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Combined rectus sheath and quadratus lumborum blocks versus quadratus lumborum block alone for movement-evoked pain after laparoscopic gynecologic surgery: a prospective randomized open-label trial

Em um ensaio randomizado prospectivo de pacientes submetidos à cirurgia ginecológica laparoscópica, a combinação de bloqueios da bainha do reto com bloqueios do quadrado lombar reduziu significativamente a dor evocada pelo movimento durante as primeiras 24 horas pós-operatórias em comparação aos bloqueios do quadrado lombar isolados, sem aumentar os eventos adversos ou a necessidade de opioides de resgate.

Autores originais: Denys Slipukha, Ivan Lisnyy, Roman Shyianovskyi, Maksym Cherkun, Alla Malii, Vitaliy Boldyshor

Publicado 2026-09-01
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Autores originais: Denys Slipukha, Ivan Lisnyy, Roman Shyianovskyi, Maksym Cherkun, Alla Malii, Vitaliy Boldyshor

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Após a cirurgia, o corpo frequentemente reage com uma dor aguda e lancinante que surge sempre que uma pessoa tenta se mover. Isso não é apenas uma questão de conforto; é um grande obstáculo à recuperação. Quando os pacientes não conseguem sentar, levantar ou caminhar sem desconforto severo, seus corpos permanecem sob estresse, e o processo de cura desacelera. Na medicina moderna, o objetivo é manter essa dor relacionada ao movimento sob controle para que os pacientes possam se movimentar o mais rápido possível, uma estratégia que ajuda a prevenir complicações e acelera o retorno à vida normal. Para alcançar isso, os médicos frequentemente utilizam bloqueios nervosos regionais, que são injeções de anestésico local que entorpecem áreas específicas do corpo para impedir que os sinais de dor cheguem ao cérebro. Duas dessas técnicas ganharam atenção para cirurgias abdominais: uma visa os músculos profundos das costas para cobrir toda a parede abdominal, enquanto a outra foca especificamente nos músculos da frente, onde os portais cirúrgicos são frequentemente colocados. A questão que se apresenta aos anestesiologistas é se a combinação dessas duas abordagens oferece uma proteção melhor contra a dor do movimento do que o uso da técnica mais profunda e ampla isoladamente.

Uma equipe de pesquisadores na Ucrânia partiu para responder a essa pergunta realizando um estudo com cinquenta pacientes adultos programados para cirurgia ginecológica laparoscópica eletiva. Estas são procedimentos minimamente invasivos onde os cirurgiões operam através de pequenas incisões, muitas vezes envolvendo a remoção do útero ou fibromas. Os pesquisadores dividiram os pacientes em dois grupos. Um grupo recebeu apenas o bloqueio nervoso profundo padrão, enquanto o outro recebeu esse mesmo bloqueio profundo mais uma injeção adicional visando os músculos abdominais frontais. Ambos os grupos receberam a mesma anestesia geral e o mesmo cronograma de medicação analgésica não opioide após a cirurgia. A única diferença foi a combinação dos bloqueios nervosos. A equipe então mediu cuidadosamente quanta dor os pacientes sentiram quando foram solicitados a realizar uma sequência específica de movimentos: sentar-se de uma posição deitada, levantar-se e caminhar. Essas medições foram feitas em intervalos regulares ao longo das primeiras vinte e quatro horas após a operação.

Os resultados mostraram uma diferença clara entre os dois grupos. Os pacientes que receberam o tratamento combinado relataram significativamente menos dor durante o movimento em cada ponto de tempo medido. Na primeira hora após a cirurgia, a pontuação média de dor para o grupo combinado foi vinte, enquanto o grupo com o bloqueio único relatou uma média de trinta e um. Essa lacuna persistiu ao longo do dia; às seis horas, as pontuações foram dezesseis versus trinta e um, e às vinte e quatro horas, dez versus vinte. Os pesquisadores observaram que essas diferenças não eram apenas estatisticamente significativas, mas também grandes o suficiente para serem sentidas pelos pacientes como uma melhora real em seu conforto. Importante notar que o estudo descobriu que adicionar o segundo bloqueio não causou atrasos no despertar da anestesia nem aumentou o risco de efeitos colaterais. Nenente paciente em nenhum dos grupos necessitou de analgésicos opioides fortes, como morfina, após a cirurgia, sugerindo que a combinação de bloqueios nervosos e medicação não opioide padrão foi suficiente para gerenciar a dor.

Embora o estudo também tenha analisado outros fatores, como a profundidade do sono dos pacientes durante a cirurgia e seus níveis de glicose no sangue, o foco principal permaneceu na dor experimentada durante o movimento. Os pesquisadores observaram que a dor em repouso era baixa para todos, mas a dor desencadeada pelo movimento era o verdadeiro desafio, e é aqui que a técnica combinada se destacou. Os autores do estudo foram cuidadosos ao notar que sua amostra era relativamente pequena e que o estudo foi de rótulo aberto, o que significa que a equipe médica sabia qual tratamento cada paciente recebeu, o que poderia introduzir algum viés. No entanto, os dados sugerem fortemente que, para este tipo específico de cirurgia, visar tanto os músculos profundos das costas quanto a parede abdominal frontal proporciona um escudo mais completo contra a dor do movimento do que visar apenas os músculos profundos. Essa descoberta apoia a ideia de que uma abordagem personalizada e de múltiplas camadas para o manejo da dor pode ajudar os pacientes a se recuperarem de forma mais confortável e rápida após uma cirurgia minimamente invasiva.

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