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Utility Analysis of Sacred Site Pilgrim Visitors: Evidence from Pashupatinath Sacred Site, Kathmandu, Nepal

Este estudo utiliza o método do custo de viagem em dados de pesquisa de 385 peregrinos para estimar que o Sítio Sagrado de Pashupatinath em Kathmandu gera um excedente do consumidor anual de NPR 29,575 bilhões, demonstrando seu significativo valor de bem-estar socioeconômico não mercadológico além das medidas convencionais do PIB.

Autores originais: Khem Subedi, Shankar Datt Bhatt

Publicado 2026-09-09
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Autores originais: Khem Subedi, Shankar Datt Bhatt

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Durante séculos, pessoas viajaram grandes distâncias para visitar lugares de profundo significado espiritual. Essas jornadas, conhecidas como peregrinação, são movidas pela fé, tradição e pelo desejo de bênçãos, em vez de um simples desejo de ver uma nova vista. Aos olhos da economia, esses viajantes estão fazendo uma escolha: eles estão gastando seu dinheiro e tempo limitados em uma viagem que oferece satisfação espiritual em vez de comprar outros bens. Embora o dinheiro gasto em ônibus, hotéis e comida seja fácil de contar, o verdadeiro valor da experiência — a paz, a realização religiosa e a conexão cultural — acontece dentro da mente do viajante e não deixa recibo. Esse valor invisível é o que os economistas chamam de "excedente do consumidor", uma medida de quanto uma pessoa se sente melhor após uma experiência em comparação ao que pagou por ela. Compreender esse valor oculto é crucial porque revela que os locais sagrados não são apenas marcos religiosos, mas também enormes motores de bem-estar social que contribuem para a riqueza de uma nação de formas que a contabilidade padrão muitas vezes não capta.

Uma equipe de pesquisadores partiu para medir essa riqueza invisível no Templo Pashupatinath, em Kathmandu, Nepal. Um dos templos hindus mais reverenciados do mundo, Pashupatinath situa-se às margens do rio Bagmati e atrai milhões de visitantes todos os anos. Os pesquisadores queriam saber exatamente quanta satisfação espiritual esses peregrinos derivam de suas visitas e quanto essa satisfação vale para o país. Para encontrar a resposta, eles não perguntaram às pessoas quanto elas pagariam para visitar. Em vez disso, observaram o que as pessoas realmente gastaram para chegar lá. Ao entrevistar 385 peregrinos do Nepal, da Índia e de outros países, a equipe reuniu informações detalhadas sobre quanto cada pessoa gastou com transporte, acomodação, alimentação e doações, bem como sua renda, idade e frequência de visitas. Eles então utilizaram um método chamado método do custo de viagem, que trata o custo total de uma viagem como uma etiqueta de preço. Se o custo de visitar aumenta, o número de visitas geralmente diminui, assim como acontece com qualquer outro produto. Ao analisar essa relação, os pesquisadores puderam trabalhar de trás para frente para calcular o valor total que os peregrinos atribuem à experiência.

O estudo descobriu que o custo de viajar para o templo tem um impacto claro na frequência das visitas. Os dados mostraram que, conforme o custo total de uma viagem aumentava, a frequência das visitas diminuía, confirmando que mesmo peregrinos profundamente motivados são sensíveis aos seus orçamentos. Os pesquisadores também descobriram que peregrinos locais do Nepal visitam o local com muito mais frequência do que visitantes internacionais, e que peregrinos mais velhos tendem a visitar com mais frequência do que os mais jovens. Curiosamente, fatores como o nível de escolaridade de uma pessoa ou se ela estava visitando durante um grande festival não alteraram significativamente a frequência com que vinham. O achado mais significativo, no entanto, foi o cálculo do valor total. Os pesquisadores determinaram que, para cada visita individual, um peregrino ganha um benefício líquido de cerca de 8.450 rupias nepalesas. Este número representa a diferença entre o que eles realmente pagaram para chegar lá e o valor muito maior que sentem ter recebido em troca.

Quando este valor por visita é multiplicado pelo número estimado de 3,5 milhões de peregrinos que visitam o local anualmente, o resultado é um impressionante ganho total de bem-estar social de aproximadamente 29,575 bilhões de rupias nepalesas. Este número, que equivale a cerca de 228 milhões de dólares americanos, representa um enorme benefício econômico que não é capturado pelas medidas usuais da economia de um país, como o valor total de bens e serviços produzidos. É um valor que existe inteiramente na satisfação e realização espiritual dos visitantes. O estudo sugere que este número é uma estimativa conservadora, pois conta apenas o valor das visitas em si e não inclui outros benefícios, como o valor de existência do templo para aqueles que nunca o visitam, ou os efeitos econômicos indiretos nos negócios locais.

Essas descobertas oferecem uma nova forma de olhar para o Templo Pashupatinath. Ele não é meramente um lugar de culto ou uma atração turística; é um ativo vital que gera imenso bem-estar para seus visitantes. Os pesquisadores argumentam que, como o local proporciona uma quantidade tão grande de valor não mercadológico, ele deve ser tratado como um investimento significativo em bem-estar social, e não apenas como um custo administrativo. Esta perspectiva sugere que governos e gestores devem priorizar a manutenção da qualidade do local, a melhoria da infraestrutura para visitantes e a gestão de multidões cuidadosamente, não apenas para preservar os edifícios físicos, mas para proteger esta enorme fonte de felicidade humana. Ao reconhecer o verdadeiro valor econômico da experiência espiritual, os formuladores de políticas podem tomar melhores decisões para garantir que o local permaneça um centro próspero de fé e cultura para as gerações vindouras.

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