Grant writing coaching groups: A randomized trial to discern the influences of coaching duration and engagement of scientific mentors on participants proposal submission and success rates
Este ensaio randomizado demonstra que, embora um modelo nacional de coaching em grupo tenha impulsionado significativamente as taxas de submissão e de concessão de bolsas para investigadores biomédicos em início de carreira em comparação com os parâmetros nacionais, o engajamento estruturado de mentores científicos foi mais eficaz do que a duração estendida do coaching na melhoria dos resultados de premiação do corpo docente.
Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo
Imagine o mundo da ciência como uma caça ao tesouro massiva e de alto risco. Para encontrar a próxima grande descoberta que poderia curar doenças ou limpar nossos oceanos, os pesquisadores precisam de um mapa especial chamado "grant" (subvenção). Este mapa é uma proposta detalhada pedindo dinheiro a um cofre gigante administrado pelo governo (especificamente, pelos Institutos Nacionais de Saúde, ou NIH). Mas aqui está a reviravolta: o cofre é guardado por um comitê muito exigente, e o tesouro está ficando mais difícil de encontrar a cada ano. De fato, as chances de obter um "sim" caíram tanto que até cientistas brilhantes sentem frequentemente que estão tentando ganhar uma loteria com um bilhete que tem um buraco.
Para tornar tudo mais complicado, muitos jovens cientistas são como chefs brilhantes que sabem cozinhar refeições incríveis, mas nunca aprenderam a escrever um menu que convença um crítico gastronômico a pagar pelo jantar. Eles têm a ciência, mas carecem das "habilidades de redação de propostas" para embalar suas ideias em uma proposta vencedora. Durante anos, especialistas tentaram corrigir isso organizando "grupos de coaching", onde cientistas se reúnem para praticar a escrita dessas propostas juntos, recebendo feedback de mentores experientes. É como um grupo de estudos para o teste mais importante do mundo. Mas ninguém sabia ao certo: importa se o grupo de estudos se reúne por um curto período ou por um longo período? E ajuda se o próprio professor particular do aluno (seu mentor científico) participar do grupo de coaching, ou é melhor que ele fique em segundo plano?
Este artigo se propõe a responder exatamente a essas perguntas. Os pesquisadores reuniram uma enorme equipe de 367 cientistas — alguns são professores (docentes) e outros são aprendizes (bolsistas de pós-doutorado) — e os dividiram em quatro grupos diferentes para testar duas ideias distintas. Eles queriam ver se dar aos cientistas mais tempo com um coach (estendendo o coaching de 5 para 23 meses no total) ou fazer com que seu próprio mentor participasse ativamente das sessões de coaching ajudaria a conseguir mais dinheiro.
Aqui está o que eles descobriram, e é um pouco surpreendente. Primeiro, a duração do tempo não pareceu ser a solução mágica. Quer os cientistas tivessem um curto surto de coaching ou uma maratona estendida, eles tinham a mesma probabilidade de submeter suas propostas. Acontece que o coaching básico de 5 meses foi suficiente para levar todos até a linha de partida.
No entanto, o fator "mentor ativo" foi um divisor de águas para os professores. Quando os próprios mentores dos cientistas foram estruturados para se envolverem ativamente com o grupo de coaching — o que significa que eles tinham que comparecer, revisar rascunhos e conversar com o coach — os professores eram muito mais propensos a realmente ganhar o dinheiro. Especificamente, os professores nestes grupos de "mentor ativo" eram quase duas vezes mais propensos a obter uma subvenção em comparação com aqueles cujos mentores permaneciam em segundo plano. É como se o chefe principal provasse o molho e desse instruções específicas enquanto a aula de culinária estava em curso, fazendo a diferença entre um prato bom e um prato com estrela Michelin.
Mas aqui está o detalhe: esse superpoder do mentor ativo só funcionou para os professores. Os aprendizes (pós-doutorandos) não viram uma grande diferença independentemente de seus mentores serem ativos ou não. O artigo sugere que isso pode ser porque os aprendizes já possuem mentores por definição, enquanto os professores estão tentando construir suas próprias equipes e podem precisar desse empurrão extra para envolver seus mentores.
O artigo também analisou o desempenho desses cientistas em comparação com o resto do país. Os resultados foram impressionantes. Os cientistas neste estudo foram muito mais bem-sucedidos do que a média dos pesquisadores. Enquanto a média nacional para ganhar uma grande subvenção de pesquisa era de cerca de 17,6%, os professores neste estudo tiveram uma taxa de sucesso de 43%. Para as subvenções de desenvolvimento de carreira (frequentemente chamadas de prêmios K), a média nacional era de 36,5%, mas este grupo atingiu 51%.
Portanto, a principal lição é que, embora dar aos cientistas tempo extra com um coach seja bom, isso não garante uma vitória. O verdadeiro ingrediente secreto para os professores parece ser garantir que seus próprios mentores científicos estejam ativamente envolvidos no processo, não apenas observando das laterais. Isso sugere que, para ajudar os cientistas a obter o financiamento necessário para manter a caça ao tesouro acontecendo, precisamos parar de tratar os mentores como conselheiros distantes e começar a convidá-los para dentro da sala de coaching.
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