Effect of Foliar Application of Potassium Nitrate and Potassium Sulphate on Horticultural Traits and Nutrient Uptake in Guava cv. Allahabad Safeda
Um experimento de campo conduzido no noroeste da Índia durante 2024-25 demonstrou que a aplicação foliar de nitrato de potássio a 2,0% superou significativamente o sulfato de potássio e concentrações mais elevadas no aumento do rendimento, da qualidade dos frutos e da absorção de nutrientes em goiaba cv. Allahabad Safeda, tornando-o o tratamento recomendado para condições subtropicais.
Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo
No mundo do cultivo de frutas, a saúde de uma árvore é frequentemente uma história do que ela consegue extrair do solo e do que consegue reter. O potássio é um mineral vital para as plantas, agindo de forma muito semelhante a um condutor que direciona o fluxo de energia e água dentro da árvore. Ele ajuda a planta a mover açúcares das folhas para o fruto em desenvolvimento, mantém as células firmes e garante que o fruto cresça até atingir seu tamanho total, em vez de cair prematuramente. Para agricultores que cultivam goiaba, uma fruta popular conhecida por sua polpa doce e aroma aromático, manter altos níveis deste mineral é essencial. No entanto, em muitas regiões, o solo é arenoso e drena rapidamente, o que significa que os nutrientes aplicados ao solo muitas vezes são lavados antes que as raízes da árvore possam absorvê-los, ou tornam-se retidos no solo onde as raíções não conseguem chegar. Para resolver isso, os produtores recorrem por vezes à adubação foliar, um método onde uma solução nutritiva é pulverizada diretamente sobre as folhas. As folhas podem absorver esses nutrientes rapidamente, contornando o solo inteiramente e entregando-os diretamente às partes da árvore que mais precisam durante os estágios críticos do crescimento do fruto.
Pesquisadores em Amritsar, na Índia, propuseram-se a encontrar a forma mais eficaz de entregar este potássio crucial às goiabeiras. Eles focaram numa variedade específica chamada Allahabad Safeda, que é amplamente cultivada na região, mas que frequentemente sofre com o tamanho pequeno dos frutos e com a queda intensa de frutos durante a colheita de inverno. A equipa queria comparar duas fontes comuns de potássio: o nitrato de potássio e o sulfato de potássio. Embora ambos forneçam o mineral potássio essencial, eles diferem no outro componente químico que lhe está ligado. Os investigadores também precisavam de determinar a quantidade certa para pulverizar, testando concentrações baixas, médias e altas para ver se mais era sempre melhor ou se havia um ponto em que adicionar mais não trazia qualquer benefício extra. O seu objetivo era encontrar um método simples e fiável para ajudar estas árvores a produzir frutos maiores e mais pesados, com melhor valor nutricional, reduzindo também o número de frutos que caem ao chão antes de poderem ser colhidos.
O experimento decorreu ao longo de uma única época de crescimento num pomar onde vinte e uma goiabeiras saudáveis foram selecionadas para estudo. Os cientistas dividiram as árvores em grupos e aplicaram diferentes tratamentos. Algumas árvores receberam pulverizações de nitrato de potássio em concentrações de um, dois ou três por cento, enquanto outras receberam pulverizações de sulfato de potássio nos mesmos níveis. Um grupo de controlo de árvores foi pulverizado apenas com água pura para servir como base de comparação. As pulverizações foram aplicadas duas vezes: uma vez no início de agosto, quando o fruto estava apenas a começar a desenvolver-se após as chuvas das monções, e outra vez em meados de setembro, quando o fruto começou a aumentar de tamanho. Os investigadores mediram cuidadosamente os resultados na colheita, observando o tamanho e o peso do fruto, quantos frutos permaneceram na árvore versus quantos caíram, e a composição química tanto do fruto como das folhas.
Os resultados mostraram uma preferência clara por uma fonte em detrimento da outra. As árvores tratadas com nitrato de potássio superaram consistentemente as tratadas com sulfato de potássio em todos os níveis de concentração. O tratamento mais bem-sucedido foi a pulverização de nitrato de potássio a dois por cento. As árvores que receberam este tratamento produziram os frutos maiores, com um comprimento médio de 8,23 centímetros e um diâmetro de 7,68 centímetros, comparativamente às árvores de controlo, que produziram frutos com uma média de apenas 4,38 centímetros de comprimento. O peso do fruto também aumentou dramaticamente; as melhores árvores tratadas produziram frutos com um peso médio de 266,70 gramas, mais do que o dobro dos 122,42 gramas encontrados nas árvores não tratadas. Talvez tão importante quanto o tamanho fosse a retenção do fruto. As árvores pulverizadas com dois por cento de nitrato de potássio perderam menos frutos, com uma taxa de queda de apenas 7,18 por cento, enquanto as árvores não tratadas perderam quase dois quintos dos seus frutos antes da colheita.
Para além do tamanho físico, a qualidade do fruto melhorou significativamente. O fruto das melhores árvores tratadas continha níveis mais elevados de sólidos solúveis totais, que são os açúcares e outros substâncias dissolvidas que tornam a fruta doce e saborosa. Também apresentavam níveis mais elevados de ácido ascórbico, vulgarmente conhecido como vitamina C, atingindo 260,48 miligramas por 100 gramas, o que é quase o dobro da quantidade encontrada no fruto de controlo. O conteúdo de pectina, uma substância importante para a textura do fruto e para o seu uso em compotas e geleias, também duplicou nas árvores tratadas. Os investigadores analisaram as folhas das árvores e descobriram que a pulverização de nitrato de potássio não só aumentou os níveis de potássio dentro da folha, como também impulsionou os níveis de azoto, fósforo e cálcio, bem como a quantidade de clorofila, o pigmento verde responsável pela fotossíntese. Isto sugere que a pulverização melhorou a saúde geral e a produção de energia da árvore, permitindo que suportasse frutos maiores e mais nutritivos.
Curiosamente, o estudo descobriu que aumentar a concentração da pulverização para além dos dois por cento não proporcionou quaisquer benefícios adicionais. As árvores pulverizadas com três por cento de nitrato de potássio tiveram um desempenho tão bom como as pulverizadas com dois por cento, mas não melhor. Uma vez que a solução a três por cento requer mais material e custa mais a preparar sem oferecer uma vantagem estatística, os investigadores concluíram que a concentração de dois por cento é a escolha mais eficiente. Os dados revelaram uma ligação muito forte entre a quantidade de potássio encontrado nas folhas e o rendimento total da árvore, indicando que o sucesso do tratamento estava diretamente ligado à quantidade de potássio que a árvore foi capaz de absorver. Embora o estudo tenha sido realizado durante uma única época, as descobertas oferecem um caminho claro para os produtores desta região. Ao aplicar duas pulverizações de nitrato de potássio com uma concentração de dois por cento durante o final do verão e o início do outono, os agricultores podem esperar colher goiabas significativamente maiores, mais pesadas e mais nutritivas, com muito menos desperdício devido à queda dos frutos.
Afogado em artigos na sua área?
Receba digests diários dos artigos mais recentes que correspondam às suas palavras-chave de pesquisa — com resumos técnicos, no seu idioma.