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Comparing the Efficacy of High-Power and Low-Power Laser Therapy in the Management of Chemotherapy-Induced Oral Mucositis in Pediatric Patients with Acute Lymphoblastic Leukemia: A Randomized Controlled Trial

Este ensaio controlado randomizado envolvendo 30 pacientes pediátricos com leucemia linfoblástica aguda demonstra que as terapias a laser de alta e baixa potência são seguras e eficazes na redução significativa da gravidade da mucosite oral induzida por quimioterapia em comparação ao placebo, sem diferença estatisticamente significativa na eficácia entre as duas modalidades de laser.

Autores originais: Lana kassem, Othman Hamdan, ayman al kayal, Aya Dawoud agha, Mahmoud Abdul-Hak

Publicado 2026-09-01
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Autores originais: Lana kassem, Othman Hamdan, ayman al kayal, Aya Dawoud agha, Mahmoud Abdul-Hak

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Para crianças em tratamento para um tipo específico de câncer no sangue, os medicamentos quimioterápicos que combatem a doença frequentemente trazem um efeito colateral doloroso: feridas dentro da boca. Esta condição, conhecida como mucosite oral, ocorre quando os medicamentos potentes danificam o delicado revestimento da boca, levando à inflamação, ulceração e dor severa que pode tornar o ato de comer e engolir quase impossível. Embora o corpo eventualmente cure essas feridas assim que o tratamento é interrompido, o período de sofrimento pode ser debilitante, às vezes forçando os médicos a pausar a terapia vital ou exigindo medicamentos fortes para dor. Nos últimos anos, os médicos recorreram a terapias baseadas em luz para ajudar a gerenciar essa dor e acelerar a cicatrização. Esses tratamentos usam comprimentos de onda específicos de luz para estimular os processos naturais de reparação do corpo, reduzir a inflamação e acalmar a atividade nervosa, oferecendo uma forma de aliviar a boca sem adicionar mais drogas ao sistema de uma criança.

Um novo estudo conduzido no Hospital Universitário Infantil em Damasco, Síria, propôs-se a comparar duas formas diferentes de usar esta terapia de luz contra um tratamento falso. Os pesquisadores concentraram-se em trinta crianças, com idades entre três e treze anos, que estavam sendo tratadas para leucemia linfoblástica aguda e desenvolveram feridas na boca como resultado. As crianças foram divididas em três grupos iguais. Um grupo recebeu terapia de laser de alta potência, outro recebeu terapia de laser de baixa intensidade e o terceiro grupo recebeu um placebo, onde um dispositivo parecia e soava exatamente como o tratamento real, mas não emitia energia luminosa. Todos os tratamentos foram aplicados uma vez ao dia durante quatro dias consecutivos, e as crianças foram examinadas no início do estudo, ao final dos quatro dias de tratamento e novamente uma semana depois para verificar como suas bocas haviam cicatrizado.

O tratamento de alta potência foi aplicado de fora da pele, incidindo sobre as bochechas, lábios e área do pescoço sem tocar a superfície. Utilizou um feixe de luz mais forte para um total de seiscentos e sessenta joules de energia por sessão. O tratamento de baixa potência foi aplicado diretamente dentro da boca, tocando as gengivas, a língua e a parte interna das bochechas, usando um feixe muito mais suave que entregava sessenta joules de energia. O grupo placebo passou pela exata mesma rotina com o mesmo dispositivo, garantindo que nem as crianças nem a equipe que avaliava os resultados soubessem quem estava recebendo a luz real até que os dados fossem analisados. Durante todo o estudo, todas as crianças receberam o mesmo cuidado padrão, incluindo higiene oral e suporte nutricional, de modo que quaisquer diferenças na cicatrização pudessem ser atribuídas apenas aos tratamentos de luz.

Os resultados mostraram que ambos os tipos de terapia de laser funcionaram significativamente melhor do que o tratamento falso. No quarto dia, quando os tratamentos terminaram, e novamente no décimo primeiro dia, as crianças que receberam a luz de alta potência ou de baixa intensidade tinham muito menos feridas e menos graves do que aquelas no grupo placebo. Os médicos mediram a gravidade das feridas usando duas escalas diferentes: uma que classificava o dano físico visível para um clínico, e outra que perguntava sobre a capacidade da criança de comer, beber e engolir, bem como seus níveis de dor. Em ambas as medidas, os grupos de laser mostraram clara melhora. Curiosamente, embora o grupo do laser de alta potência tenha apresentado números ligeiramente melhores do que o grupo de baixa potência, a diferença entre os dois tratamentos reais não foi estatisticamente significativa. Isso significa que, embora a luz mais forte tenha parecido ajudar um pouco mais, o estudo não pôde provar com certeza que era verdadeiramente superior à luz mais suave.

O que esta pesquisa confirma é que o uso de terapia de luz é uma forma segura e eficaz de ajudar as crianças a se recuperarem de feridas na boca induzidas pela quimioterapia. Nem o tratamento de alta potência, nem o de baixa intensidade causaram quaisquer efeitos colaterais prejudiciais, e todas as crianças que iniciaram o estudo o concluíram. Os achados sugerem que aplicar luz nas áreas afetadas, seja do exterior do rosto ou diretamente dentro da boca, pode acelerar a cicatrização e reduzir a dor. Embora o laser de alta potência tenha oferecido uma tendência promissora de recuperação mais rápida, o estudo indica que ambos os métodos são ferramentas valiosas para os médicos. Este trabalho fornece evidências importantes de que o cuidado baseado em luz pode ser uma parte padrão do tratamento de suporte para jovens pacientes com câncer, ajudando-os a suportar a quimioterapia com maior conforto e com menos interrupções em seu cuidado médico vital.

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