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The Cost of Segregation: Using Transfermarkt Values to Model Counterfactual Outcomes in Soccer

Utilizando as avaliações do Transfermarkt e modelagem contrafactual, este estudo demonstra que estratégias de seleção racialmente exclusivas reduziriam significativamente o desempenho da seleção masculina de futebol da Inglaterra, destacando que o principal benefício da diversidade nos esportes de elite advém do acesso a um reservatório de talentos maior, em vez de a própria diversidade impulsionar a produtividade.

Autores originais: Georgy Shukaylo, Stefan Szymanski

Publicado 2026-08-19
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Autores originais: Georgy Shukaylo, Stefan Szymanski

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

No mundo dos esportes profissionais, o objetivo é sempre o mesmo: montar a melhor equipe possível para vencer. Isso exige encontrar os jogadores mais habilidosos disponíveis, independentemente de onde venham ou de sua aparência. Economistas há muito estudam como grupos desempenham juntos, questionando se misturar pessoas de diferentes origens ajuda uma equipe a ter sucesso ou se causa fricção. No futebol, um esporte onde o talento individual é frequentemente medido pelo valor de um jogador no mercado de transferências, essa questão assume um contorno mais agudo. O esporte tem um histórico de desequilíbrio racial, onde jogadores de cor são comuns em campo, mas raros em funções de treinamento e liderança. Isso levanta uma questão difícil: se uma equipe fosse forçada a ignorar a raça ao escolher seus jogadores, ela ficaria melhor ou pior? Para responder a isso, pesquisadores não precisam esperar a história se desenrolar; eles podem usar dados para construir um quadro do que poderia ter acontecido se as regras de seleção fossem diferentes.

Uma equipe de pesquisadores propôs-se a medir o custo da segregação racial no futebol inglês observando a seleção nacional masculina. Eles utilizaram um método chamado modelagem contrafactual, que é essencialmente uma forma de perguntar "e se" usando números concretos. Em vez de adivinhar, eles confiaram no Transfermarkt, um site amplamente utilizado que atribui um valor monetário a cada jogador de futebol profissional com base em sua habilidade, idade e desempenho. Esses valores atuam como um indicador confiável de quão bom é um jogador. Os pesquisadores reuniram dados de todas as partidas disputadas pela seleção da Inglaterra entre 2016 e 2024. Primeiro, construíram um modelo para provar que esses valores de jogadores poderiam prever com precisão os resultados das partidas, comparando suas previsões com as probabilidades definidas por apostadores profissionais. Eles descobriram que os valores de mercado eram tão bons em prever vitórias e derrotas quanto os especialistas que estabelecem as linhas de apostas.

Uma vez confiantes de que seu modelo funcionava, os pesquisadores criaram duas versões imaginárias da seleção da Inglaterra para ver como elas teriam desempenhado. No primeiro cenário, removeram todos os jogadores negros do elenco e os substituíram pelos jogadores ingleses não negros de maior valor disponíveis para aquela posição específica, garantindo que os substitutos tivessem o mesmo pé preferido e não estivessem lesionados. No segundo cenário, fizeram o oposto, criando uma equipe composta inteiramente por jogadores negros e substituindo quaisquer titulares não negros pelas melhores alternativas negras disponíveis. Estas não eram propostas de como a equipe deveria ser gerida, mas sim testes de estresse para ver o que acontece quando se limita o conjunto de talentos com base na raça.

Os resultados foram claros e consistentes. Quando os pesquisadores simularam uma equipe sem jogadores negros, o valor total do elenco caiu 22,9%, e a chance da equipe vencer uma partida diminuiu 2,7 pontos percentuais. Quando simularam uma equipe composta apenas por jogadores negros, o valor do elenco caiu ainda mais, 25,8%, com uma redução correspondente de 3,3 pontos percentuais na probabilidade de vitória. A análise mostrou que a perda de valor não foi distribuída uniformemente; ela se concentrou em posições chave, particularmente no ataque e no goleiro, onde os jogadores de maior valor por acaso eram negros. O estudo descobriu que a diversidade da equipe em si não alterou o resultado uma vez que o nível real de habilidade dos jogadores foi levado em conta. Em vez disso, o principal benefoso da diversidade foi simplesmente permitir que os selecionadores escolhessem de um grupo de talentos maior. Ao excluir uma parte significativa desse grupo com base na raça, a equipe inevitavelmente tornou-se mais fraca.

Os autores enfatizam que essas descobertas ilustram um princípio econômico fundamental: restringir o acesso aos melhores talentos disponíveis sempre traz um custo. Em um ambiente de alto risco como o futebol internacional, onde pequenas diferenças de habilidade podem determinar se uma equipe conquista um campeonato ou vai para casa cedo, excluir jogadores com base na raça não é apenas uma questão de justiça. É também uma questão de eficiência. O estudo sugere que a sub-representação de jogadores negros em funções de treinamento e liderança no futebol inglês é uma questão distinta da dos próprios jogadores, mas os dados sobre os jogadores deixam claro que o conjunto de talentos é profundo e diverso. Quando o processo de seleção é aberto a todos, a equipe é mais forte. Quando é estreitado por barreiras artificiais, a equipe sofre, e o custo é medido em vitórias perdidas.

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