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Forest Management to Address Wildfire in the Westside Pacific Northwest Across Ecoregions and Ownership Types

Este estudo avalia as práticas de gestão de incêndios florestais através de diversas propriedades e ecorregiões no úmido Noroeste do Pacífico, revelando uma lacuna entre as ações atuais e as recomendações da ciência do fogo impulsionada por barreiras estruturais e incerteza, ao mesmo tempo em que destaca o papel crítico das estratégias sociais e de reformas políticas específicas para abordar os riscos emergentes de incêndios florestais em paisagens historicamente úmidas.

Autores originais: Gretchen Engbring, Rachel Springer, Susan Charnley, Eric M. White

Publicado 2026-09-07
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Autores originais: Gretchen Engbring, Rachel Springer, Susan Charnley, Eric M. White

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

Durante décadas, as florestas a oeste das Montanhas Cascade, no Noroeste do Pacífico, foram vistas como um santuário contra o fogo. Estas florestas temperadas e úmidas, repletas de abetos Douglas, hemlocks ocidentais e cedros vermelhos, recebiam chuva suficiente para que os incêndios florestais fossem raros, retornando frequentemente apenas uma vez a cada poucos séculos. Devido a este histórico, as regras para a gestão destas florestas foram construídas para um mundo úmido onde o fogo era um detalhe secundário. No entanto, o clima está a mudar. Verões mais quentes e secos e padrões meteorológicos em mudança estão a transformar estas paisagens historicamente húmidas em lugares onde o fogo pode se espalhar com uma velocidade e intensidade terríveis. Os riscos são incrivelmente altos: estas florestas detêm a água que abastece grandes cidades, fornecem habitat crítico para a vida selvagem e rodeiam as casas de milhões de pessoas. Quando os incêndios do Dia do Trabalho de 2020 varreram o Oregon e Washington, queimando quase 300.000 hectares em apenas dois dias, tornou-se claro que as velhas formas de pensar já não eram suficientes. A questão que os gestores de terras enfrentam já não é apenas como apagar um incêndio, mas como preparar florestas que nunca foram feitas para arder para um futuro onde o fogo é uma ameação constante.

Para compreender como diferentes grupos estão a responder a esta nova realidade, investigadores do US Forest Service e da Universidade Estadual de Portland realizarem um mergulho profundo nas mentes e ações das pessoas que gerem estas terras. Eles falaram com 61 gestores representando quatro tipos distintos de proprietários: agências federais, nações tribais, governos estaduis e grandes corporações privadas. Estes proprietários controlam milhões de acres em cinco regiões ecológicas diferentes, desde a Costa Range, húmida e nebulosa, até às montanhas Klamath, mais secas e propensas ao fogo. Os investigadores queriam saber duas coisas: que ações específicas estes gestores estão a tomar para reduzir o risco de incêndio florestal, e como as suas escolhas mudam dependendo de onde estão e para quem trabalham. Eles descobriram que, embora todos concordem que o fogo é um problema, as soluções que escolhem variam drasticamente, moldadas por uma mistura complexa de ecologia local, regras legais e os valores pessoais das pessoas responsáveis.

A ação mais universal tomada por todos os grupos foi o tratamento de resíduos de exploração florestal (logging slash). Quando as árvores são cortadas, os ramos e topos restantes são amontoados e queimados. Esta prática é quase 100 por cento comum em todos os tipos de propriedade. No entanto, quando se tratou de tratamentos mais agressivos desenhados para impedir que o fogo subisse para a copa das árvores ou se espalhasse pela paisagem, o cenário tornou-se muito mais complicado. Em regiões mais secas, como as montanhas Klamath e as Cascades, os gestores federais e tribais estavam a cortar ativamente combustíveis de escada — pequenas árvores e arbustos que permitem ao fogo subir do solo para as copas — e a criar barreiras estratégicas na floresta onde a vegetação é limpa para travar o caminho do fogo. Eles também utilizaram o fogo controlado, realizando queimadas pequenas e controladas para limpar o excesso de combustível. Em contraste, na Coast Range, mais húmida, estes tratamentos agressivos estavam largamente ausentes. Os gestores locais explicaram que a vegetação cresce tão rapidamente que limpar o terreno é uma batalha perdida; uma barreira de combustível limpa hoje pode estar coberta de novos arbustos em apenas cinco anos, tornando o esforço inútil.

