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Counting Truchet Tile Balls

Este artigo apresenta um método para contar as bolas distintas que podem ser criadas ao aplicar padrões do tipo Truchet às faces pentagonais e hexagonais de uma bola de futebol clássica.

Autores originais: Thomas Fernique

Publicado 2026-07-29
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Autores originais: Thomas Fernique

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine que você é um matemático, mas em vez de resolver equações em um quadro negro, você está brincando com uma bola gigante e cósmica de LEGOs. Isso não é apenas empilhar blocos; trata-se de um ramo da matemática chamado combinatória, que é essencialmente a arte de contar possibilidades. Pense nisso como descobrir de quantas maneiras diferentes você pode organizar um baralho de cartas ou quantas senhas exclusivas você pode criar com um conjunto específico de letras. Mas aqui, as "cartas" são os painéis de uma bola de futebol, e as "senhas" são os padrões pintados neles.

Para entender o enigma, você precisa de duas ideias principais. Primeiro, há o azulejo de Truchet. Imagine um azulejo quadrado com uma linha curva desenhada nele. Se você rotacionar esse azlete, a linha parece diferente. Se você tiver um chão inteiro coberto por esses azulejos, e puder girar cada um como quiser, pode criar milhões de padrões selvagens e sinuosos. Segundo, há o conceito de simetria. Se você tem uma bola de futebol e a gira, ela continua parecendo a mesma por fora, mesmo que os padrões no interior tenham se deslocado. A grande questão neste campo é: "Se eu tiver um monte desses azulejos giratórios e colá-los em uma bola, quantos modelos verdadeiramente únicos eu posso criar?" Parece simples, mas é complicado porque uma bola que parece diferente pode ser apenas a mesma bola virada de lado na sua mão. Isso importa porque nos ajuda a entender a ordem oculta em formas complexas, desde vírus até bolas de futebol.

Agora, vamos falar sobre a aventura específica que Thomas Fernique percorreu neste artigo. Ele analisou um tipo muito específico de design de bola de futebol criado pelo artista Jon-Paul Wheatley. Wheatley desenhou painéis para os pentágonos (as formas de 5 lados) e hexágonos (as formas de 6 lados) que parecem azulejos de Truchet. A magia do design de Wheatley é que, não importa como você rotacione um painel, ele sempre se conecta perfeitamente com seus vizinhos porque as bordas coincidem. Isso significa que você pode girar cada um dos 20 hexágonos da bola de três maneiras diferentes, enquanto os 12 pentágonos permanecem iguais (porque seu design é perfeitamente simétrico).

Se você fizesse apenas a conta sem pensar na rotação da bola, obteria um número enorme: 3 elevado à potência de 20. Isso é mais de 3 bilhões de bolas com aparências diferentes. Mas aqui está o detalhe: se você fizer uma bola e depois girar a bola inteira, ela ainda é a mesma bola, apenas vista de um ângulo diferente. Portanto, a verdadeira questão é: quantos modelos distintos existem se ignorarmos aqueles que são apenas versões rotacionadas uns dos outros?

Fernique usou uma ferramenta matemática poderosa chamada Lema de Burnside. Você pode pensar nessa ferramenta como um filtro superinteligente. Ela pega todas as 3 bilhões de possibilidades e filtra as duplicatas que são apenas rotações do mesmo objeto. O artigo calcula exatamente quantas vezes a bola pode ser rotacionada (existem 60 maneiras diferentes de girar uma bola de futebol para que ela pareça ser ela mesma) e conta quantos padrões permanecem iguais após cada rotação específica.

O resultado? Após filtrar todas as duplicatas de "apenas virado de lado", o número de bolas verdadeiramente únicas cai de 3 bilhões para 58.130.055. Isso ainda é um número massivo — cerca de 58 milhões de bolas de futebol diferentes. Para colocar em perspectiva, o artigo observa que este é aproximadamente o número de bolas de futebol fabricadas em todo o mundo a cada ano. Se você colocasse todas essas bolas únicas no chão, elas cobririam cerca de 243 hectares, o que é aproximadamente o tamanho do Hyde Park em Londres. Se você as empilhasse como laranjas em um mercado, elas preencheriam um cubo com lados de 76 metros, ou cerca de 175 piscinas olímpicas.

O artigo não para por aí. Ele também faz uma pergunta do tipo "e se": E se usássemos padrões diferentes que pudessem ser rotacionados de mais maneiras? Os autores mostram que, se você mudar os padrões para que os pentágonos tenham 5 orientações possíveis e os hexágonos também tenham 5, o número de bolas únicas explode para impressionantes 388.051.072.794.677.890.625. Esse número é tão grande que, se você as empilhasse, elas cobririam a Terra inteira, incluindo os oceanos, com uma profundidade de cerca de 5.700 metros — mais alto que o Monte Ararat. Os autores chamam isso de um "Dilúvio de bolas".

Portanto, o artigo não apenas conta azulejos; ele usa uma bola de futebol clássica e matemática astuta para mostrar a diferença entre "parecer diferente" e "ser diferente". Ele prova que, mesmo com um conjunto simples de regras, o universo de possibilidades é vasto o suficiente para preencher um parque, uma cidade ou até mesmo o planeta inteiro, dependendo de como você joga o jogo.

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