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Safety Study of Maintaining Oral Anticoagulant Therapy in Patients Undergoing Thulium Laser Enucleation of the Prostate for Benign Prostatic Hyperplasia

Este estudo retrospectivo de 186 pacientes demonstra que manter a terapia com anticoagulantes orais durante a enucleação da próstata por laser de tulio para hiperplasia benigna da próstata é seguro e viável, pois não aumenta os riscos de sangramento perioperatório enquanto reduz significativamente a incidência de eventos tromboembólicos em comparação com a suspensão de anticoagulantes.

Autores originais: kang CHEN, Jueren ZHAO, Hua GONG, Weihua CHEN

Publicado 2026-08-20
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Autores originais: kang CHEN, Jueren ZHAO, Hua GONG, Weihua CHEN

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Para muitos homens mais velhos, a próstata aumenta gradualmente, uma condição conhecida como hiperplasia benigna da próstete. Esse crescimento aperta a uretra, o tubo que transporta a urina para fora do corpo, levando a uma necessidade frequente e urgente de urinar, um fluxo fraco ou a incapacidade de esvaziar a bexiga completamente. Embora os medicamentos possam ajudar, a cirurgia é frequentemente a solução mais eficaz para casos graves. Ao mesmo tempo, um número crescente de adultos mais velhos toma medicamentos anticoagulantes diários para prevenir coágulos perigosos causados por condições cardíacas como fibrilação atrial ou AVCs anteriores. Isso cria uma situação difícil para os cirurgiões: interromper os anticoagulantes antes de uma operação reduz o risco de sangramento durante o procedimento, mas deixa o paciente vulnerável a coágulos fatais. Manter a medicação no organismo previne coágulos, mas aumenta o medo de sangramentos excessivos. Encontrar o equilíbrio certo para pacientes que precisam tanto de uma operação de próstata quanto de anticoagulantes tem sido, há muito tempo, um desafio complexo no cuidado médico.

Pesquisadores de hospitais em Xangai investigaram recentemente esse dilema ao observar pacientes que foram submetidos a um tipo específico de cirurgia de próstata chamada enucleação a laser de tulio. Essa técnica utiliza um laser preciso para descolar o tecido da próstata aumentada de sua cápsula circundante, de forma muito semelhante a remover a polpa de uma laranja, deixando a casca intacta. O laser corta com extrema precisão e sela pequenos vasos sanguíneos enquanto trabalha, o que ajuda a controlar o sangramento. Para entender como gerenciar melhor os anticoagulantes durante este procedimento, a equipe médica revisou os prontuários de 186 homens que passaram por essa cirurgia entre julho de 2023 e dezembro de 2024. Eles dividiram esses homens em três grupos distintos para comparar diferentes abordagens. O primeiro grupo continuou tomando seus comprimidos anticoagulantes habituais até o momento e durante a cirurgia. O segundo grupo interrompeu seus comprimidos cerca de uma semana antes da operação e recebeu injeções temporárias de um anticoagulante diferente para preencher a lacuna, retomando os comprimidos após a cirurgia. O terceiro grupo serviu como uma linha de base; esses homens nunca haviam tomado anticoagulantes e passaram pela mesma cirurgia sem qualquer medicação anticoagulante.

O estudo focou em se manter os anticoagulantes no organismo tornava a cirurgia mais arriscada. A equipe mediu quanto tempo as operações duraram, quanto sangue foi perdido e o quanto os níveis de hemoglobina dos pacientes caíram. Eles descobriram que não houve diferença significativa entre os três grupos. As cirurgias duraram aproximadamente o mesmo tempo, com média de 66 a 68 minutos, e a quantidade de sangue perdido foi quase idêntica, situando-se em torno de 50 mililitros para todos. Mesmo a queda na hemoglobina, uma medida da força do sangue, foi consistente em todos os grupos. Mais importante ainda, nenhum paciente em qualquer grupo necessitou de transfusão de sangue, e não houve eventos de sangramento grave. Isso sugere que a precisão da tecnologia a laser neutralizou efetivamente o potencial risco de sangramento que advém da continuidade da medicação anticoagulante.

Os pesquisadores também acompanharam o que aconteceu após a cirurgia. Eles monitoraram complicações comuns, como sangramento contínuo, sangue na urina por mais de três dias, infecções do trato urinário ou perda do controle da bexiga. As taxas desses problemas foram estatisticamente semelhantes em todos os três grupos. Quer o homem tenha mantido seus comprimidos, parado para receber injeções ou não tomado nada, sua chance de experienciar esses problemas pós-operatórios comuns foi a mesma. O tempo que os pacientes passaram com o cateter inserido e o número de dias que permaneceram no hospital também foram quase idênticos, indicando que a continuidade da medicação não retardou a recuperação.

No entanto, uma diferença crítica surgiu quando a equipe analisou coágulos sanguíneos. No grupo que interrompeu seus anticoagulantes para a cirurgia, cinco homens desenvolveram eventos de coagulação graves, como um coágulo no perna ou um AVC, representando cerca de 8% desse grupo. Em contraste, apenas um homem no grupo que continuou sua medicação apresentou um coágulo, uma taxa de aproximadamente 1,6%. O grupo que nunca tomou anticoagulantes não teve nenhum evento de coagulação. Esse achado destaca um compromisso significativo: embora interromper a medicação não pareça ter aumentado os riscos de sangramento graças à eficácia do laser, aumentou significativamente o perigo de coágulos fatais. O grupo que continuou tomando sua medicação permaneceu protegido contra coágulos em um nível semelhante aos que nunca precisaram dos fármacos, sem sofrer sangramentos extras.

O estudo concluiu que, para homens com próstata aumentada que também dependem de anticoagulantes diários, continuar a medicação durante uma cirurgia de próstata a laser de tulio é uma estratégia segura e eficaz. Isso não aumenta o risco de sangramento durante ou após a operação, nem retarda a recuperação ou piora o resultado da cirurgia. Em vez disso, oferece uma vantagem crucial ao manter o paciente protegido contra coágulos sanguíneos perigosos, um risco que aumenta drasticamente quando o uso do anticoagulante é interrompido. Os pesquisadores sugerem que esta abordagem permite que os médicos priorizem a segurança do paciente, evitando a perigosa lacuna de proteção que ocorre quando os anticoagulantes são interrompidos, confiando na precisão da tecnologia a laser moderna para gerenciar o local cirúrgico.

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