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Endoscopic Resection of a Giant Pedunculated Leiomyoma in the Sigmoid Colon: A Case Report

Este relato de caso descreve a dissecção submucosa endoscópica (DSE) bem-sucedida de um leiomioma pediculado gigante no cólon sigmoide de um homem de 54 anos, demonstrando a DSE como uma alternativa minimamente invasiva e viável à cirurgia para tumores tão raros e representando a primeira ressecção endoscópica bem-sucedida de um leiomioma deste tamanho relatada.

Autores originais: Jiwei Lin, Hongcui Li, Xiaolong Gepo

Publicado 2026-08-27
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Autores originais: Jiwei Lin, Hongcui Li, Xiaolong Gepo

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Dentro do corpo humano, o trato digestivo é um tubo longo e muscular projetado para mover os alimentos. Ocasionalmente, a parede deste tubo pode desenvolver um crescimento. Na maioria das vezes, esses crescimentos são pólipos, que são comuns e frequentemente fáceis de remover. No entanto, um tipo diferente de crescimento pode se formar a partir da própria camada de músculo liso, conhecido como leiomioma. Estes são benignos, o que significa que não são câncer, mas são raros no cólon, representando apenas uma fração minúscula de todos os tumores encontrados no sistema digestivo. Quando esses tumores crescem muito, podem bloquear a passagem dos resíduos, causando dor ou dificuldade nas evacuações. Por décadas, a forma padrão de remover um grande tumor do cólon era através de cirurgia aberta, que envolve cortar o abdômen para retirar o crescimento. Esta é uma cirurgia de grande porte com um longo tempo de recuperação. A questão que os médicos enfrentavam era se uma abordagem menos invasiva, usando uma câmera flexível passada pela garganta e para dentro do cólon, poderia remover com segurança até mesmo os maiores desses raros tumores musculares sem a necessidade de cortar o paciente.

Uma equipe de médicos do Hospital do Povo Primeiro da Prefetura Autônoma Yi de Liangshan, na China, respondeu recentemente a essa questão com um caso notável. Eles trataram um homem de 54 anos que lutava para evacuar há mais de um ano. Quando os médicos olharam dentro do cólon dele com uma câmera, encontraram um tumor massivo, em forma de cogumelo, na parte inferior do intestino grosso, conhecido como cólon sigmoide. O crescimento era enorme, medindo 6 centímetros por 5 centímetros em sua cabeça, com um pedículo espesso que tinha 3 centímetros de comprimento e 2 centímetros de largura. A superfície do tumor era vermelha e inflamada, com uma ferida na ponta causada pelo atrito contra o interior do intestino. Como o tumor era muito grande e estava situado em uma parte estreita do intestino, ele havia criado uma obstrução significativa. Uma biópsia, que é uma pequena amostra coletada para verificar a presença de câncer, mostrou apenas inflamação e tecido cicatricial, mas como a amostra era pequena, os médicos não podiam ter certeza absoluta de que não se tratava de algo mais sério. O paciente, no entanto, estava muito preocupado com a ideia de uma cirurgia de grande porte e perguntou se havia outro caminho.

A equipe médica decidiu tentar um procedimento chamado dissecção submucosa endoscópica. Esta técnica permite que os médicos desprendam um tumor da parede interna do cólon pelo lado de dentro, usando uma faca especializada passada através da câmera. É uma tarefa delicada, especialmente com um tumor deste tamanho, porque os médicos devem cortar ao redor da base sem danificar as camadas musculares mais profundas da parede do cólon, o que poderia causar um furo ou perfuração. Para preparar, eles injetaram uma mistura de fluido sob o tumor para levantá-lo e criar um colchão de segurança entre o crescimento e o músculo profundo. Usando uma faca elétrica de alta frequência, eles cortaram cuidadosamente um círculo ao redor da base do pedículo do tumor. Em seguida, trabalharam descendo pelo pedículo, separando o tumor da parede do cólon. Os médicos confiaram no peso natural do tumor para ajudar a puxá-lo para longe enquanto cortavam, em vez de usar ferramentas extras para segurá-lo. Todo o crescimento, incluindo seu pedículo espesso, foi removido em uma única peça. Os médicos então fecharam a abertura restante na parede do cólon com pequenos clipes metálicos, de forma muito semelhante ao uso de grampos para fechar uma ferida. O procedimento foi bem-sucedido e o paciente pôde deixar o hospital apenas dois dias depois.

Quando o tecido removido foi examinado sob um microscópio, o diagnóstico foi confirmado. As células eram células de músculo liso, e testes químicos específicos mostraram que elas reagiam a marcadores para músculo liso, mas não reagiam a marcadores para outros tipos de tumores, como tumores estromais gastrointestinais ou câncer. Isso provou que o crescimento era, de fato, um leiomioma. O paciente não apresentou complicações e retornou à vida normal, com acompanhamentos aos três e seis meses mostrando que não havia sinais de retorno do tumor. Este caso é significativo porque mostra que mesmo um tumor pedunculado muito grande no cólon pode ser removido com segurança usando apenas uma câmera e uma faca, evitando a necessidade de cirurgia aberta. Embora a cirurgia tenha sido tradicionalmente a opção padrão para tumores maiores que 5 centímetros, esta remoção bem-sucedida sugere que, para tumores com um pedículo longo e sem sinais de invasão profunda, uma abordagem minimamente invasiva é uma opção viável. Ela oferece um caminho para a cura que preserva o órgão e permite uma recuperação muito mais rápida, proporcionando esperança para outros pacientes que enfrentam diagnósticos raros e difíceis semelhantes.

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