Is pre-stenting necessary for Direct In-Scope Suction (DISS)? Real world practice outcomes from a global prospective multicentre study by EAU Endourology
Este estudo prospectivo multicêntrico global demonstra que o pré-estentamento de rotina antes da Sucção Direta Dentro do Escopo (DISS) em ureteroscopia flexível é desnecessário, pois não melhora as taxas de ausência de cálculos nem reduz complicações, apesar de facilitar a colocação da bainha de acesso ureteral e aumentar os sintomas pós-operatórios do stent.
Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo
Cálculos renais são um problema comum e doloroso, onde depósitos minerais duros se formam dentro do rim, bloqueando o fluxo da urina. Quando esses cálculos crescem demais para serem expelidos sozinhos, os médicos frequentemente utilizam um procedimento chamado ureteroscopia flexível. Nesta operação delicada, um tubo fino e flexível com uma câmera e um laser é passado através da bexiga e até o rim. O laser quebra o cálculo em minúsculas partículas semelhantes a pó, que são então lavadas ou aspiradas. Para tornar este processo mais seguro e eficaz, os cirurgiões às vezes colocam um pequeno tubo plástico temporário, conhecido como stent, dentro do ureter alguns dias antes da cirurgia principal. Este pré-estentagem tem o objetivo de esticar suavemente a passagem estreita, facilitando a inserção das ferramentas cirúrgicas e a remoção do cálculo. No entanto, este passo adicional também causa desconforto e requer um procedimento adicional, levando muitos a se perguntarem se ele é realmente necessário para todos os pacientes.
Uma grande equipe internacional de pesquisadores recentemente decidiu responder a esta questão especificamente para pacientes submetidos a uma versão mais nova e avançada desta cirurgia que utiliza sucção direta através do próprio endoscópio. Eles reuniram dados de mais de 500 pacientes em dezesseis centros médicos em quatorze países para ver se a colocação desse stent pré-operatório realmente melhorava os resultados finais. O estudo comparou dois grupos: aqueles que receberam um stent previamente e aqueles que foram direto para a cirurgia sem um. Os pesquisadores descobriram que, embora os pacientes com pré-estentagem tenham tido uma facilidade maior para posicionar as ferramentas cirúrgicas, o resultado final foi notavelmente semelhante para ambos os grupos. A taxa de pacientes que ficaram completamente livres de fragmentos de cálculos após trinta dias foi quase idêntica, independentemente de terem tido um stent ou não.
O estudo envolveu 540 pacientes, sendo 356 submetidos ao procedimento sem um stent pré-operatório e 184 recebendo um. O grupo com pré-estentagem era geralmente mais complexo; eles tinham cálculos maiores, mais infecções e necessidades médicas mais urgentes, razão pela qual os cirurgiões haviam optado por colocar o stent neles. Apesar desses desafios, os cirurgiões conseguiram remover os cálculos de forma tão eficaz quanto no grupo sem stent. Na verdade, os pacientes com pré-estentagem passaram mais tempo na sala de operações, com uma média de sessenta minutos, em comparação com os quarenta minutos dos outros, e tiveram maior probabilidade de ter uma bainha de acesso maior colocada durante a cirurgia. Os pesquisadores observaram que o grupo com pré-estentagem também relatou maior frequência de desconforto relacionado ao próprio stent após a operação, como dor e urgência urinária, enquanto o grupo sem stent apresentou menos essas queixas específicas.
Quando os pesquisadores analisaram detalhadamente os dados para verificar o que realmente previa um resultado bem-sucedido, descobriram que o tamanho do cálculo era o fator mais importante, não a presença de um pré-estent. Cálculos maiores eram mais difíceis de serem totalmente removidos, mas o fato de o paciente ter tido um stent previamente não fez diferença estatística na taxa de sucesso final ou no risco de complicações. O estudo sugere que a tecnologia de sucção moderna usada nestes procedimentos é poderosa o suficiente para remover os detritos de forma eficaz sem a necessidade do passo extra da pré-estentagem na maioria dos casos. Embora a pré-estentagem continue sendo vital para situações de emergência específicas ou quando um cirurgião falhou em acessar o rim em uma tentativa anterior, as evidências indicam que ela não é um passo obrigatório para todos. Para o paciente médio, pular a pré-estentagem pode significar uma permanência hospitalar mais curta, menos procedimentos extras e menos dor pós-operatória, sem sacrificar a chance de sair da sala de operações livre de cálculos.
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