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Exposure to unhealthy commodity brands in YouTube highlights of English Premier League and FIFA World Cup football matches

Este estudo revela que, embora a densidade geral de marcas seja semelhante nos destaques do YouTube da Premier League Inglesa e da Copa do Mundo da FIFA, o jogo de azar domina a exposição a produtos prejudiciais ao consumo no conteúdo da EPL — ocupando quase um terço do tempo de tela e aparecendo na maioria dos anúncios pré-roll — sugerindo que as proibições voluntárias de patrocínio de frente de camisa são insuficientes e que um controle central mais rigoroso, como o visto na Copa do Mundo, é necessário para restringir efetivamente tal exposição.

Autores originais: Davies, N., Busby, S., Morling, J.

Publicado 2026-08-21
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Autores originais: Davies, N., Busby, S., Morling, J.

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). ⚕️ Esta é uma explicação gerada por IA de um preprint que não foi revisado por pares. Não é aconselhamento médico. Não tome decisões de saúde com base neste conteúdo. Ler aviso legal completo

Durante décadas, pesquisadores de saúde pública têm observado como os produtos que vemos todos os dias moldam o que compramos e como vivemos. Eles sabem há muito tempo que ver anúncios de alimentos ricos em gordura, sal ou açúcar, ou de álcool, pode induzir as pessoas a consumir mais desses itens. Nos últimos anos, uma nova categoria juntou-se a esta lista: o jogo. Estudos sugerem que ver anúncios de apostas pode levar as pessoas a fazer mais apostas, gastar mais dinheiro e realizar apostas não planejadas. Como o esporte é uma parte massiva da vida moderna, esses produtos prejudiciais frequentemente aparecem nas margens dos jogos que amamos, nas camisas que os jogadores vestem e nos intervalos entre as jogadas. A questão agora não é apenas sobre o que acontece durante um jogo completo de noventa minutos, mas sobre os clipes mais curtos e rápidos que milhões de pessoas, especialmente crianças, assistem em seus telefones. Esses clipes, conhecidos como destaques (highlights), condensam os momentos mais emocionantes de uma partida em poucos minutos, mas também concentram a publicidade que envolve esses momentos.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Nottingham propôs-se a medir exatamente o que crianças e jovens estão vendo ao assistir a esses clipes de futebol no YouTube. Eles focaram em dois dos maiores palcos do esporte: a Premier League inglesa, que é a principal liga profissional da Inglaterra, e a Copa do Mundo da FIFA, o torneio global realizado a cada quatro anos. Os pesquisadores queriam saber quanto tempo era gasto exibindo marcas de jogos, álcool e alimentos não saudáveis nesses vídeos curtos, e se as regras que regem essas duas competições faziam diferença. Eles analisaram os dez jogos finais da temporada 2025-2026 da Premier League e uma seleção de partidas da Copa do Mundo de 2026. Para cada vídeo, registraram cada marca que apareceu por pelo menos dois segundos, anotando o que a marca vendia, onde aparecia na tela e se aparecia antes do vídeo começar a ser reproduzido. Eles também verificaram os anúncios que o YouTube exibia aos espectadores antes do início dos destaques.

Os resultados revelaram um contraste gritante entre as duas competições. Embora o número total de aparições de marcas por minuto fosse aproximadamente o mesmo para ambas, os tipos de marcas eram completamente diferentes. Nos destaques da Premier League, produtos não saudáveis ocuparam mais de um terço do tempo de tela. A vasta maioria disso foi de jogos. Empresas de apostas apareceram em todos os clipes da Premier League, ocupando quase um terço do tempo total de visualização. Esses anúncios não estavam apenas nos intervalos; eles estavam inseridos na própria ação, aparecendo nos painéis digitais ao redor do campo e nas mangas das camisas dos jogadores. Nos vídeos exibidos antes do início dos clipes, os anúncios de jogos dominaram, representando mais de quatro quintos do tempo total.

A Copa do Mundo contou uma história diferente. Produtos não saudáveis apareceram com muito menos frequência, ocupando menos de um quinto do tempo de tela. Os jogos foram mal visíveis, aparecendo por apenas uma fração mínima da duração. Em vez disso, a exposição foi distribuída de forma mais equilibrada entre comida, álcool e outras categorias. Crucialmente, nenhum anúncio de jogos apareceu antes dos destaques da Copa do Mundo. Os pesquisadores descobriram que a diferença residia no controle. Os organizadores da Copa do Mundo gerenciam rigorosamente o que pode ser mostrado no estádio, bloqueando marcas que não são parceiras oficiais. A Premier League, por outro lado, permite uma gama mais ampla de patrocinadores, incluindo aqueles nos painéis digitais que margeiam o campo.

O estudo também observou onde esses anúncios de jogos apareciam, porque isso importa para a facilidade de bloqueio. Uma proposta comum para proteger as crianças é proibir empresas de jogos de colocarem seus logotipos na frente das camisas dos jogadores. No entanto, os pesquisadores descobriram que, na Premier League, apenas cerca de um quarto da exposição de jogos vinha da frente da camisa. O restante aparecia nos painéis ao lado do campo, placas do estádio e nas mangas dos jogadores. Isso significa que, mesmo que o patrocínio da frente da camisa fosse removido, a maior parte da exposição de jogos nos destaques permaneceria intacta. Os anúncios simplesmente se deslocariam para os outros espaços disponíveis.

Os pesquisadores concluíram que o ambiente da Copa do Mundo mostra que é possível ter um evento esportivo com muito menos exposição a jogos e outros produtos não saudáveis. A diferença não foi acidental; foi o resultado de regras estritas que decidiram quais marcas poderiam aparecer de fato. O estudo sugere que, para a Premier League, mudanças voluntárias como a remoção de patrocinadores de camisas não são suficientes para resolver o problema. Para reduzir verdadeiramente a quantidade de jogos que as crianças veem, as regras precisariam cobrir todos os lugares onde os anúncios aparecem, não apenas os mais óbvios. Os dados mostram que, quando um órgão regulador decide restringir certas categorias de publicidade, o resultado é uma experiência de visualização muito mais limpa para todos.

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