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Is pre-stenting necessary for Direct In-Scope Suction (DISS)? Real world practice outcomes from a global prospective multicentre study by EAU Endourology

Este estudo prospectivo multicêntrico global demonstra que o pré-estentamento de rotina antes da Sucção Direta Dentro do Escopo (DISS) em ureteroscopia flexível é desnecessário, pois não melhora as taxas de ausência de cálculos nem reduz complicações, apesar de facilitar a colocação da bainha de acesso ureteral e aumentar os sintomas pós-operatórios do stent.

Autores originais: Sohani N. Dassanayake, Steffi Kar Kei Yuen, Thomas Herrman, Begona Ballesta Martínez, Kemal Sarica, Khi Yung Fong, Luis Rico, Joy Garcia Castillo, Arman Tsaturyan, Nariman Gadzhiev, Vigen Malkhasyan
Publicado 2026-09-01
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Autores originais: Sohani N. Dassanayake, Steffi Kar Kei Yuen, Thomas Herrman, Begona Ballesta Martínez, Kemal Sarica, Khi Yung Fong, Luis Rico, Joy Garcia Castillo, Arman Tsaturyan, Nariman Gadzhiev, Vigen Malkhasyan, Bogdan F. Geavlete, Benedikt Becker, Lim Tze Ying Benjamin, Alim Dymov, Amelia Pietropaolo, Daniele Castellani, Bhaskar K. Somani, Vineet Gauhar

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Cálculos renais são um problema comum e doloroso, onde depósitos minerais duros se formam dentro do rim, bloqueando o fluxo da urina. Quando esses cálculos crescem demais para serem expelidos sozinhos, os médicos frequentemente utilizam um procedimento chamado ureteroscopia flexível. Nesta operação delicada, um tubo fino e flexível com uma câmera e um laser é passado através da bexiga e até o rim. O laser quebra o cálculo em minúsculas partículas semelhantes a pó, que são então lavadas ou aspiradas. Para tornar este processo mais seguro e eficaz, os cirurgiões às vezes colocam um pequeno tubo plástico temporário, conhecido como stent, dentro do ureter alguns dias antes da cirurgia principal. Este pré-estentagem tem o objetivo de esticar suavemente a passagem estreita, facilitando a inserção das ferramentas cirúrgicas e a remoção do cálculo. No entanto, este passo adicional também causa desconforto e requer um procedimento adicional, levando muitos a se perguntarem se ele é realmente necessário para todos os pacientes.

Uma grande equipe internacional de pesquisadores recentemente decidiu responder a esta questão especificamente para pacientes submetidos a uma versão mais nova e avançada desta cirurgia que utiliza sucção direta através do próprio endoscópio. Eles reuniram dados de mais de 500 pacientes em dezesseis centros médicos em quatorze países para ver se a colocação desse stent pré-operatório realmente melhorava os resultados finais. O estudo comparou dois grupos: aqueles que receberam um stent previamente e aqueles que foram direto para a cirurgia sem um. Os pesquisadores descobriram que, embora os pacientes com pré-estentagem tenham tido uma facilidade maior para posicionar as ferramentas cirúrgicas, o resultado final foi notavelmente semelhante para ambos os grupos. A taxa de pacientes que ficaram completamente livres de fragmentos de cálculos após trinta dias foi quase idêntica, independentemente de terem tido um stent ou não.

O estudo envolveu 540 pacientes, sendo 356 submetidos ao procedimento sem um stent pré-operatório e 184 recebendo um. O grupo com pré-estentagem era geralmente mais complexo; eles tinham cálculos maiores, mais infecções e necessidades médicas mais urgentes, razão pela qual os cirurgiões haviam optado por colocar o stent neles. Apesar desses desafios, os cirurgiões conseguiram remover os cálculos de forma tão eficaz quanto no grupo sem stent. Na verdade, os pacientes com pré-estentagem passaram mais tempo na sala de operações, com uma média de sessenta minutos, em comparação com os quarenta minutos dos outros, e tiveram maior probabilidade de ter uma bainha de acesso maior colocada durante a cirurgia. Os pesquisadores observaram que o grupo com pré-estentagem também relatou maior frequência de desconforto relacionado ao próprio stent após a operação, como dor e urgência urinária, enquanto o grupo sem stent apresentou menos essas queixas específicas.

Quando os pesquisadores analisaram detalhadamente os dados para verificar o que realmente previa um resultado bem-sucedido, descobriram que o tamanho do cálculo era o fator mais importante, não a presença de um pré-estent. Cálculos maiores eram mais difíceis de serem totalmente removidos, mas o fato de o paciente ter tido um stent previamente não fez diferença estatística na taxa de sucesso final ou no risco de complicações. O estudo sugere que a tecnologia de sucção moderna usada nestes procedimentos é poderosa o suficiente para remover os detritos de forma eficaz sem a necessidade do passo extra da pré-estentagem na maioria dos casos. Embora a pré-estentagem continue sendo vital para situações de emergência específicas ou quando um cirurgião falhou em acessar o rim em uma tentativa anterior, as evidências indicam que ela não é um passo obrigatório para todos. Para o paciente médio, pular a pré-estentagem pode significar uma permanência hospitalar mais curta, menos procedimentos extras e menos dor pós-operatória, sem sacrificar a chance de sair da sala de operações livre de cálculos.

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