Changes in the profile of adults diagnosed as autistic since 2010: population based studies in England and Sweden

Este estudo de coorte baseado em população, envolvendo mais de 33 milhões de adultos no Reino Unido e na Suécia, revela que, desde 2010, o perfil de indivíduos recém-diagnosticados com autismo mudou dramaticamente em direção a pessoas mais jovens, do sexo feminino e aquelas com condições prévias de saúde mental, como ansiedade e TDAH, enquanto os diagnósticos de epilepsia, psicose e deficiência intelectual diminuíram.

Autores originais: Sadik, A., Lundberg, M., Khandaker, G. M., Pardinas, A. F., Lee, B. K., Madley-Dowd, P., Magnusson, C., Rai, D.

Publicado 2026-05-28
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Autores originais: Sadik, A., Lundberg, M., Khandaker, G. M., Pardinas, A. F., Lee, B. K., Madley-Dowd, P., Magnusson, C., Rai, D.

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). ⚕️ Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo

Imagine a paisagem dos diagnósticos de autismo no Reino Unido e na Suécia como um vasto jardim em constante transformação. Há décadas, jardineiros (médicos e pesquisadores) têm contado as flores (pessoas diagnosticadas com autismo). Este estudo, que observou o jardim de 2010 até o início da década de 2020, constatou que o jardim não apenas cresceu; os tipos de flores que ali florescem mudaram dramaticamente.

Aqui está o que os pesquisadores encontraram, dividido em conceitos simples:

1. O Jardim está Crescendo Mais Rápido em Algumas Áreas

O número de adultos recebendo diagnóstico de autismo disparou em ambos os países. No entanto, a velocidade desse crescimento não é a mesma em todos os lugares.

  • O Broto "Jovem e Feminino": As áreas de crescimento mais rápido do jardim estão entre adultos jovens (idades de 16 a 20 anos) e mulheres. De fato, até o final do período do estudo, novos diagnósticos em mulheres adultas estavam ocorrendo mais frequentemente do que em homens.
  • O Solo "Branco" e "Nascido na Suécia": No Reino Unido, o jardim cresceu mais rápido em áreas com grupos étnicos brancos. Na Suécia, cresceu mais rápido entre pessoas cujos pais nasceram ambos na Suécia. Por outro lado, o jardim cresceu muito mais lentamente em comunidades negras, sul-asiáticas e imigrantes nesses países. A lacuna entre esses grupos está se ampliando, sugerindo que algumas pessoas estão tendo muito mais dificuldade para obter um diagnóstico do que outras.

2. O "Perfil" da Flor Mudou

Se você olhar para a "flor do autismo" de 2010 e compará-la com a de 2023, elas parecem bastante diferentes. Os pesquisadores encontraram uma mudança distinta na "história de fundo" das pessoas sendo diagnosticadas.

  • A "Mochila Pesada" está Ficando Mais Leve: No passado, pessoas diagnosticadas com autismo frequentemente carregavam uma mochila pesada de outras condições graves, como deficiência intelectual, epilepsia ou psicose. Hoje, menos pessoas diagnosticadas com autismo carregam essa carga específica. A proporção de adultos com essas condições antes de seu diagnóstico de autismo caiu significativamente.
  • O "Guarda-chuva da Ansiedade" está Ficando Mais Pesado: Enquanto a mochila pesada está mais leve, um tipo diferente de fardo cresceu. Pessoas diagnosticadas com autismo hoje têm muito mais probabilidade de ter histórico de ansiedade, depressão, TDAH, problemas de sono ou transtornos alimentares. É como se o jardim agora estivesse cheio de flores que estão lutando contra o clima (desafios de saúde mental) em vez do solo em si (deficiência intelectual).

3. Dois Jardins Diferentes, Padrões de Clima Similares

O estudo comparou dois países diferentes: o Reino Unido (usando registros de cuidados primários, como uma vigilância de bairro local) e a Suécia (usando registros nacionais, como um enorme banco de dados governamental).

  • Velocidades Diferentes: A Suécia geralmente teve taxas de diagnóstico mais altas do que o Reino Unido, mas o Reino Unido viu um aumento massivo nos diagnósticos após 2020.
  • Mesmas Tendências: Apesar das diferentes fontes de dados, ambos os países contaram a mesma história: menos pessoas com deficiência intelectual estão sendo diagnosticadas, e muitas mais pessoas com ansiedade e depressão estão sendo diagnosticadas.

4. O Que Isso Significa? (A Visão dos Autores)

Os pesquisadores têm cuidado para não dizer exatamente por que isso está acontecendo, mas oferecem algumas possibilidades, como diferentes lentes para observar o jardim:

  • Olhos Melhores: Podemos finalmente estar vendo as flores "escondidas" — especificamente mulheres e pessoas que são boas em mascarar suas lutas — que anteriormente eram negligenciadas.
  • Regras em Mudança: As regras para o que conta como uma "flor" podem ter se ampliado. Os médicos podem estar mais dispostos a rotular alguém como autista mesmo que essa pessoa tenha outras questões de saúde mental primeiro.
  • A "Chave" para o Suporte: Às vezes, obter um diagnóstico é a única maneira de desbloquear serviços de apoio. Se uma pessoa está lutando contra a ansiedade, mas não consegue obter ajuda, ela pode receber um diagnóstico de autismo porque essa é a "chave" que abre a porta para o cuidado.

A Conclusão

O estudo conclui que o "rosto" do autismo em adultos mudou completamente desde 2010. Não é mais apenas a história de uma criança com deficiência intelectual; é cada vez mais a história de um adulto jovem, frequentemente do sexo feminino, navegando em um mundo com altos níveis de ansiedade e depressão.

Os autores alertam que, embora isso possa significar que finalmente estamos reconhecendo mais pessoas, isso também levanta questões: Estamos vendo a imagem completa, ou estamos identificando erroneamente outras lutas como autismo? Eles enfatizam que precisamos entender essas mudanças para garantir que o suporte certo chegue às pessoas certas, independentemente de sua origem ou da mistura específica de desafios que enfrentam.

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