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Analysis of Aflatoxin B1 in animal feed in some factories and distributor warehouses in the cities of Banfora, Bobo-Dioulasso, Koubri and Ouagadougou in Burkina Faso

Uma análise de 405 amostras de ração animal de quatro cidades burquinabé revelou uma elevada prevalência (82,22%) de contaminação por aflatoxina B1, com variabilidade significativa entre as localizações e os tipos de ração, destacando necessidades urgentes de estratégias de monitoramento e controle aprimoradas para proteger a saúde animal e pública.

Autores originais: Abalo Itolou KASSANKOGNO, Kouka Hilaire KABORE, Bonwendson Clément NIKIEMA, Sawali Maxime YE, Teendbwaoga Merlène OUEDRAOGO, Issa WONNI, Olayinka John MAKINDE, Abel TANKOANO, Fernando ESCRIBANO

Publicado 2026-06-24
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Autores originais: Abalo Itolou KASSANKOGNO, Kouka Hilaire KABORE, Bonwendson Clément NIKIEMA, Sawali Maxime YE, Teendbwaoga Merlène OUEDRAOGO, Issa WONNI, Olayinka John MAKINDE, Abel TANKOANO, Fernando ESCRIBANO

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine a ração animal como o plano de refeições diárias para o gado que nos fornece leite, carne e ovos. Neste estudo, os pesquisadores foram às "cozinhas" (fábricas) e às "despensas" (armazéns) de quatro grandes cidades de Burkina Faso — Banfora, Bobo-Dioulasso, Koubri e Ouagadougou — para verificar se essas refeições estavam estragadas por um inimigo oculto e invisível: a Aflatoxina B1.

Pense na Aflatoxina B1 como um "veneno silencioso" produzido por mofo que adora calor e umidade, tal como o mofo que cresce num pão velho deixado num armário húmido. Se os animais comerem esta comida envenenada, ficam doentes e o veneno pode, eventualmente, passar para os humanos que consomem os produtos dos animais.

Aqui está o que os pesquisadores descobriram, explicado de forma simples:

1. As "Más Notícias" estão em Todo o Lado

Os pesquisadores testaram 405 sacos diferentes de ração animal. Os resultados foram alarmantes:

  • A Taxa de "Infecção": Cerca de 82 em cada 100 sacos continham este veneno. Apenas cerca de 18 sacos estavam limpos.
  • Os Maiores Ofensores:
    • Koubri: Todos os sacos testados aqui (100%) estavam contaminados. Era como entrar numa sala onde todas as maçãs estavam podres.
    • Ouagadougou (A Capital): 94% dos sacos estavam contaminados.
    • Bobo-Dioulasso: 82% estavam contaminados.
    • Banfora: Teve o "melhor" registo, mas ainda assim, quase 7 em cada 10 sacos estavam contaminados.

2. Nem Todos os Alimentos são Igualmente Venenosos

Tal como algumas frutas são mais propensas a apodrecer do que outras, alguns tipos de ração eram muito mais perigosos do que este estudo encontrou:

  • Os Alimentos "Super Venenosos": O farelo de arroz e as sementes de algodão foram os piores. Cada amostra destes estava contaminada. O farelo de arroz tinha o nível médio de veneno mais alto, agindo como uma "esponja de veneno".
  • Os Alimentos "Ligeiramente Mais Seguros": O farelo de trigo e a farinha de amendoim tinham níveis médios de veneno muito mais baixos. No entanto, mesmo estes alimentos "mais seguros" tinham alguns sacos com níveis de veneno muito elevados, o que significa que não se podia confiar neles totalmente.
  • A "Refeição Completa" Misturada: As rações misturadas (rações compostas), que são como um "guisado" de diferentes ingredientes, também estavam altamente contaminadas, com alguns sacos contendo níveis de veneno quase 15 vezes superiores ao que é considerado seguro na Europa.

3. Os "Níveis de Veneno" Variam Imensamente

A quantidade de veneno não era a mesma em todos os sacos. Era como um jogo de roleta russa:

  • Alguns sacos tinham zero veneno.
  • Outros tinham níveis tão altos como 148 partes por mil milhões (ppb).
  • Para colocar isto em perspetiva, a União Europeia diz que a ração deve ter menos de 5 ppb (uma partícula minúscula de veneno). Os EUA permitem até 20 ppb para a maioria dos animais. Muitos sacos deste estudo estavam muito acima até do limite dos EUA, e alguns eram quase 30 vezes superiores ao limite europeu.

4. Por Que a Diferença?

O estudo sugere que os níveis de "veneno" dependem de três coisas principais:

  • Onde você está: A capital (Ouagadougou) tinha os níveis médios de veneno mais altos, enquanto Banfora tinha os mais baixos.
  • O que você está a alimentar: Alimentos à base de arroz e algodão eram os mais tóxicos.
  • Quem o está a fazer: Algumas fábricas (como a Fábrica 8) tinham um nível médio de veneno de 44 ppb, enquanto outras (como a Fábrica 9) eram muito mais baixas, com 3 ppb. Isto sugere que a forma como uma fábrica armazena e manuseia os seus ingredientes faz uma grande diferença. Algumas fábricas são como despensas limpas e com ar condicionado, enquanto outras são como galpões quentes e húmidos onde o mofo prospera.

A Conclusão Final

Os investigadores concluem que a ração animal nestas cidades está fortemente contaminada com este veneno invisível. Embora alguns níveis possam cumprir as regras dos EUA ou de grupos regionais como a CEDEAO, estão demasiado elevados para os padrões de segurança rigorosos da União Europeia.

O artigo argumenta que isto é um grande risco para a saúde pública. Não se trata apenas de os animais ficarem doentes; trata-se do veneno subir na cadeia alimentar para as pessoas. O estudo apela para uma melhor "higiene na cozinha" (práticas de armazenamento) e um sistema para rastrear a origem da ração (rastreabilidade) para travar a propagação deste veneno. Também notam que, à medida que o clima se torna mais quente e húmido, este problema provavelmente irá piorar, a menos que medidas sejam tomadas.

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