The association between likely ADHD and autism, and not being in employment, education, or training: a frequency-matched case-control study in working-age adults in the UK
Este estudo de caso-controle pareado por frequência com adultos em idade laboral no Reino Unido revela que aqueles que não estão em educação, emprego ou formação (NEET) exibem taxas significativamente mais elevadas de prováveis traços de autismo e TDAH não diagnosticados em comparação com os seus pares empregados ou instruídos, sendo que estes traços neurodivergentes contribuem para o estatuto NEET tanto direta como indiretamente através do aumento dos encargos de saúde e de um menor rendimento escolar.
Artigo original dedicado ao domínio público sob CC0 1.0 (https://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/). Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo
Imagine o mercado de trabalho e as escolas como um parque temático gigante e movimentado. Para a maioria das pessoas, os brinquedos são projetados com uma trava de segurança padrão, os caminhos estão claramente marcados e o nível de ruído é agradável. Mas para algumas pessoas, a trava parece um torno, as placas são escritas em um código que elas não conseguem decifrar e a música é tão alta que machuca os ouvidos. Essas pessoas não estão quebradas; elas apenas têm cérebros que funcionam de forma diferente, um conceito que os cientistas chamam de "neurodivergência". Dois tipos comuns desses cérebros diferentes são o Autismo e o TDAH. Embora muitos conheçam essas condições, um número enorme de adultos nunca recebeu um diagnóstico oficial, o que significa que eles estão vagando pelo parque temático sem um mapa ou um guia. Isso é um grande problema porque, quando o parque não se ajusta ao seu cérebro, você pode parar de tentar entrar nos brinquques. Os cientistas estão tentando descobrir exatamente quantas pessoas estão presas do lado de fora dos portões porque o parque não foi construído para elas, e se o problema são as pessoas ou o próprio parque.
Este estudo é como uma investigação de detetive sobre esse portão do parque temático. Os pesquisadores queriam saber: entre adultos no Reino Unido que atualmente não estão estudando, empregados ou em treinamento (um grupo frequentemente chamado de "NEET"), quantos têm cérebros que provavelmente se encaixam nos perfis de Autismo ou TDAH, mesmo que não tenham uma nota oficial de um médico dizendo o contrário? Eles compararam 300 pessoas que eram NEET com 300 pessoas que estavam trabalhando ou estudando (o grupo "EET"), garantindo que os dois grupos fossem semelhantes em termos de idade, gênero e origem.
Os resultados foram um choque. Embora o número de pessoas com diagnósticos oficiais fosse exatamente o mesmo em ambos os grupos (cerca de 7,7%), o grupo NEET estava repleto de pessoas que "testaram positivo" para provável Autismo e TDAH. Na verdade, 66,3% do grupo NEET mostrou sinais fortes de provável Autismo, comparado a apenas 49% do grupo que trabalha. Para o provável TDAH, os números foram de 34,3% para o grupo NEET versus 26% para os outros. É como se o portão do parque temático estivesse verificando "ingressos oficiais", mas as pessoas presas do lado de fora eram justamente aquelas que mais precisavam dos passes de acessibilidade especiais, mas que nunca os obtiveram.
O estudo também analisou por que isso pode estar acontecendo. Acontece que ter esses traços neurodivergentes não torna alguém desempregado magicamente. Em vez disso, é como um efeito dominó. Os pesquisadores descobriram que os traços neurodivergentes frequentemente levam a duas coisas: uma carga mais pesada de problemas de saúde física e mental, e níveis mais baixos de escolaridade. Esses dois fatores então empurram as pessoas em direção ao status NEET. No entanto, o estudo sugere que, mesmo após considerar a saúde e a educação, os próprios traços ainda desempenham um papel direto. Não é apenas que essas pessoas estejam doentes ou sem instrução; o ambiente em si parece ser um descompasso. Quando os pesquisadores perguntaram sobre suas experiências passadas, o grupo NEET disse que suas escolas ou locais de trabalho anteriores não permitiam que controlassem seu ambiente sensorial (como luzes ou ruídos) ou gerenciassem suas condições adequadamente. Eles também sentiram que não podiam ser seus eus autênticos.
Crucialmente, o estudo descarta a ideia de que essas pessoas simplesmente "não conseguem trabalhar". Na verdade, a maioria dos participantes NEET disse que deseja trabalhar ou estudar novamente. O problema parece ser uma "falha de todo o sistema", onde as estruturas de educação e emprego não se moldam o suficiente para caber diferentes tipos de cérebros. Os autores sugerem que, se pudéssemos identificar esses traços mais cedo e fornecer o suporte adequado — como melhor controle sensorial e a liberdade de ser autêntico — poderíamos ajudar essas pessoas a reingressar na força de trabalho. Mas eles são cuidadosos ao dizer que isso é uma sugestão baseada em um recorte temporal; eles não podem provar que consertar o ambiente certamente resolverá o problema, apenas que o descompasso é uma parte enorme e visível do quebra-cabeça. O artigo conclui que precisamos parar de esperar que todos recebam um diagnóstico formal antes de oferecer ajuda e, em vez disso, começar a reconhecer esses traços e ajustar o "parque temático" para deixar todos entrarem.
Afogado em artigos na sua área?
Receba digests diários dos artigos mais recentes que correspondam às suas palavras-chave de pesquisa — com resumos técnicos, no seu idioma.