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Social Media Use, Dietary Behaviours and Dietary Supplement Use Among Young Adults Attending Fitness Centres in Ibadan, Nigeria: A cross-sectional study

Este estudo transversal com 318 jovens adultos em Ibadan, Nigéria, revela que construtos psicológicos e comportamentais específicos das redes sociais, tais como engajamento, suscetibilidade psicossocial e influência motivacional, estão significativamente associados tanto às práticas dietéticas quanto ao uso de suplementos entre frequentadores de centros de fitness.

Autores originais: Rafiat Damilola ADENUGA, Ibukunoluwa Tubi-Nwangwu

Publicado 2026-08-28
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Autores originais: Rafiat Damilola ADENUGA, Ibukunoluwa Tubi-Nwangwu

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

No mundo moderno, o caminho para um corpo mais saudável muitas vezes não começa em uma cozinha ou em uma academia, mas em uma tela brilhante. Para os jovens adultos, as redes sociais tornaram-se uma fonte primária de conselhos sobre o que comer, como se exercitar e quais suplementos tomar. Este cenário digital não é um fluxo de informações único e uniforme; pelo contrário, é um ambiente complexo onde simplesmente ver uma postagem é diferente de curtir ou compartilhar ativamente, e onde o impacto emocional de uma mensagem pode diferir da motivação que ela desperta. Pesquisadores há muito suspeitam que essas diferentes formas de interagir com o conteúdo online moldam nossos hábitos alimentares de maneiras distintas. Compreender isso é crucial porque as escolhas que os jovens fazem sobre alimentos e suplementos podem ter efeitos duradouros em sua saúde, embora muito do que veem online seja impulsionado por tendências, anúncios ou imagens idealizadas, em vez de fatos científicos.

Uma equipe de pesquisadores em Ibadan, Nigéria, partiu para desvendar essas relações entre jovens adultos que frequentam centros de fitness. Eles focaram em um grupo específico: homens e mulheres entre 18 e 35 anos que já estavam comprometidos com o treinamento físico. O estudo envolveu 318 participantes que preencheram um questionário detalhado sobre seus hábitos de redes sociais, seus padrões alimentares e seu uso de suplementos dietéticos. Os pesquisadores não apenas perguntaram quanto tempo essas pessoas passavam online; eles decomporam suas vidas digitais em categorias psicológicas e comportamentais específicas. Eles mediram a frequência com que as pessoas eram expostas a conteúdos de fitness, o quão ativamente elas se engajavam com eles, o quão suscetíveis eram ao apelo emocional das mensagens online e o quanto se sentiam motivadas pelo que viam. Ao analisar esses fatores juntamente com as escolhas alimentares, a equipe visava observar quais aspectos do uso das redes sociais realmente conduziam as pessoas em direção a uma alimentação mais saudável ou em direção a dietas restritivas focadas na aparência.

O estudo revelou que a maneira como os jovens adultos interagem com as redes sociais importa muito mais do que o simples fato de estarem expostos a elas. No que diz respeito à adoção de práticas alimentares inspiradas por conteúdo online, três fatores se destacaram como impulsionadores poderosos: o engajamento ativo com o conteúdo, a suscetibilidade psicológica às mensagens e o sentimento de motivação pelo que foi visto. Participantes que buscavam informações ativamente, discutiam-nas ou se sentiam pessoalmente movidos por postagens de fitness tinham maior probabilidade de mudar seus hábitos alimentares com base no que encontravam online. De fato, a suscetibilidade psicológica de um indivíduo — sua responsividade emocional ao conteúdo online — foi o preditor mais forte de se eles alterariam sua dieta. Isso sugere que a reação interna a uma postagem é mais influente do que a própria postagem.

No entanto, a história torna-se mais complexa quando observamos comportamentos alimentares restritivos, como pular refeições ou limitar grupos alimentares para mudar a forma do corpo. Aqui, os pesquisadores descobriram que a exposição passiva ao conteúdo das redes sociais estava positivamente ligada a esses hábitos restritivos. Simplesmente rolar imagens de corpos idealizados ou transformações físicas sem engajamento ativo era suficiente para induzir alguns indivíduos a restrições alimentares prejudiciais. Surpreendentemente, o engajamento ativo atuou como um fator protetor nesta área específica; aqueles que interagiam ativamente com o conteúdo eram menos propensos a adotar comportamentos alimentares restritivos. Isso implica que, embora ver demais o ideal do "corpo perfeito" possa ser prejudicial, assumir um papel ativo e crítico na recepção desse conteúdo pode ajudar os jovens a resistir à pressão para se privarem de comida ou seguirem dietas extremas.

A investigação também observou o uso de suplementos dietéticos, como pós de proteína ou vitaminas, que são populares entre frequentadores de academia. Entre os participantes que utilizavam esses produtos, o único fator que consistentemente predizia seu uso era a suscetibilidade psicológica às redes sociais. Aqueles que eram mais emocionalmente influenciados por mensagens online eram mais propensos a tomar suplementos, independentemente de quanto tempo passavam nas redes sociais ou de quão ativamente se engajavam com elas. Essa descoberta destaca que a decisão de tomar um suplemento é frequentemente impulsionada por uma crença profunda no poder da informação vista online, e não por um simples acúmulo de fatos. Curiosamente, o estudo descobriu que a idade e o gênero não desempenharam um papel significativo nesses resultados; as respostas psicológicas e comportamentais às redes sociais foram os verdadeiros motores das escolhas alimentares para este grupo.

A pesquisa, realizada em quatro centros de fitness populares em Ibadan, envolveu um grupo diversificado de jovens adultos, com uma média de idade de quase 27 anos. Cerca de metade dos participantes era do sexo masculino, e a maioria era composta por estudantes ou trabalhadores autônomos. Embora o estudo tenha confirmado que as redes sociais são uma força importante que molda como esses jovens comem e suplementam, os pesquisadores observaram que seu trabalho foi um recorte no tempo. Como o estudo foi transversal, ele pôde mostrar que esses fatores estão ligados, mas não pôde provar que as redes sociais causaram as mudanças na dieta. Os dados dependeram do que os participantes relataram sobre si mesmos, o que às vezes pode ser influenciado pela forma como desejam ser percebidos. Apesar dessas limitações, os achados oferecem um quadro claro: o mundo digital influencia a saúde através de uma mistura de participação ativa, resposta emocional e motivação, em vez de apenas através da visualização passiva.

Para especialistas em saúde pública e nutricionistas, esses resultados sugerem que simplesmente dizer aos jovens para evitarem as redes sociais não é a solução. Em vez disso, o foco deve ser em ajudá-los a desenvolver as habilidades para interagir criticamente com o conteúdo que veem. Ensinar os jovens adultos como avaliar a credibilidade dos conselhos de saúde online e como reconhecer os gatilhos emocionais usados por influenciadores pode ajudá-los a tomar melhores decisões. O estudo conclui que promover a literacia nutricional digital — ensinar as pessoas como navegar no complexo cenário da informação de saúde online — é essencial. Ao incentivar o engajamento ativo e reflexivo em vez da consumo passivo, pode ser possível aproveitar o potencial positivo das redes sociais enquanto se protege os jovens dos riscos da alimentação restritiva e do uso desnecessário de suplementos.

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