Toward a Collective Competency Framework for Educational Support Professionals in Postsecondary Technology-rich Education
Através de um estudo de métodos mistos com profissionais de apoio educacional holandeses, este artigo desafia os modelos tradicionais de competência focados no indivíduo ao demonstrar que funções ricas em tecnologia e de transposição de fronteiras são melhor compreendidas e apoiadas através de um quadro coletivo de cinco funções de rede complementares.
Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo
Imagine um mundo onde as escolas são como cidades imensas e movimentadas. Nestas cidades, existem professores que constroem as lições, administradores que mantêm as luzes acesas e um grupo especial de ajudantes que garante que a cidade não apenas funcione, mas que floresça. Estes ajudantes são os "Profissionais de Apoio Educacional". Eles são os conectores definitivos, as pessoas do "terceiro espaço" que se posicionam entre a sala de aula e o escritório, entre o ensino tradicional e a tecnologia moderna e brilhante. Durante muito tempo, especialistas pensaram que o segredo para um bom ajudante era ser uma pessoa "em forma de T": alguém com uma habilidade profunda e superpoderosa em uma área (como um mestre chef) mas também com uma compreensão ampla de tudo o mais (saber cultivar os ingredientes, gerenciar o restaurante e desenhar o menu). A ideia era que uma única pessoa deveria ser capaz de fazer tudo. Mas e se isso fosse como pedir a uma pessoa para ser o prefeito, o chefe de polícia, o arquiteto e o controlador de tráfego, tudo ao mesmo tempo? É muito pedir, e talvez toda a cidade precise repensar como contrata seus ajudantes.
Este é exatamente o enigma que uma equipe de pesquisadores na Holanda decidiu resolver. Eles queriam saber: Como esses profissionais de apoio veem suas próprias habilidades? Eles acham que precisam ser super-humanos que sabem tudo, ou existe uma outra maneira de olhar para isso? Eles reuniram um grupo de 86 desses ajudantes de 45 escolas diferentes, variando de centros de formação profissional a grandes universidades de pesquisa. Em vez de apenas aplicar um teste, eles usaram um método "co-criativo", que é como uma grande festa de brainstorming organizada, onde os próprios ajudantes ajudaram a desenhar as regras. Eles pediram aos profissionais para descreverem o que compõe uma boa equipe de apoio, como trabalham juntos e quais habilidades são realmente necessárias para manter a educação avançando em um mundo fortemente tecnológico.
Os resultados foram um pouco inesperados. Os pesquisadores descobriram que esses profissionais não queriam ser os super-heróis "em forma de T" depois de tudo. Em vez disso, eles descreveram seu trabalho como uma rede coletiva. Pense nisso como uma banda. Você não precisa de uma pessoa que saiba tocar bateria, guitarra, violino e cantar ópera perfeitamente ao mesmo tempo. Você precisa de um baterista que seja incrível no ritmo, um guitarrista que conheça os acordes e um cantor com uma ótima voz. Quando eles tocam juntos, a música é melhor do que qualquer pessoa conseguiria fazer sozinha. O estudo sugere que, para estas funções de apoio educacional, a "competência" não é algo que uma pessoa guarda dentro de sua cabeça; é algo que a equipe inteira comparte.
Os pesquisadores identificaram cinco "papéis" ou funções especiais que a equipe precisa cobrir, mas não precisam ser feitos pela mesma pessoa. Esses papéis são:
- O Construtor de Pontes (anteriormente chamado de "Cruzador de Fronteiras"): A pessoa que conecta mundos diferentes, como ligar o pessoal da tecnologia com os professores.
- O Consultor: A pessoa que dá conselhos estratégicos sobre como seguir em frente.
- O Coach: A pessoa que ajuda os professores a crescer e aprimorar suas habilidades.
- O Especialista Educacional: O especialista nos métodos reais de ensino e aprendizagem.
- O Inovador: A pessoa que impulsiona novas ideias e muda as coisas.
O estudo, que envolveu 86 profissionais através de quatro fases diferentes de pesquisa, sugere que tentar forçar uma única pessoa a preencher todos esses papéis é uma má ideia. Na verdade, quando os pesquisadores perguntaram aos profissionais se eles poderiam fazer tudo, muitos disseram: "De jeito nenhum!". Um profissional na pesquisa até alertou contra a busca por um "faz-tudo". Em vez disso, os dados mostraram que esses profissionais veem suas habilidades como distribuídas pela equipe. Algumas pessoas são ótimas em coaching, outras são inovadoras naturais, e a magia acontece quando trabalham juntas.
Os pesquisadores também descobriram que essa ideia funciona da mesma forma, quer você esteja em uma escola profissionalizante, uma universidade de ciências aplicadas ou uma grande universidade de pesquisa. Os números confirmaram isso: os profissionais concordaram com esses cinco papéis, e os testes estatísticos não mostraram diferenças significativas entre os diferentes tipos de escolas. No entanto, o artigo é cuidadoso ao dizer que, embora esta ideia de "rede" seja o que os profissionais querem e acreditam, não é uma solução mágica ainda. O estudo prova que é assim que eles conceituam seu trabalho e que acham a estrutura útil para falar sobre seus empregos, mas não prova que as escolas já mudaram suas práticas de contratação para corresponder a este novo modelo.
Ainda existem obstáculos. Os profissionais apontaram que as escolas muitas vezes não sabem como classificar esses papéis mistos. Se você é um "construtor de pontes" e um "coach" ao mesmo tempo, o departamento de RH pode simplesmente chamá-lo de "produtor de vídeo", porque é a única caixa que eles possuem. Isso torna difícil para eles serem reconhecidos ou terem uma carreira clara. O artigo sugere que as escolas precisam parar de tentar encontrar uma pessoa perfeita e começar a construir equipes onde diferentes pessoas tragam diferentes superpoderes para a mesa.
Em resumo, este artigo sugere que o futuro do apoio educacional não é sobre encontrar a única pessoa que sabe tudo. É sobre construir uma equipe onde cada um saiba sua parte e, juntos, cubram todo o espectro do que é necessário para fazer a educação funcionar em um mundo de alta tecnologia. É uma mudança do "Eu posso fazer tudo" para o "Nós podemos fazer tudo juntos". Embora o estudo confirme que esta é a maneira certa de pensar o trabalho, ele também alerta que as escolas precisarão mudar suas estruturas e regras para fazer com que esse trabalho em equipe realmente aconteça.
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