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Validation of an Integrated Autism Screening Model Using DSM-5, CARS-2, and CASD Among Children

Este estudo valida um modelo integrado de rastreamento de autismo combinando DSM-5, CARS-2 e CASD para crianças de 4 a 6 anos em Sabah, Malásia, demonstrando forte validade convergente e confiabilidade para melhorar a identificação precoce e o planejamento de intervenção em um cenário de recursos limitados.

Autores originais: Naldo Janius, Connie Shin Ompok, Nor Fasihah binti Rusli, Vennyssa Anak Anthony, Josephine Anak Freni Affrin, Erpadalinda Binti Othman, Mohammad Aniq Bin Amdan, Nur Firzana Rosman, Faizul Hafizzie Bin
Publicado 2026-07-31
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Autores originais: Naldo Janius, Connie Shin Ompok, Nor Fasihah binti Rusli, Vennyssa Anak Anthony, Josephine Anak Freni Affrin, Erpadalinda Binti Othman, Mohammad Aniq Bin Amdan, Nur Firzana Rosman, Faizul Hafizzie Bin Dasuki

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Resumo Técnico: Validação de um Modelo Integrado de Rastreamento de Autismo Utilizando DSM-5, CARS-2 e CASD Entre Crianças em Sabah, Malásia

Problema
A identificação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Sabah, Malásia, enfrenta desafios significativos devido à fragmentação geográfica, ao acesso limitado a especialistas em desenvolvimento em distritos rurais e à escassez de centros de intervenção em relação à crescente prevalência do TEA. Embora a literatura internacional sugira que os critérios do DSM-5 possam subestimar casos de TEA leve — particularmente em crianças com maior função cognitiva ou dificuldades de comunicação menos óbvias —, há uma falta de evidência empírica sobre o acordo diagnóstico do DSM-5 com ferramentas de rastreamento estabelecidas (CARS-2 e CASD) dentro do contexto sociocultural e de saúde específico de Sabah. A disparidade entre o acesso urbano e rural aos serviços exacerba o risco de atraso no diagnóstico e de oportunidades perdidas de intervenção precoce.

Metodologia
O estudo empregou um delineamento transversal quantitativo para avaliar a validade e o acordo diagnóstico de um modelo de rastreamento integrado.

  • Participantes: Uma amostra por conveniência de 50 crianças de 4 a 6 anos de idade foi recrutada de quatro centros de intervenção de autismo em Sabah (NASOM Kota Kinabalu, Seri Mengasih Centre, EF Borneo Intervention Program e Persatuan C.H.I.L.D. Sabah). Todos os participantes haviam sido encaminhados para avaliação do desenvolvimento devido à suspeita de TEA.
  • Instrumentos: O estudo utilizou quatro medidas de avaliação:
    1. DSM-5: Aplicado para avaliar déficits de comunicação social e comportamentos restritos/repetitivos.
    2. Childhood Autism Rating Scale, Second Edition (CARS-2): Utilizada para avaliar a gravidade dos sintomas do autismo em múltiplos domínios.
    3. Autism Spectrum Disorder Checklist (CASD): Uma ferramenta de rastreamento estruturada projetada para praticidade em ambientes de baixos recursos para identificar características comportamentais.
    4. Relatório Clínico Sumário: Uma impressão clínica multidisciplinar servindo como o padrão de referência.
  • Análise de Dados: Os dados foram analisados utilizando o SPSS versão 30. O estudo utilizou estatística descritiva, correlação de postos de Spearman para examinar as relações entre as pontuações e o kappa de Cohen ponderado para determinar o nível de acordo nas classificações de gravidade (leve, moderado, grave).

Principais Resultados

  • Validade Convergente: Todas as variáveis de avaliação mostraram correlações positivas significativas (p<.001p < .001).
    • As pontuações do DSM-5 demonstraram correlações muito fortes com o CARS-2 (r=.923r = .923), CASD (r=.885r = .885) e Relatórios Clínicos (r=.887r = .887).
    • A correlação mais forte foi observada entre o Checklist CASD e o Relatório Clínico Sumário (r=.996r = .996).
    • O CARS-2 também mostrou correlações muito fortes com o CASD (r=.936r = .936) e Relatórios Clínicos (r=.938r = .938).
  • Acordo Diagnóstico: Os valores de kappa de Cohen ponderado indicaram concordância moderada a substancial entre as classificações de gravidade (κ=.593\kappa = .593 a $.768$).
    • O maior acordo foi encontrado entre o DSM-5 e o CARS-2 (κ=.768\kappa = .768).
    • O acordo entre o DSM-5 e o CASD foi de moderado a substancial (κ=.698\kappa = .698).
    • O acordo entre o DSM-5 e o Relatório Clínico Sumário foi moderado (κ=.593\kappa = .593), sugerindo que, embora as pontuações se correlacionem fortemente, as classificações de gravidade do DSM-5 podem ocasionalmente diferir das impressões clínicas mais amplas, particularmente para crianças com sintomas leves.
  • Estatística Descritiva: As pontuações médias do DSM-5, CARS-2 e CASD foram comparáveis de forma próxima (aprox. 2,25–2,26), indicando que os instrumentos identificaram níveis gerais de características relacionadas ao autismo semelhantes, embora os relatórios clínicos tendessem a indicar uma gravidade ligeiramente superior (Média = 2,41).

Significância e Alegações
O estudo afirma fornecer evidência empírica local apoiando o uso de um modelo integrado de rastreamento de autismo em Sabah. Os autores afirmam que combinar os critérios do DSM-5, o CARS-2 e o CASD oferece uma abordagem confiável e consistente para identificar características e gravidade do TEA.

  • Forças Complementares: O modelo integrado aproveita os critérios diagnósticos do DSM-5, a avaliação estruturada da gravidade comportamental do CARS-2 e o rastreamento sensível de sintomas precoces do CASD.
  • Abordagem às Restrições Locais: Os autores postulam que esta abordagem multidimensional é particularmente valiosa no contexto de Sabah, onde a distância rural, a disponibilidade limitada de especialistas e históricos de desenvolvimento incompletos podem dificultar o diagnóstico precoce.
  • Utilidade Clínica: Os achados sugerem que o modelo integrado pode melhorar a precisão diagnóstica, reduzir casos perdidos de TEA leve, melhorar as decisões de encaminhamento e apoiar o planejamento de intervenção precoce, facilitando a colaboração entre profissionais de saúde e educação.
  • Limitações: Os autores reconhecem o tamanho amostral modesto (50 crianças) de centros de intervenção selecionados e observam que pesquisas futuras devem envolver amostras maiores e mais diversas, além de desenhos longitudinais para prever resultados de desenvolvimento a longo prazo.

O artigo conclui que, embora nenhuma ferramenta isolada seja suficiente para uso independente neste ambiente de recursos limitados, a convergência destes três instrumentos com os relatórios clínicos valida o quadro integrado proposto para melhorar a detecção precoce do TEA em Sabah.

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