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Access to and utilization of the National Health Insurance Scheme among older adults attending geriatric clinics in tertiary hospitals in Abuja, Nigeria: a descriptive cross-sectional study

Este estudo transversal descritivo de idosos em Abuja, Nigéria, revela que, embora a conscientização, a inscrição e a utilização do Esquema Nacional de Seguro de Saúde sejam relativamente altas em clínicas geriátricas terciárias, desvantagens socioeconômicas e barreiras estruturais, como longos tempos de espera, indisponibilidade de medicamentos e cobertura de serviços restrita, dificultam significativamente o acesso equitativo e o uso sustentado.

Autores originais: Mandu Ubong Ekpenyong, Fatai Adeshina Badru, Khadijat Toyin Musah, Saheed Ayodeji Adekola, Elizabeth Ifeoma Obande, Mustapha Umar Bakare, Sodiq Adetunji Adekola

Publicado 2026-08-06
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Autores originais: Mandu Ubong Ekpenyong, Fatai Adeshina Badru, Khadijat Toyin Musah, Saheed Ayodeji Adekola, Elizabeth Ifeoma Obande, Mustapha Umar Bakare, Sodiq Adetunji Adekola

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Imagine o corpo humano como uma cidade movimentada que, com o passar do tempo, começa a precisar de mais reparos. À medida que as pessoas envelhecem, sua "cidade" enfrenta mais congestionamentos, canos quebrados e quedas de energia, o que significa que precisam visitar a oficina de reparos (o hospital) com muito mais frequência. Em muitos lugares, essas visitas custam uma fortuna, e pagar por elas uma a uma pode drenar as economias de uma família, deixando-as sem nada. Para impedir isso, alguns países criaram um enorme "pote de economia comunitária" chamado Esquema Nacional de Seguro de Saúde. Pense nisso como uma compra coletiva: todos contribuem com um pouco de dinheiro enquanto estão trabalhando, para que, quando ficarem doentes ou precisarem de ajuda, o pote pague a conta em vez do indivíduo. A grande questão para os cientistas é: esse pote realmente funciona para os idosos? Eles sabem que ele existe, conseguem mergulhar as mãos nele facilmente e estão realmente usando-o para consertar os problemas de sua cidade, ou o pote está trancado atrás de uma parede de burocracia?

Este estudo mergulha justamente nessa questão em Abuja, Nigéria, observando um grupo específico de pessoas: adultos mais velhos (com 65 anos ou mais) que já frequentam clínicas geriátricas especiais em dois grandes hospitais. Os pesquisadores queriam ver se esses idosos conheciam o Esquema Nacional de Seguro de Saúde (NHIS), se estavam inscritos nele e se estavam realmente usando-o para obter seus medicamentos e consultas. Eles trataram a situação como uma história de detetive, entrevistando 111 idosos para descobrir o que estava funcionando e o que estava bloqueando o caminho.

Aqui está o que a investigação revelou:

As Boas Notícias: Eles Sabem e Eles Participam
O estudo descobriu que a maioria dos idosos nessas clínicas de Abuja estava por dentro do assunto. Cerca de 83% deles sabiam que o NHIS existia e aproximadamente dois terços (67%) tinham algum tipo de seguro de saúde. Melhor ainda, cerca de 67% estavam atualmente inscritos no NHIS e 66% o utilizavam ativamente para pagar por seus cuidados. Isso é muito superior à média nacional de todo o país, mas os pesquisadores observam que isso provavelmente ocorre porque essas clínicas específicas ficam na capital e atendem pessoas que são, em geral, mais ricas e instruídas do que a média dos nigerianos.

Quando usavam o seguro, eles o utilizavam principalmente para o básico: consultar um médico (99%), obter medicamentos (93%) e realizar exames simples (90%). No entanto, os itens de "alto valor" eram raramente tocados. Muito poucos usaram o seguro para internação hospitalar (15%), cirurgias de grande porte (14%) ou exames de imagem avançados, como ressonâncias magnéticas (apenas 3%). É como se tivessem a chave para um baú de tesouro, mas o baú só contivesse moedas pequenas, não as barras de ouro de que realmente precisavam.

As Más Notícias: Os Obstáculos
Embajar o fato de muitos idosos terem a chave (a inscrição), a porta estava frequentemente emperrada. Os pesquisadores encontraram uma montanha de barreiras que tornavam o uso do esquema um pesadelo. Os maiores obstáculos não eram sobre o desconhecimento do esquema, mas sim sobre o quão difícil era utilizá-lo:

  • A Espera: 87% dos usuários reclamaram de longos tempos de espera.
  • Os Itens Faltantes: 84% disseram que os serviços específicos de que precisavam não eram cobertos pelo plano.
  • As Prateleiras Vazias: 62% descobriram que os medicamentos de que precisavam estavam frequentemente indisponíveis.
  • A Atitude: 58% sentiram que a equipe os tratou mal.
  • A Distância: 81% disseram que os centros de registro eram longe demais.

Quem é Deixado para Trás?
O estudo usou matemática para descobrir quem tinha mais probabilidade de não usar o seguro, mesmo que quisesse. Os resultados foram claros: se você não tivesse educação formal, fosse aposentado sem pensão ou ganhasse menos de ₦100.000 por mês, era significativamente mais provável que ficasse excluído. Ser um aposentado sem pensão era um grande fator de risco; esses indivíduos eram muito mais propensos a serem não usuários em comparação com aqueles que possuíam uma pensão estável. Essencialmente, o sistema funcionava melhor para aqueles que já eram financeiramente estáveis e instruídos, deixando os idosos mais pobres e menos instruídos lutando para conseguir a proteção de que precisavam.

O Veredito
Os pesquisadores concluem que, embora o NHIS seja uma ótima ideia e funcione bem para alguns idosos na cidade, ainda não está totalmente pronto para todos. O "pote de economia" está lá, mas o caminho até ele é muito longo, as regras são confusas e os benefícios não cobrem os reparos mais caros. Para corrigir isso, o estudo sugere que o governo torne o seguro gratuito para idosos (para que o dinheiro não seja uma barreira), mova os escritórios de registro para mais perto das casas das pessoas e amplie a lista de serviços cobertos para incluir aquelas cirurgias e internações hospitalares caras. Até lá, para muitos idosos nigerianos, o esquema de seguro permanece uma promessa difícil de cumprir.

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