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Genders’ Disparities in Perceptions of Gender Equality: Analysis of Criminology Student’s Beliefs and Perspective

Um estudo com 500 estudantes de criminologia na Isabela State University revela que, apesar de uma demografia predominantemente masculina, os respondentes demonstram alta conscientização sobre disparidades de gênero e mantêm percepções positivas em relação à inclusividade de gênero, às políticas universitárias e ao clima acadêmico geral.

Autores originais: Medelyn Lacunsay, Redelyn Dupaya

Publicado 2026-08-25
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Autores originais: Medelyn Lacunsay, Redelyn Dupaya

Artigo original sob licença CC BY 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/). Esta é uma explicação gerada por IA do artigo abaixo. Não foi escrita nem endossada pelos autores. Para precisão técnica, consulte o artigo original. Ler aviso legal completo

No estudo do crime e da justiça, as pessoas que aplicam a lei não são apenas observadores neutros; elas são produtos da sociedade a que servem, carregando consigo um conjunto de crenças sobre como o mundo funciona. Entre essas crenças, a compreensão da igualdade de gênero é particularmente crítica. A igualdade de gênero, em sua forma mais simples, é a ideia de que pessoas de todos os gêneros devem ter os mesmos direitos, responsabilidades e oportunidades, livres de discriminação baseada em serem homens, mulheres ou se identificarem com algo mais. Quando estudantes se preparam para se tornarem futuros policiais, investigadores e profissionais do direito, suas visões sobre essas questões moldam como eles tratarão vítimas, suspeitos e colegas nos anos que virão. Se um futuro oficial acredita que certos papéis são naturalmente adequados para um gênero em detrimento de outro, esse viés pode repercutir em todo o sistema de justiça, afetando desde quem é contratado até como os casos são resolvidos. Compreender essas percepções não é apenas um exercício acadêmico; é uma forma de verificar se a próxima geração de agentes da lei está pronta para construir um sistema mais justo.

Um estudo recente conduzido na Universidade Estadual de Isabela, nas Filipinas, buscou mapear exatamente essas percepções entre estudantes que treinam para se tornarem criminologistas. Os pesquisadores reuniram um grande grupo de 500 estudantes, abrangendo desde o primeiro ano de estudo até o último ano, para perguntar-lhes o que sabiam sobre a desigualdade de gênero e como se sentiam em relação à justiça de seu próprio ambiente universitário. O grupo era majoritariamente masculino, com quase 60 por cento dos respondentes identificando-se como homens, enquanto cerca de 35 por cento se identificavam como mulheres. Um pequeno número de estudantes identificou-se como LGBTQ ou optou por não revelar seu gênero. A maioria desses estudantes eram jovens adultos, com a maioria situada entre os 18 e 20 anos, uma fase da vida em que as visões de mundo pessoais ainda estão sendo solidificadas.

Os pesquisadores fizeram aos estudantes uma série de perguntas para medir o quão conscientes eles estavam das disparidades de gênero no mundo real. Os resultados mostraram que esses estudantes estavam altamente informados. Em média, demonstraram um forte reconhecimento de que a desigualdade de gênero existe na sociedade, particularmente no ambiente de trabalho, onde as oportunidades de salário e promoção frequentemente diferem, e na mídia, onde filmes e anúncios frequentemente recorrem a estereótipos antiquados sobre homens e mulheres. Os estudantes também compreenderam claramente como as expectativas tradicionais do que um homem ou uma mulher "deveria" fazer podem limitar a vida das pessoas. Eles estavam cientes de que essas disparidades têm consequências negativas para os indivíduos e para a sociedade como um todo. Em suma, os estudantes que ingressam na área de criminologia não eram ignorantes quanto ao problema; eles possuíam uma compreensão clara e detalhada do cenário da desigualdade de gênero.

Além de seu conhecimento geral, os pesquisadores queriam saber se os estudantes sentiam que sua própria universidade estava fazendo um bom trabalho na promoção da igualdade. Os estudantes relataram que estavam cientes dos esforços da instituição para apoiar a igualdade de gênero. Eles observaram que a universidade oferece treinamento para funcionários e alunos, incentiva ativamente mulheres e indivíduos de gêneros diversos a assumirem papéis de liderança e possui regras claras contra o assédio e a discriminação. Embora os estudantes sentissem que essas políticas estavam em vigor e eram visíveis, eles também perceberam que algumas áreas, como a diversidade do corpo docente e os serviços de apoio específicos disponíveis para diferentes gêneros, não eram tão proeminentes ou consistentes quanto poderiam ser. O quadro geral era o de um ambiente de apoio onde as regras de justiça eram conhecidas, mesmo que a execução dessas regras parecesse ter espaço para melhorias.

Quando questionados sobre suas experiências pessoais dentro do programa de criminologia, os estudantes expressaram uma forte crença de que estavam sendo tratados de forma justa. Eles concordaram que seus professores e colegas os julgavam com base em suas habilidades e contribuições, em vez de seu gênero. Sentiram que tanto homens quanto mulheres tinham chances iguais de participar das atividades de classe e que o próprio conteúdo das aulas era respeitoso e inclusivo de todos os gêneros. Curiosamente, embora o clima geral fosse visto como justo, alguns estudantes notaram diferenças sutis em suas vidas cotidianas. Alguns sentiram que o gênero ainda poderia influenciar a frequência com que falavam em aula ou que estudantes do sexo masculino eram ocasionalmente mais incentivados a assumir papéis de liderança em projetos de grupo. No entanto, estas foram notas menores em um mar de feedback positivo; a vasta maioria dos estudantes sentia que sua educação era um lugar onde o mérito importava mais do que o gênero.

O estudo conclui que os futuros agentes da lei da Universidade Estadual de Isabela estão ingressando em suas carreiras com uma base sólida de conscientização sobre questões de gênero. Eles reconhecem as desigualdades que existem no mundo mais amplo e acreditam que seu próprio campo de treinamento está amplamente comprometido em corrigi-las. Os pesquisadores sugerem que, embora as políticas atuais estejam funcionando bem para criar uma atmosfera positiva, ainda há valor em garantir que cada estudante se sinta igualmente visto e apoiado. Ao continuar promovendo discussões abertas e refinando a forma como a universidade apoia seu corpo discente diversificado, o programa pode garantir que esses estudantes se formem não apenas como profissionais qualificados, mas como defensores de um sistema de justiça que trate verdadeiramente todos com igual respeito. O caminho a seguir envolve manter a conversa viva, garantindo que o alto nível de consciência desses estudantes se traduza em ação ao longo de suas carreiras.

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