor de Importância (IVI) identificou a Polyalthia longifolia (IVI = 52,5) como a árvore ornamental dominante, seguida por Ficus benjamina (IVI = 44,4) e Borassus flabellifer (IVI = 39,5).
  • Usos Etnobotânicos: Seis categorias principais de uso foram identificadas:
    1. Estético/Ornamental: Registrado para todas as 68 espécies (ICF = 0,81; Média UV = 2,41).
    2. Medicinal: 28 espécies (41,2% do total) foram citadas para usos medicinais (ICF = 0,62; Média UV = 1,92), incluindo tratamentos para febre, doenças de pele e problemas digestivos. Espécies notáveis incluíram Catharanthus roseus (citada para o manejo de diabetes e propriedades anticancerígenas) e Hibiscus rosa-sinensis (crescimento capilar, cicatrização de feridas e controle de febre).
    3. Ambiental: 32 espécies (47,1%) foram reconhecidas por serviços ambientais, como purificação do ar e quebra-ventos.
    4. Cultural/Ritual: 14 espécies (20,6%) são utilizadas em cerimônias religiosas e decorações festivas.
    5. Econômico: 19 espécies (27,9%) possuíam valor econômico (ex: madeira, óleos essenciais).
    6. Nutricional: 11 espécies (16,2%) forneciam frutos, sementes ou folhas comestíveis.

Significância e Alegações
O artigo afirma que o campus da DIU abriga uma flora ornamental rica e culturalmente significativa que funciona como um repositório de conhecimento etnobotânico tradicional. O estudo alega que a alta diversidade dos índices confirma que o campus sustenta um conjunto de plantas bem distribuído, provavelmente devido a iniciativas deliberadas de paisagismo.

Os autores destacam que, embora a riqueza taxonômica seja impressionante para um ambiente institucional, ela é caracterizada pela dominância de espécies exóticas, sendo apenas 31 das 68 espécies nativas ou naturalizadas no Bangladesh. Consequentemente, o artigo conclui que o conhecimento etnobotânico documentado, particularmente em relação às espécies medicinais, deve ser preservado através de trilhas botânicas no campus com sinalização interpretativa. Os autores recomendam que as futuras estratégias de paisagismo priorizem táxons nativos para aumentar a conectividade ecológica e o suporte a polinizadores, em vez de depender apenas da atual mistura de ornamentais exóticas. O estudo serve como uma linha de base para monitorar mudanças temporais na diversidade de plantas e sugere pesquisas futuras sobre as comunidades de invertebrados e aves sustentadas por esta flora.

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