Esta diferença de abordagem destaca uma tensão fundamental entre o que a ciência do fogo sugere e o que é prático no terreno. Modelos científicos frequentemente recomendam tratamentos de combustível generalizados para tornar as florestas mais resilientes, mas os gestores no lado oeste são frequentemente céticos quanto à eficácia destes tratamentos durante os eventos meteorológicos extremos que impulsionam os maiores incêndios. Eles temem que, se o tempo estiver suficientemente quente e ventoso, nenhum nível de desbaste impedirá o fogo. Consequentemente, muitos gestores estão a mudar o seu foco de tentar alterar a própria floresta para gerir o comportamento humano. Uma vez que quase três quartos dos incêndios florestais nesta região são iniciados por pessoas, estratégias como o fecho de estradas durante dias secos e ventosos, a educação do público sobre a segurança das fogueiras e a restrição de acesso a áreas sensíveis tornaram-se centrais nos seus planos. Para alguns proprietários privados, a estratégia é ainda mais drástica: eles estão a vender as suas terras mais propensas ao fogo ou a adquirir seguros, tratando o risco como um problema financeiro em vez de um problema florestal.

O tipo de proprietário também dita as ferramentas que podem utilizar. Os gestores federais, que supervisionam a maior parte da terra, relataram o nível mais elevado de preocupação com futuros incêndios, mas também se sentiram os mais constrangidos. São frequentemente bloqueados por um labirinto de regulamentos, incluindo leis concebidas para proteger espécies em perigo e processos de revisão ambiental rigorosos que podem atrasar projetos por anos. Também enfrentam uma intensa pressão pública; muitos residentes locais opõem-se às queimadas controladas devido ao fumo, embora esses mesmos residentes estejam em risco devido aos incêndios descontrolados. Os gestores estaduais enfrentam um obstáculo diferente: o seu mandato legal é gerar receita para as escolas públicas, o que muitas vezes entra em conflão com o trabalho caro e não gerador de receitas da prevenção de incêndios. Os proprietários corporativos privados, que variam desde empresas madeireiras familiares até fundos de investimento, são os mais diversos. Aqueles que sentem uma ligação profunda à terra e planeiam geri-la por gerações são mais propensos a investir na resiliência a longo prazo. Aqueles focados em lucros de curto prazo para os acionistas limitam-se frequentemente ao mínimo necessário, tratando apenas os resíduos de madeira e evitando os custos de uma gestão de combustível mais ampla.

Talvez a descoberta mais marcante seja que a lacuna entre o que a ciência recomenda e o que está realmente a acontecer não se deve à falta de conhecimento, mas sim à falta de capacidade e permissão. Gestores de todos os grupos expressaram uma incerteza genuína sobre se os seus esforços farão diferença quando o tempo se tornar extremo. Eles encontram-se entre o medo de um incêndio catastrófico e o medo de que as suas ações — quer seja cortar árvores, queimar combustível ou fechar estradas — sejam criticadas ou judicialmente contestadas. Os investigadores descobriram que, embora o ambiente biofísico prepare o palco, os verdadeiros motores da tomada de decisão são sociais e institucionais. A tolerância do público ao fumo, a ameaça de processos judiciais, a necessidade de gerar rendimento e o desejo de proteger o património cultural moldam a floresta tanto quanto as árvores e a chuva o fazem.

O estudo conclui que não existe uma solução única para o lado oeste. As estratégias que funcionam nas montanhas Klamath, secas e propensas ao fogo, não são adequadas para a Coast Range, húmida e de crescimento rápido. Da mesma forma, uma política que funciona para uma agência federal não funcionará para uma empresa familiar privada. O caminho a seguir exige um sistema de governação que seja flexível o suficiente para respeitar estas diferenças. Exige que olhemos para além das árvores e do fogo, e abordemos os sistemas humanos que os governam. Isto significa encontrar formas de tornar o fogo controlado socialmente aceitável, criar mecanismos financeiros que permitam aos proprietários privados investir na resiliência sem irem à falência, e reconhecer a autoridade única das nações tribais para gerir o fogo de acordo com as suas próprias tradições. À medida que o clima continua a mudar, as florestas do Noroeste do Pacífico enfrentarão um futuro onde o fogo será um visitante regular. Preparar-se para esse futuro exige não apenas melhor ciência, mas uma melhor compreensão das pessoas que detêm as chaves da floresta.

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